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domingo, 14 de agosto de 2016

As habituais conversas


Os usuários, no transporte coletivo (urbano), acorriam no hábito. As falas, nas paradas de ônibus, caíam nas ocasiões. Os próximos, no ritmo de espera (dos coletivos), acudiam de trocar ciências. As amizades, entre vizinhos, granjeavam vulto. A prática, no escasso tempo, desenhou mudança. O conforto, na técnica, mudou condutas. Os residentes, em vilas, afluem na expressiva condução própria. Os usuários, na globalização, trocaram praxes. O tempo, na espera, brota absorvido na conexão. As horas, no online (do celular) ou fone de ouvido, caem no zelo. O bate-papo, em “pérola”, calha na supressão. As pessoas, em lares ou vias, advêm no “feitio de autômatos”. A vida, em “ilhas perdidas no oceano do sustento”, avoca ares sociais. A solidão, no “choro da depressão e estresse”, cai no agravo das clínicas e ingestão de alívios. Os casuais diálogos, entre pessoais, advêm em lamúrias e reclamos. A norma reina: “Cada qual para si e Deus para todos”. Os humanos, em entes sociais, requerem contatos e convívios.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://br.freepik.com/

sábado, 13 de agosto de 2016

A diferença de aplicação


O quarteto, na faina urbana, avultou sensata quantia (em férias). O dinheiro, no final da semana, auferiu intento. As múltiplas maneiras, nas diversas ofertas, advieram no gasto. O primeiro, no alento e distração do corpo, gastou no churrasco (na farra da bebida e folia da comida). O segundo, no afago e carinho da amada, versou em adquirir perfumarias e vestuários. O terceiro, no gosto e lazer das ambulações, investiu no abastecimento e melhorias do carro. O quarto, no distinto aplicador e poupador, tratou em armazenar e multiplicar somas... A ração, na difusão do plantel (de animais), versou em comprar trato. A atitude, em módicos anos, contornou no arrojado proprietário rural. Os antigos parceiros, na alocução, comentaram em tratar-se de “cara de admirável sorte”. A sabedoria, na inteligência, ocasiona riqueza. A pessoa, em somas, obriga-se a perpetrar ajuizadas escolhas. O indivíduo, no acúmulo do presente, convive em haver no amanhã. Afortunado ente se auto abençoa nas ações!

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://ruralpecuaria.com.br/

O escuso fim


As autoridades, na questão trânsito, instituíram distinta lei. A razão, na “chacina das estradas”, justifica medida. Os danos, em feridos e mortes, conferem-se assombrosos. Os faróis acessos, na circulação, caem na resolução. O condutor, no mérito, carece de reclamar do instituído. O acobertado, no comum das leis, cunha escuso fim. O artifício, na arrecadação, transcorre na sujeição. Os legisladores, no banal, sabem “do cidadão aprender só na dor do bolso”. A praxe, no geral, versa em violar normas (no excessivo de leis). Os faróis acessos, nas principais vias, advêm em ensejo ímpar. As infrações, em luzes desligadas, avigoram multas, pontos e taxas (em “montes de cédulas”). Os cofres públicos, em combalidos, auferirão alento na decisão. Os “gaiatos”, no sútil, acabarão no confisco. Os milhões, em servidores (ativos e inativos), requerem custeio (em salários). O coitado, nas andanças, deve “repensar alocar pé na estrada”. Os equívocos, no alquebrado ente, leem-se sinônimo de burocracia e confisco.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://blogskill.com.br/

A primeira palavra


O habitante, no cunhado das colônias, nutria estima e interesse. A ave, na caturrita, incidia no ato. A domesticação, no recinto da família, ocorreu no ensejo. As crias, na exótica espécie, viram-se pegas. O soberbo ninho, na analogia de cachopa, viu-se decepado no galho (do pinheiro). O casal, em tenros filhotes, acorreu no achado do interior. A criação, no ensino das módicas palavras, arrolou na primeira. O vocábulo, na obsessão do item, ligou-se em “dinheiro”. A palavra, no dialeto do Hunsrück (alemão), incidia em “Gelt”. Os filhos, no seio das estirpes, semelham trilhar na idêntica instrução. A expressão, em mãe e pai (em primárias), pinta em irem à orientação. As pessoas, na ganância dos dispêndios e posses, endeusam financeiros. A grana, no original facilitador (de comércios), tornou-se fim. Os monetários, no corriqueiro das vivências, sobrepõem-se nas referências ao divino (Deus). O ente, sem capital, semelha em “anedota e indigente”. A fartura material, no geral, oculta pobreza espiritual.            

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.areyvut.org/

terça-feira, 9 de agosto de 2016

A boa sintonia


A cidadã, na achegada ao espaço, exteriorizou charme e sorriso. O desconhecido, no absorvido da leitura (jornal), desconectou-se no baque. A manhã, no instituído, prenunciava animação e inspiração. O curioso, na harmonia, arrolou-se nos desconhecidos entes. A recíproca saudação, no feitio de velhos distintos, acorreu na ação. A analogia, na exclusiva e ocasional trombada, assumiu aspecto de velhos consócios. A sintonia, na energia positiva, transcorreu nas essências. As “meteóricas expressões”, na sequência, sobrevieram na anuência e camaradagem das espertezas. Os aspectos, em “entrosados espíritos”, apareciam na circunstância. A afinidade, na felicidade, aproxima e interage seres. A pessoa, no gracejo familiar, precisa circular na consonância. Os prodigiosos tempos, em exclusivos, devem verter vida. Os créditos, no enraizado, perpassam impregnados nas ações e apreços. A inteligência, na semelhança, calha em acolher entes e eventos no magnetismo.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.romildopsicologo.com.br/

A consagrada sesta


A prática, no conciso cochilo (depois do almoço), incide em numerosos domicílios (rurais). O “soninho”, na sucinta pausa dos afazeres, sobrevém em quem madruga. Os encargos, no acolhida das criações e plantações, forçam no hábito. As aprazadas horas, na pesada faina, incidem aos aguerridos e fortes. O fim, na renovação do alento (corporal e espiritual), acorre no ardil. O módico repouso, na energia, suaviza corporação (da precoce corrosão). Os ambientes, no silêncio, precisam calhar nos minutos (das propriedades). As crianças, em moradas, granjeiam instrução em serenar balbúrdias. Os aparelhos, em chaves, podem auferir breve suspensão. Os veículos, na circulação, conferem-se ignorados... O colírio, na alma, faz jus no modo e técnica. A pessoa, na privilegiada existência, deve abonar sensatos faustos. A faina, em vindouras ocasiões, multiplica-se na obra. As acanhadas maneiras, no conjunto, estabelecem acentuadas diferenças e resultados. A vida, na saúde, ajuda a quem se bendiz.

Guido Lang
“História das Colônias”

Crédito da imagem: http://fisioteraloucos.com.br/

O excêntrico anúncio


As moças, em anúncio e artigo, viram-se sujeitadas na arquitetada vitrine. O assento, na entrada dos bares, tomou curso no altivo horário. O pedido, na imposição, decorreu certamente dos patrões. As idades, na faixa dos vinte e trinta anos, caíam na avaliação (das dezenas). O convite, no “acesso das casas”, consistiu na “apreciação e oferenda das garotas”. Os clientes, na acentuada grana, poderiam apreciar atributos. As garotas, no “comércio do corpo”, ralavam em consumos e programas. As artes, no gasto, apelavam venda. A autoestima, na exposição, refletia na ideia. As afamadas, em “prestadoras pessoais”, transcorriam no possível perturbado. O bem público, na genérica notícia (da ação), deve macular imagem. Os conhecidos, nas andanças, reconhecem amigas, parentas e vizinhas (na carreira). O fato, na casual ocasião, completará alastrado. A discrição, na doação, impera no ofício. O dinheiro, na conduta, orienta ações. A grana, na obtenção, submete em acolher o burlesco ao melindroso.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano"

Crédito da imagem: http://produto.mercadolivre.com.br/