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sábado, 31 de maio de 2014

A estranha moça


A sicrana, no meio do público, aparecia animada e bem vestida. A aproximação e comunicação, nas variadas companhias, viam-se comuns. O desejo consistia nalguma parceria!
Estranhos e forasteiros masculinos advinham como velhos conhecidos. Os beijos e esfregas, cá e lá no baile, advinham na frequência. O namorado insistia em achar e formar!
O curioso, na ala feminina, decorria na atenta e velada observação. As damas, nas preferências sexuais, reparam o comportamento dos apregoados homens!
A indefinição sexual, nas preferências, consistia nas estranhas falas e jeitos. Os sujeitos, no contexto da bebedeira e som, levaram instantes para “fazer cair os créditos”!
A sutil discriminação, no conhecimento, tomara forma no distanciamento. As parcerias, do outrora fulano, deram-se conta da real sexualidade. A feminina fora a escolha!
Os machos, no ambiente público, temiam prejudicar a boa reputação. A diversidade sexual, na liberalidade, intensifica-se na frequência aos outrora tradicionais ambientes!
O diverso gera conversas e desconfianças. A variedade, na adequação ou inadequação, enriquece o fenômeno da vida!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-547376712-peruca-feminina-curta-loiro-acobreadoruiva-pronta-entrega-_JM

sexta-feira, 30 de maio de 2014

O êxito acadêmico


A menina, na formação, direcionou estudos e objetivos. As facilidades, na aprendizagem, permitiram o êxito acadêmico. Os conhecimentos, em séries, eram assimilados!
O concurso, na função de professora, permitiu ingresso no serviço público. O conhecimento e profissionalismo, no capricho e dedicação, conduziram aos cargos de chefia!
A situação, na ironia do destino e tempo, levou o mando sobre os primeiros educadores. Os profissionais, apegados às funções, careceram de subir cargos e chefias!
A outrora pacata colona, moradora das grotas, tornou-se essencial e principal chefia. A curiosa e ímpar situação, nos antigos mestres, descreveu admirável e incômoda realidade!
A outrora aprendiza, na coordenação dos veteranos, transmitia estranha sensação. Acomodação significa sinônimo de superação. O santo de casa carece da plena admiração!
Os cargos públicos, “além do quem indica” (QI), requerem formação e graduação. O indivíduo, na dedicação e vontade, concretiza façanhas e sonhos!
                                                                                                        
Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://acrelicitar.blogspot.com.br/2012/03/como-participar-de-licitacoes-na.html

quinta-feira, 29 de maio de 2014

A teclada no treze


A indignação social mostra-se acentuada na gerência dos recursos e péssima qualidade dos serviços públicos. Segmentos sociais, na extorquida classe média, revelam-se insatisfeitos!
A oposição, no discurso, cresce nas pesquisas. O desfecho da copa, na véspera das eleições gerais, ostenta-se tremenda expectativa. O país, no planeta, espelha o mundo!
Os excluídos, na transferência de renda, revelam-se majestosa propaganda. O desvirtuado marxismo, incrustado em partidos, divide suor e perpétua mando!
O erário público encontra-se em acirrado jogo. Milhões de empregos, em gratificações e nomeações, incorrem na ameaça. Penduricalhos crescem em somas nos programas sociais...
Os beneficiários, na hora do derradeiro voto (dos milhões), fazem os dedos caírem e teclam na direção do treze. A ideia de ganhar, sem trabalhar, descreve efetiva propaganda eleitoral!
A oposição, na reversão do jogo, envereda na façanha. A reeleição, nos exemplos, lê-se no geral manutenção e perpetuação. O jogo democrático, no dinheiro, inscreve a falácia!
A máquina pública ostenta-se eficiente cabo eleitoral da situação e o pavor da oposição. Os humanos, na questão da achegada ou manutenção do poder, jogam pesado e sujo na política!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://lifeand100books.com/2012/10/13/read-a-thon-hour-13/

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Os meteóricos relacionamentos


A senhora moça, na questão marido, careceu de maior sorte. O primeiro separou e o segundo faleceu. A esperteza, no clube do coroa, consistiu em fazer frequência e ponto!
A arrumação, no capricho, externou charme e elegância. A presença, em instantes, despertou interesse. O jovem senhor, na retribuição das encaradas, externou aconchego!
O convite, na boa música, enveredou na dança. A simpatia, na animação e carisma, “esbanjou mel”. “O ficar”, no fascínio dos afetos e carinhos, assumiu aparência de namoro!
O par, na aproximação de estranhos, ensaiou matrimônio. A brincadeira, no embalo da diversão, descreveu aquecida e fervorosa noite. As afinidades, na situação, rolaram acirradas!
As pretensões, no contato, ligaram-se na troca de telefone. O mútuo acerto definiu-se: nada de cobranças e controles. Os enamorados, na breve vida, almejam boa companhia!
Os meteóricos relacionamentos, no agitado e conturbado mundo, revelam-se práticas corriqueiras. O cidadão, na afinidade e interesse, precisa conhecer a manha do aconchego!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://emmlondrina.wordpress.com/2013/11/05/ainda-temos-convites-para-o-baile-do-10-e-10/

terça-feira, 27 de maio de 2014

A acirrada briga


O criador, no alimento da cachorrada, enveredou na carestia. O trato, na falta, via-se administrado em baixa conta. Os esfomeados, a qualquer osso, faziam o brigado!
A fome digladiara-se nos doloridos estômagos. A churrasqueada, no final de semana, trouxera sobras de carnes e ossos. Os míseros restos acabaram dados no trato!
Os beneficiados foram à meia dúzia de animais. O problema, na escassa quantidade, virara generalizado conflito. O escasso volume precisou atender o conjunto dos pares!
Os velados lobos pareciam matar-se no terreiro. A melindrosa situação exigiu a intervenção humana. O tratador, aos outrora amigos, obrigou-se a determinar regras à guerra!
O idêntico, na atribuição dos cargos de confiança e funções gratificadas, aplica-se no serviço público. Os extras, no numerário, criam veladas desconfianças e fofocas entre colegas!
O dinheiro mostra-se razão das brigas e intrigas entre semelhantes. Vantagens incorrem na instalação das diferenças sociais!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.sempretops.com/dicas/saiba-como-prevenir-briga-entre-caes/

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A ocasional visitação


O cidadão, no contexto urbano, ganhou especial convite. O objetivo, no sabor da tarde, consistia na informal conversação. O horário, na determinada hora, viu-se combinado!
A ligação, a princípio, foi abolida ou desnecessária. O visitante, no tempo, cumpriu o estabelecido. A achegada, no distante bairro, sucedeu-se no mencionado endereço!
O detalhe, no local, deparou-se na fechada casa. A campainha careceu de haver na moradia. O resultado, na reformulação da agenda, consistiu em perpassar outras paragens!
A palavra empenhada, no agito e tumulto urbano, assume escassa serventia. As pessoas, no bom senso, dispensam incômodos dos aconchegos das residências!
O passeio e visitação, nas variadas opções de lazer e prazer, revelam-se em baixa conta. Amigos, no termo da palavra (nos grandes centros), ostentam-se os familiares!
O egoísmo e solidão, entre muitos semelhantes, verifica-se comum sina. A palavra empenhada, na desobrigação do dinheiro, assumiu escassa expressão e valor!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://archrecord.construction.com/

domingo, 25 de maio de 2014

O amontoado de sobras


O serralheiro, no manejo do ferro, habilitou-se a fabricar ferramentas. Os miúdos e restos, na escória, viram-se criados e subtraídos do processo da fabricação!
Amontoados de sobras, na habilidade, incorriam no descarte e prejuízo dos materiais. O trabalho, numa extrema emergência, requereu imprescindível alavanca!
O artefato, com falta de matéria-prima, revelou-se impossibilidade. O jeito foi improvisar útil peça com o derretimento do ferro. A ferramenta, por meio de esforço e trabalho, surgiu!
O instrumento, no forte e pleno uso, fraquejou na eficiência. A danificação, em rápida conta, acabou sucedida.
O exemplo, na política, aplica-se na escolha das representações!
Os desonestos, no ócio e na corrupção, afundam repúblicas. Os técnicos, na eficiência e legislação das gestões, carecem da efetiva voz. “Lamas e sujeiras” infestam as democracias!
Falcatruas e roubalheiras, no fraquejo dos estados nacionais, encaminham castração e privação das liberdades. O dinheiro, em maior conta, direciona os resultados das eleições e representações!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://diegodycarlos.blogspot.com.br/2010/09/carta-aberta-sobre-corrupcao-da.html

sábado, 24 de maio de 2014

O princípio básico


As comunidades de imigrantes mostraram-se progressistas e trabalhadoras. Os lugarejos, criados e encravados na floresta subtropical, atraíram diversidade de gente!
Os núcleos coloniais lançaram os esteios de vilas. Rústicos prédios, no cruzamento de estradas (iniciais picadas e posteriores linhas), instituíram escolinhas, igrejinhas e vendinhas!
Os povoados, transformados em sucessivos distritos, acabaram em municípios. O sucesso econômico, como cerne na madeira de lei, possuía um singelo princípio financeiro!
A prática, por gerações, norteou a descendência europeia em terras sul-americanas. O segredo de gerações versou: “- O agricultor precisa ser econômico se ele quer progredir!”
O princípio, nas propriedades e residências, disseminou-se nas famílias. A concepção, na atualidade, aplica-se a qualquer indivíduo. O cidadão precisa racionalizar para progredir!
O colono, na baixa cotação das mercadorias, obrigou-se na economia. Os artigos eram vendidos nos centavos e comprados nos reais. O melhor havia em ser seu próprio patrão!
A produção de dividendos e riquezas, aos exitosos e progressistas, precisa sobrepor-se aos dispêndios. As reservas monetárias, aos investimentos e melhorias, verificam-se imprescindíveis!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://comoeconomizar.net/conselhos-praticos-de-poupanca/

sexta-feira, 23 de maio de 2014

A estratégia dos quero-queros


Os casais de quero-queros, na artimanha da espécie, pensam inovar na esperteza e inteligência. A sobrevivência, na cadeia alimentar, posterga a vida dos astutos e fortes!
Os ninhos, nas procriações, tornaram-se esconderijos nos recantos dos gramados e potreiros. Os escamoteados, na variedade de inimigos, possuem segredos para a segurança!
O jeito e maneira, no despiste dos invasores, consiste em circular e permanecer no canto oposto da ninhada. A espécie acredita fielmente na eficiência da estratégia!
A confiança reside em trapacear ingênuos e néscios. A artimanha, aos entendidos, vê-se mero paliativo. Os espertos e inteligentes, no desinteresse, fingem acreditar!
A necessidade, no real interesse, conduz ao achado. O indivíduo pode enaltecer a própria inteligência, porém não pode subestimar a alheia esperteza!
O bom entendedor, em meias e poucas palavras, descortina malícias e negócios. Os gaiatos, na gama de armadilhas e campanhas, costumam cair nos contos do vigário!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.ribeiro.tc/2010_06_01_archive.html

quinta-feira, 22 de maio de 2014

O touro comunitário


O especial touro, na tradição oral, ganhou função comunitária. Os coloniais, de longas procedências, afluíam com as vacas em cio. A multiplicação era necessidade e obrigação!
O objetivo, na evolução, consistia em criar belas e selecionadas crias. O trabalho, nos primeiros anos, primava pelos terneiros. O bicho via-se nobre exemplar dos machões!
As coberturas, nos bons resultados, levaram a reivindicação comunitária. Os desabonados produtores, no temor da superação, apelaram à autoridade e erário municipal!
A reivindicação, na despesa pública, consistiu em comprar o excepcional animal. O macho, após aprovação dos distintos vereadores, acabou comprado na incumbência! 
As coberturas, no ente coletivo, mostraram-se minguadas. O mandatário, na curiosidade, dirigiu-se ao touro. As explicações, no baixo desempenho, viram-se necessárias!
O animal, curtido nos direitos e instruções, externou: “- Senhor prefeito! Tornei-me servidor. Chega de matar-se no trabalho judiado e oneroso da iniciativa privada!”
A existência mansa, no ganho certo, tornou-se a despreocupação e sina. A vida, na imitação da ficção, ensina experiências. Os contribuintes, no público, adoram “uma boquinha”!
Descaso e desleixo criam má fama. As pessoas, na necessidade do dinheiro, desdobram-se nos ganhos e rendimentos!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://colunas.globorural.globo.com//blogdotiao/2012/10/29/touro-backup-600-mil-doses-de-semen-vendidas-recorde-absoluto/

quarta-feira, 21 de maio de 2014

A má formação


O filho das colônias tornou-se ousado produtor. As máquinas viram-se variadas nas próprias terras. A atividade, nos cereais e laticínios, transmite ares de linha de produção!
O cidadão, no investimento e trabalho, ostentava-se referência. A dificuldade, no filho único, encontrava-se na educação. As cobranças e ensinamentos sucediam-se em baixa conta!
O rebento, na má criação e formação, desperdiçava dinheiro e oportunidade. O genitor, nas afrontas, cobria prejuízos. A rigidez, na espartana disciplina, ocorreu na carência!
Os estragos e prejuízos iniciaram na escola. As ousadias, na maioridade, prosseguiam no cotidiano das vivências. Os carros, nas corridas e cavalinhos, eram detonados!
A fortuna, na velhice dos pais, incorreu na dilapidação do patrimônio. A dificuldade de muitos no ensino se vê na facilidade de poucos na educação!
Um filho mostra-se igual a nenhum; dois há pouco; três ao ideal e quatro na demasia. A má formação termina no empobrecimento da descendência!
A repreensão e rigidez, na tenra idade, evita a porção de aborrecimentos e transtornos na adulta vida. “O pior pecado consiste na má educação dos rebentos!”

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://mais24hrs.blogspot.com.br/2014/03/pais-podem-transmitir-maus-habitos.html

terça-feira, 20 de maio de 2014

A indignação social


O contribuinte, no intervalo do meio dia, aconchegou-se ao banco. Nos contados minutos, na apressada correria do intervalo de hora, objetivava pagar mais outro imposto!
A circulação, em eventuais vencidos documentos, incorria nos perigos da apreensão do veículo. A documentação, em dia e ordem, significava economia em aborrecimentos e encargos!
O contribuinte, na situação, deparou-se na baixa qualidade do atendimento. Um caixa, na pública agência, atendia a dezenas de clientes. A morosa e onerosa fila viu-se instituída!
A reclamação, no desabafo e irritação, externou-se no ambiente. Os clientes reforçaram o coro do descontentamento e indignação. A comum realidade sucedeu-se no fato!
A fala versou: “- O cidadão, na tributação, vê-se executado no último centavo. O atendimento paga-se no ouro. O serviço público precisa ser implorado no atendimento!”
Como compartilhar deficiências e malversações de verbas? Quem paga almeja o benefício. O descontentamento, nos grandes centros, inspira temores da convulsão social!
A baixa qualidade dos serviços, no ente público, revolta comparado a excessiva carga tributária. As eleições, nas possibilidades de mudanças e renovações, advêm em alta conta e boa hora!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.crasp.gov.br/crasp/centro/interna.aspx?secao_id=284&campo=3188

segunda-feira, 19 de maio de 2014

The financial cisterns


A family decided to move on the colonial lot. They of the bottoms of the property moved close the general highway!
The facilities of access would enable possible a series of conveniences. The light installation facilities of to drain the production and the agile to go for a walk were the causes of the transfer.
The biggest problem on the long and strait lot resides on the lack of water. The liquid, in the absence of a natural source, took to improvisations and investments!
The human being knowledge in the absence of the water tanks needed to think and to innovate! To create some sprightly predicable solution before the adversity of the natural lack!
The aptitude with the absence of the net plumbing of the community consisted to take advantage of the intercalated rains. The onerous cisterns, as solids reservoirs they were built on the installation and residence!
The system by some good years, worked satisfactorily. The creation of the community net took the apparent retirement of the installations. The reservations before the eventual problems on the community of water stay valuable complements and reliefs!
The identical is applied to financial wisdom. The saving to similarities of the cisterns see created on the period of the calms. The deposits at that time of the fat cows supply the time of the months of the scarce cows (droughts).
Some monthly reservations kept in the cisterns of the savings are shown prudence to the bad weather of the existence. The values except for undelayable needs are revealed an inexistent capital!
A waterbed as reservoir in the daily of the expenses shows economy, prudence and wisdom. A reserve fund, to the distances and dawns avoids thicken the beggars' lines and users on the public services. The calm and tranquil old age on the way of the undelayable misfortune requests the help of the financial cisterns!

Author: Guido Lang
Book: “Simple Fragments of the Stories of the Daily of the Existences”

Translator: Leandro Matias Müller

Crédito da imagem: http://www.blogdawap.com.br/2013/05/28/a-pressao-da-agua-da-torneira-interfere-na-minha-lavadora-de-alta-pressao-wap/

As cisternas financeiras


Uma família resolveu mudar-se no interior do lote colonial. Ela, dos fundos da propriedade, mudou-se próximo a estrada geral!
As facilidades de acesso possibilitariam uma série de conveniências. A instalação de luz, facilidades de escoamento da produção e os passeios ágeis foram causas da transferência.
O problema maior, no comprido e estreito lote, residia na carência de água. O líquido, na ausência duma fonte natural, levou a improvisações e investimentos!
O conhecimento humano, na ausência das caixas d’água, precisou pensar e inovar! Criar alguma solução esperta e viável diante da adversidade da carência natural!
O jeito, com a ausência do encanamento da rede comunitário, consistiu aproveitar as intercaladas chuvas. As onerosas cisternas, como sólidos reservatórios, foram edificadas nas instalações e moradia!
O sistema, por uns bons anos, funcionou a contento. A criação da rede comunitária levou a aparente aposentadoria das instalações. As reservas, diante dos eventuais problemas na comunidade de água, mantêm-se valiosos complementos e socorros!
O idêntico aplica-se a sabedoria financeira. A poupança, a semelhanças das cisternas, vêem-se criadas no período das bonanças. Os depósitos, na época das vacas gordas, suprem o tempo dos meses das vacas magras (estiagens).
Algumas reservas mensais, guardados nas cisternas das poupanças, mostram-se prudência às intempéries da existência. Os valores, salvo necessidades inadiáveis, revelam-se um capital inexistente!
Um colchão d’água, como reservatório no cotidiano das despesas, ostenta-se economia, prudência e sabedoria. Um fundo de reserva, às distâncias e madrugadas, evita engrossar filas dos pedintes e usuários nos serviços públicos. A velhice serena e tranquila, no caminho do inadiável infortúnio, requer o socorro das cisternas financeiras!
                                                                                            
Guido Lang
“Singelos Fragmentos das Histórias do Cotidiano das Vivências” 

Crédito da imagem: http://bbel.com.br/arquivo/post/dicas-para-economizar-agua-em-sua-casa

A ousada reivindicação


O avô, abonado e metódico colonial, procurou fazer uma surpresa aos mimados netos. O ancião, no aniversário, convidou os familiares. A atenção excepcional recaiu na sucessão!
O teste avaliou atenção e consideração ao senhor. Os convidados, no determinado dia, achegaram a ceia e convivência. A dificuldade residiu em reunir o conjunto!
A festa, na reunião, ostentou alegria e satisfação. Os achegados, no total, somaram seis netos. Um, por descaso e particular compromisso, absteve-se do comparecimento!
Os convidados, na despedida, foram surpreendidos pelo singelo envelope. O invólucro, no interior, continha polpudas notas. O presente mostrou-se misto de admiração e espanto!
O faltoso tomou notícia da gratificação no instante. “O remendo”, para angariar premiação, seria necessário. Afinal! A descendência era igual nos direitos e vantagens!
O ancião mostrou-se categórico: “- O envelope era exclusivo aos presentes na festa”. O azarado deixou de merecer o mimo. Os detalhes descrevem a realidade dos sentimentos!
O estabelecido, ao correto e justo, precisa ser cumprido e seguido dentro das normas e regras. Os ensinamentos, na amargura e dor, ensinam os primordiais conhecimentos e exemplos!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.3aidade.com.br/

domingo, 18 de maio de 2014

O bom conselho


O forasteiro, na carência de companhia, achegou-se a mulher afamada e fácil. A bebedeira e dança, na brincadeira e diversão, tomaram forma na festança!
Os ousados afetos induziram aos desejos íntimos. A combinação, na diversão e habilidade da dança, enobrecia a pista. O baile, no passatempo, via-se na alta conta!
Alheios olhos, atentos e discretos, apreciavam o fogoso relacionamento. A conhecida, ocasional amiga do estranho e forasteiro, aproveitou o cochilo da ida ao sanitário!
A senhora moça, na advertência ao ingênuo, externou bom e proveitoso conselho. A advertência, na solidariedade entre corretos e justos (contra as malícias), foi externada!
A fala consistiu: “- Cuidado! A sicrana, vizinha próxima, ostenta-se porta de cadeia”. O cidadão, nos abertos e atentos olhos, procurou resguardar-se das desagradáveis surpresas!
O joio, no trigo, salienta-se em primeira instância. As segundas intenções, no imprevisto dos maus, salientam-se no contexto. A confiança tornou-se sinônimo de pérola!
A bondade e solidariedade, aos limpos e puros de coração, apresentam-se como necessidade. A ocasional amizade, na casualidade e serventia, advém em boa hora!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://mario-mca.blogspot.com.br/2012/06/infelizmente-o-joio-tambem-dizima.html

sábado, 17 de maio de 2014

A ímpar criação


A moradora, filha das colônias, resolveu inovar na criação. O exemplo, em longínquas paragens, parece exclusivo caso. O apego, no amor, prevalece sobre o interesse monetário!
A rural, no contexto da casa colonial, instalou o criatório de gato. A bicharada, na casa e pátio, dorme e espreguiça. A diversidade, nas unidades, salienta-se na espécie!
Os animais, no número dos aproximados cinquenta, afrontam no quadrante. O forasteiro, na ocasional visita, admira-se da proliferação pelos cantos e recantos!
O criatório, na abstinência do extermínio, descreve praga. Os felinos, nos dias, clamam por comida. Leites, miúdos e rações, aos eternos esfomeados, decorrem em baixa conta!
Os ratos querem distância do terreiro. Os pássaros privam-se em desafiar a sorte. As cobras inexistem nas redondezas. A dona, entre os elementos, ostenta-se adorada rainha!
A excessiva convivência, animais e humanos, inspira o temor das doenças. Os fatos e situações, nos esdrúxulos exemplos, sucedem-se igualmente próximos ao indivíduo!
A excessiva proliferação, de qualquer espécie, descreve a noção de praga. Gatos, nas facilidades de subidas e descidas, devassam quaisquer ambientes e espaços!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.blogdotioben.com.br/

sexta-feira, 16 de maio de 2014

A extrema eficiência


O morador, às onze horas, procurou fazer a inscrição. O cadastro, no servidor da esquina, era fácil opção. A conexão online mantinha-se necessidade inadiável!
A rede mundial de computadores, conhecida Internet, adveio para revolucionar o modo humano de agir e viver. Jovens, nas comunicações e estudos, convivem no instantâneo!
As conversas e pesquisas sucedem-se pelas vias do computador. A instalação, no pagamento da taxa no ato do funcionamento, ocorreu às dezessete horas!
O intervalo de horas, entre cadastro e instalação, descreveu eficiência. A iniciativa privada, na ânsia do lucro e necessidade monetária, prima pela agilidade e rapidez!
O contraste sucede-se na iniciativa pública. A burocracia arrasta-se nas exigências da legislação. A diferença, entre privado e público, contrasta dia e noite no item eficiência!
O dinheiro, no sangue do capitalismo, obriga os indivíduos à peleia (luta). O Estado, na economia e funcionalidade, precisa deixar os negócios fluir nas mãos dos ousados!
O público, na impressão do barato, sai deveras caro na tributação. O privado, no ato de oneroso, sai barato na eficiência e qualidade!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.magazineluiza.com.br/

quinta-feira, 15 de maio de 2014

O ímpar sumiço


O filho das colônias, na ideia dos dividendos, comprou chalé. O investidor, na aplicação dos recursos, alugou moradia. Os ganhos, no final de cada mês, reforçaram orçamento!
Os inquilinos, na cidade grande, sucederam-se em número e tempo. As reformas, numa época, foram imprescindíveis. O intervalo, na cedência, tornou-se necessário!
O proprietário, na avaliação das reformas, ficou boquiaberto e surpreso. O imóvel, no impensável e inimaginável, “criara pernas”. A remoção ocorrera até nos alicerces!
A dezena de profissionais, em questão de hora, efetuou a demolição. Os desconhecidos advieram do ignorado. O material, às pressas, viu-se carregado no caminhão!
Os vizinhos, na ideia da venda, despreocuparam-se no aviso. O dono, na visita, apreciou o descampado. A bandidagem mostrou-se digna de admiração e elogios na ousadia!
O camarada, no surrupiado, precisa ostentar unicamente patrimônio. A impunidade, na fragilidade da segurança, desestimula empreendimentos e investimentos!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.nasavassi.com.br/2012/07/casa-abandonada-na-savassi-comeca-a-ser-demolida/

quarta-feira, 14 de maio de 2014

A longa duração


A criança fora criada de maneira frouxa e solta. A família de baixa formação escolar e familiar absteve-se de externar explicações e orientações. O guri, em tenra idade, mandava no “próprio nariz”!
Os ambientes e companhias, na melindrosa e povoada vila, incentivaram os “escusos caminhos”.  As disseminadas drogas, no crack e maconha, ganharam novo consumidor!
A vida, em boa dose, canalizada a “doação às porcarias”. A sobrevivência, no custeio ao vício, tornou-se ardilosa e um contínuo desafio. Os débitos incorriam nas ameaças de morte!
A esperteza, na autopreservação, tornou-se precaução! O camarada, da vizinhança, ganhou admiração da longa vida. Amigos e parceiros careceram de merecer idêntica sorte!
A habilidade, na sobrevida, consistiu na criação das amizades. Os moradores foram poupados dos delitos. Os roubos, de pequena monta, abstinham-se na própria vila!
O dinheiro, na essência, advinha dos ganhos dos idosos pais. A tragédia, por tempos, pareceu postergada. As drogas, na acentuada propagação, redimensionaram a civilização!
As escolhas, na tenra idade, definem a essência dos caminhos. A sobrevivência, no agitado e conturbado mundo, exige esperteza e habilidades nos relacionamentos!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.fatoreal.blog.br/artigos/o-velho-problema-das-drogas/

terça-feira, 13 de maio de 2014

A mania do consumo


O menino, na pré-adolescência, ganhou tarefa familiar. O guri, nas corridas e recados das emergências, ensaiou-se na convivência e trabalho. A obrigação era boa e nobre escola!
A tarefa, na desorganização das básicas aquisições (no hábito de consumir produtos frescos e novos), consistia em ir às compras. Os atropelos e passeios eram comuns nos dias!
O mercadinho, na esquina da vila, mantinha conhecido e tradicional cliente. A mania, no retorno do caminho a casa, havia em comprar e degustar alguma guloseima!
Os pirulitos ganhavam atenções e preferências. Os lambe-lambes facilitaram a degustação. O vizinho, estranho na vizinhança, observou o peculiar comportamento!
O senhor, na implicância, externou: “- Ah! Então és tu o menino que o pessoal chama de Zé do Pirulito!” O guri, no espanto, ficou na dúvida: responde ou ri na explanação!
O esdrúxulo, nos comentários e falatórios, origina apelidos e gozações. A juventude, na rápida sucessão, vê-se desconhecida às velhas gerações. Exageros implantam as manias!
Gozações e implicâncias ventilam os ambientes de rotina. Ofensas externadas perpetuam-se na memória!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.agomes.com.br/

segunda-feira, 12 de maio de 2014

The prayer of gratitude


A Jewish, a Christian and a Muslim aspirated a determinated graduate public charge. The three in a disputated contest they recruited the approval. The nominations, after months, were happened in the instances of the administrative administration!
The trio before the success and success felt to noble mission of thanking to the All Powerful (creator of the skies and of the earth). The disputes and conquer, the few units of vacancies, albeit it would deserve a special prayer of gratitude and recognition.
The Christian, in the church, expressed the faith “God! All Powerful! Thank you, through Jesus Cristo, by such blessing and grace! I in a future date will accomplish my penitence! I will seek of knees and in prayers to go up this whole immense access staircase to the sacred temple!”
The Jew in the synagogue manifested the faith “Javé! God of my ancestrals! I thank by conquering more special slice of the Promised Land! I want to continue tends the blessing and force to walk fast to put to supplant the disaffections!”
The Muslim, in the mosque, revealed the gratitude: “Alá! Oh magnificent and magnanimous god! Thank you for such I thank! The approval was one more victory amid the many! The kindness and charity do not have limits and borders in your hands!”
The faiths in the more intimate of the soul orientate the behaviors and steps of the mankind. The people in spite of accentuated them and many differences aspirate the identical purposes. The financial interests covered of having pilfered religious ends are main cause of atrocity and wars.

Author: Guido Lang
Book: “Simple Fragments of the Stories of the Daily of the Existences” 

Translator: Leandro Matias Müller


Crédito da imagem:  http://noticias.gospelmais.com.br/datafolha-brasileiros-fe-deus-torna-pessoas-melhores-61436.html

A oração de agradecimento


Um cristão, um judeu e um muçulmano aspiraram a determinado cargo público graduado. Os três, num disputadíssimo concurso, angariaram a aprovação. As nomeações, depois de meses, sucederam-se nas instâncias da gestão administrativa!
O trio, diante do êxito e sucesso, deu-se a nobre missão de agradecer ao Todo Poderoso (criador dos céus e da terra). A tamanha disputa e conquista, as poucas unidades de vagas, bem que mereceria uma especial oração de agradecimento e reconhecimento.
O cristão, na igreja, tratou de externar a crença: “- Deus! Todo Poderoso! Obrigado, através de Jesus Cristo, por tamanha bênção e graça! Eu, numa data futura, irei cumprir minha penitência! Procurarei, de joelhos e em orações, subir toda essa imensa escadaria de acesso ao sagrado templo!”
O judeu, na sinagoga, manifestou a fé: “- Javé! Deus dos meus ancestrais! Agradeço por conquistar mais alguma especial fatia da Terra Prometida! Quero continuar tendo a bênção e força para galgar postos e suplantar os desafetos!”
O muçulmano, na mesquita, revelou a gratidão: “- Alá! Oh magnífico e magnânimo Deus! Obrigado pelas tamanhas graças! A aprovação foi mais uma vitória em meio às muitas! A bondade e caridade não têm limites e fronteiras nas tuas mãos!”
As crenças, no mais íntimo da alma, norteiam os comportamentos e passos do gênero humano. As pessoas, apesar das acentuadas e muitas diferenças, aspiram os idênticos propósitos. Os interesses financeiros, revestidos de escamoteados fins religiosos, são causa principal de atrocidade e guerras.

Guido Lang
“Singelos Fragmentos das Histórias do Cotidiano das Existências”

Crédito da imagem: http://www.tvcaiua.com.br/