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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O castigo divino


A dita cuja, no pacato interior, revelou-se consorte do mercante. Os filhos, no singelo revendo, aprontaram acendidos e cunhados. A realidade, na sobrevivência, acoplou-se aos artifícios ambíguos e censuráveis. O cônjuge, na branda idade, ensinou as manhas do ofício.
A adulteração, em medidas e volumes, advieram no negócio. Qualidades e quantidades, nas mazelas de consumo, caíam na desgraça de clientes. Os ingênuos fregueses, em várias atitudes, foram iludidos. O cigarro e pinga, na produção, decorria na pueril toxina.
A consorte, na ganância do lucro, abonou as iniquidades. A cumplicidade apoiou as dezenas dos escusos interesses e práticas. A existência, no avanço da idade, pregou indigestos desígnios. A psique insidia na análise do fruto e rumo: “Deus não matara, porém brindara”.
O esposo e o rebento, na morte, foram enterrados na aflição e lamúria. Netos, nos idiotismos, envolveram-se nos “achaques do asfalto e concreto”. O amargoso dirigiu as pretensões do suicídio. O malogro aguçou os dias. A maldade pesou nas essências d’alma.
O sujeito, no sentido terreno, apresenta cálculo. Os atos recaem na divina vigilância. A consciência, na insônia (das noites), ateia moléstias. A economia material carece de regular a paz espiritual. A passagem, no alinho e retidão, alvitre expressão da calma e feliz extenuação.
O brio das ações incorre no deleite e júbilo da existência. “Aquilo que plantamos em ações, costumamos colher na cultura da vivência”.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.sebraeemercados.com.br/

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O banal contraveneno


A família, na tranquila linha, mantinha-se deveras ajuizada e apontada. Os métodos, no diário das vivências, incidiam na anotação e desagravo. A gerência, no ambiente colonial, incidia no diferencial e sorte. A abençoada mão, no apego da ciência e trabalho, estabeleceu frutos e prodígios. A dona, impelida nas cargas e energias (negativas), inscreveu antídoto e força. A plantação, no combate usual (cobiça e olho grande), sobreveio na Espada de São Jorge. A planta, no acesso ao caminho e residência, viu-se encravada e plantada. Os transeuntes, no instante, tratavam de abrandar e rejeitar descargas. O tóxico, na mazela da inveja, restringia melhorias e riquezas. Os abonados e ousados, na indigência dos espíritos, são analisados e maculados nas imagens e patrimônios. Os semelhantes, nos olhares e psiques, externam anseios e humores. As crenças, nas instâncias divinas, elevam as qualidades naturais e sobrenaturais dos humanos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.laparola.com.br/

terça-feira, 15 de agosto de 2017

A ousada colheita



As abelhas, nos especiais feriados de Páscoa, sentiram-se imunes as agressões e rapinagens humanas. Uns dias certamente sem maiores aflições e tormentas!
Algumas colmeias  compreendendo a religiosidade cristã, pensaram numa folga e trégua. Umas comunidades, naquele diálogo de jogar conversa fora, externaram: “Hoje é Sexta-feira Santa! Ninguém terá a ganância e ousadia em querer surrupiar o mel. Os humanos respeitam este especial feriado religioso!”
A surpresa, na calada do calor da manhã, adveio na invasão dos ambientes. O ataque, em função da folga, sucedeu-se naquela data. Pai e filho, com abundante fumaça e própria indumentária, efetuaram a pilhagem anual das caixas.
Os apicultores, em meio às ferroadas e picadas, extraiam dezenas de quilos de mel. As sobre-caixas viram os favos serem retirados. O trabalho persistente e suado (de semanas e meses dos insetos), como precaução aos rigores do inverno, viu-se surrupiado pelos abusados.
Umas modestas operárias, em meio à chacina e prejuízo, comentaram entre si. O indivíduo nunca pode duvidar da astúcia e malandragem humana. As pessoas, por dinheiro, revelam-se gananciosas e imprevisíveis.
Uns labutam na proporção de muitos outros estarem na folga e repouso. O descanso revelou-se a razão de realizar determinada tarefa. Os indivíduos, pelo numerário, desrespeitam datas e horários nobres e sagrados!
O tempo vê-se disponibilizado pelas possibilidades e não pelas condições próprias às tarefas. Uns, por valerem-se duma aparente cortesia e serventia, pagam ônus deveras oneroso pelos favores. Certas datas não passam de mera criação comercial e consumista.

                                                                                   Guido Lang
                                                   “Singelas Crônicas do Cotidiano da Existência”

Crédito da imagem: http://www.riosvivos.org.br

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

A instrução do momento


A filha, no asilo e cuidado, acolheu aos idosos pais. Os extremos tempos, no enigma da amargura e moléstia, auferiram auxílio e bondade. A riqueza, no plausível encargo e legado, adveio ignorada e perdida. Os consanguíneos, no análogo, escassearam no artifício e obrigação. As apreensões, nas complicadas horas, ocorreram na oferenda do primoroso. O ganha-pão, no instantâneo, completou desprezado na ação e interesse. A morte, na sensata ocasião, tornou-se abalizada e imprescindível. A filha e neta, na erudição maternal, receberam doutrina e incumbência. A missão, no jazigo, consistiria em fazer arrumações e levar flores. A consciência, no ciclo da existência, consistiu em ter feito aceitável e possível. A alegria e fortuna, no exercido empenho, externaram-se nas alusões e ocasiões. A serenidade, no espírito, sucedeu em bênçãos e virtudes. O sujeito, na doação da vida, necessita exteriorizar gratidão e veneração. O apreço e ternura, na módica idade, desperta ensejo e obrigação. Os espólios, no banal das linhagens, sobrevêm na razão das contendas e dúvidas.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://noticias.gospelmais.com.br/

domingo, 13 de agosto de 2017

O singular cortejo


O colonial, alojado na encosta do morro, conviveu no conjunto da mata. O acesso averiguou-se restrito na estreita trilha. A destreza, no companheiro da natureza, caiu na criação de porcos. Os suínos, na precisão de banha e carne, auferiam expressão no domínio.
O início, na conquista (idos de 1824-1890), advém nas faltas e problemas de toda ordem. O colonial, na engorda de vinte e oito peças, inovou na ciência e proeza. A vara, na base da batata, mandioca e milho, assumiam os aproximados cento e oitenta quilos (unidade).
A charada, no ensejo do negócio, iniciou na carga e transporte. Um trajeto, nos estimados duzentos metros (cerro acima), caiu na atração. A picada, no cortejo singular, auferiu direção e romaria. A ocorrência, digna da epopeia no cinema, inscreveu-se na história.
Sete possantes homens mantinham singelo artifício. Os recipientes, contendo lavagem e leite, antecipavam-se ao conjunto de brutos. A animália, livre e solta, saía regida no arrojo e manha. Os humanos, na correria e encalço, eram seguidos no alarido e tropilha.
Os bichos, na armadilha, conduziam-se como estúpidas criaturas. O recurso da inteligência comprova-se no problema. As saídas atiladas, aos desafios, abonam o fidedigno quociente de inteligência (QI). Os pontos fracos norteiam a opressão e vantagem humana.
O homem atinado, nas variáveis situações, vislumbra oportunidade nas diferenças e dificuldades. A sorte, na riqueza, acompanha aos arrojados e astutos.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.comandorondonia.com/

O falso fazendeiro

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O sujeito, em exímio dançarino e galanteador, acudia interesse (na celebrada loira). O apelo, em conexão da dança, dirigia nas falas e louvores. A senhora moça, em encanto e gentileza, atiçava os anseios (másculos). Os aspirantes, em xodó, externavam chamegos e consumos (em gastos). A autoestima, na afluência feminina, concorria “alçada às nuvens”. Quê pessoa, no ambiente da diversão, rejeita propostas e prosas? O camarada, na destreza da dança, exteriorizou descrições (dos avultados bens). A ideia, em “mera compra”, incidia no mormaço. As exposições, em “perito da mentira”, consistiam em ser dono (de casa, fazenda e frota). A determinação, em união nupcial, caía em “viver no luxo e viagens”. A cidadã, entre casuais amigas, solicitou referências. O galã, em fato, advinha em extremo pobretão. A condução, no real, afluía em bicicleta (com motor). O fito, na captação da confiança, calhava em angariar vínculos. O mentiroso, no breve tempo, cai na aberração do próprio invento.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: https://www.emotioncard.com.br

terça-feira, 1 de agosto de 2017

O velho estilo

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O lavrador, em calejado plantador, voltou ao velho estilo. O observado, na meninice, adveio aplicado. A roça, em área de mato, tomou reimplante. A prática, em labor manual, foi roçar cerrado ralo, serrar unido dos troncos, deixar amolar materiais, arder acumulados vegetais, carpir área na picareta, separar brotos no constante... O produto, em aipim, batata e milho, coroou obra. O ilustrado, em tarimba dos precursores, subsiste na birra germânica.

Guido Lang
            “Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://produto.mercadolivre.com.br

Os sensatos brios

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A moça andava no desânimo. A baixa estimação, no item fisionomia, impregnava-se n’alma. O dilema, na vivência, acudia em “achar-se feia”. O molde, em herdado, contrastava em modelado da mídia. O desabafo, em estranho, aconteceu no fortuito. O exímio, nas relações, viu-se taxativo: “- Sê você não se amar, quem irá gostar?”. A pessoa, no brio, deve salientar suas graças. As aptidões decorrem inerentes aos seres. A riqueza reside na diferença.

Guido Lang
            “Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://nadafragil.com.br

quarta-feira, 26 de julho de 2017

A exclusiva noite

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O exuberante cultivo, em bananeiras, enobrecia lugar e mesa. O sítio, na cultura, caía em riqueza. O capricho e esforço, na natureza, tinham cunhado prodígio. A anciã, em vizinha, exteriorizou vivência. A invernia, em frente fria, faria “torração” em exclusiva noite. O tempo, na região, decorreu na regra. O fato, em certa hora, confirmou profecia. As plantas tropicais, na geada, foram abrasadas. O agricultor, na conjuntura do ambiente, ajusta produção.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://identidademandacaru.blogspot.com.br

A ocasião propícia

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O frio, no súbito, abateu-se no cenário sulino. Os efeitos, na frente polar, originaram problemas. A amplitude térmica, em horas, oscilou nos dois dígitos. A natureza, no camuflado, lavrou limpeza. O apicultor, em brotar do dia, aproveitou geada. As abelhas, em lugar melindroso, foram transferidas nos espaços. A ocasião viu-se própria. A afeição e disposição, na criação, inscreveram proeza. O sujeito, na profissão, precisa cultivar atuações e noções.
Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: https://pt.wikipedia.org

segunda-feira, 24 de julho de 2017

A ativa propagação

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A família, em tradicional na linha, introduziu planta. A floreira, na estrada geral, versou ornamento. A exótica espécie, em distante local, havia sido arranjada. A bela floração, em clone de tulipa, extasiou lugar. Os andantes, em sucessão, foram extraindo rizomas. A propagação, em privativo sítio, perpassou grupal. As pessoas, na extensão do majestoso, apropriaram-se de amostras. A envergadura espiritual escreve-se pelos padrões das obras.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: https://www.greenme.com.br

A descomunal confiança

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O sujeito, na inocência, contou múltiplos casos. A descomunal confiança aconteceu no estranho. O atribuído gênio caía igualado ao próprio. O ilustrado acabou agregado aos alheios  negócios. Os lucros floresceram dos informados. O fato diz: A pessoa, no próximo, peca em crer na demasiada pureza. Os imitidos juízos vazam nos proveitos. As pessoas confundem-se no universo dos excessivos dados. As tolices, no comum, aspiram essência das inquietações.

                                                                  Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.istoedinheiro.com.br


domingo, 23 de julho de 2017

A primeira forquilha

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O ancião, em migrante, segue na ativa. A má chefia, em ganhos, obriga a persistir na obra. A carência, em pago da previdência, pretere benefício. A velhice obriga a efetuar sacrifícios. Os matos, no motosserra (em punho), despontam devastados. A aflição, no vigor, cai no contínuo das peleias. A subida, na envergadura das altitudes, atinge na altiva primeira forquilha. O tempo, na data de validade, verifica-se atroz no contíguo dos entes.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://blogs.universal.org

O chinelo velho

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A mulher, em baile, carecia de achar associação. Os oportunistas, em encostos, apareciam aos montes. O interesse, em alguma pessoa de esposo, sobrevinha no dilema. As perambulações, em múltiplos ambientes, advinham nos eventos. O achado, em imprevista hora, aconteceu em surpresa. O acordo, no chamego, tomou feitios de "namorido" (namoro/marido). O fato, no adágio, descreve: “Existe sempre um chinelo velho para um pé torto”.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

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sábado, 22 de julho de 2017

As encanecidas mágoas

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O casal, em bom tempo, coexistiu na harmonia. A união, na graça divina, adveio em filhos. O convívio, no tempo, trouxe problemas. A ideia, no idêntico teto, foi em “dar-se um tempo”. A idade, em bem-estar, regeu reencontro. A família, na convivência, acabou refeita. A relação, na confiança e paciência, faltou de ser a original. A união havia perdido seu encanto. As encanecidas mágoas acorriam na memória. O real consórcio sucede em exclusiva ocasião.

Guido Lang
                                                    “Gotas de Sabedoria”

                                   Crédito da imagem:  https://20minutospratudo.com.br

A própria luz

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O ente, nas paragens de nascença, careceu da atenção e expressão. Os ciúmes e invejas, em achegados, boicotaram denodo e ofício. A via do ostracismo semelhava instituída. A saída foi procurar oportunidades. As distantes paragens despontaram esquadrinhadas. A vocação, na profissão, auferiu renome e riqueza. Os ganhos foram aplicados no útil. O inicial impróprio viu-se em sorte no tempo. O ente, na vida, deve divisar própria luz.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

A velha tarimba

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Os problemas, na mecânica (trator), acudiam na imprecisão. Os adestrados peritos moviam e remexiam no utensílio. Os gastos, no ciclo, caem em prejuízos. A indefinição, no caso, arrastava-se no tempo. A saída, em talhado na prática, foi apelar ao ancião. O técnico, em final de carreira, ouviu atento o ronco. Os ajustes, em cabos, sanaram empecilho no instante. Os velhos, em ensaios, acastelam ciências. A tarimba aflui na soma das práticas.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

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terça-feira, 18 de julho de 2017

A despreocupada essência

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Os nativos viviam na beira da rodovia. Os casebres foram alojados em faxinal. A atenção havia em levar vida. Os brancos, em alheios, afluíam na indiscrição do sustento. Os pacatos, no prodígio do aipim, subsistiam fartos. A lavoura, em centenas de pés, dava fartura. As galinhas, em carne e ovos, acorriam no suplemento. A compra acudia no sal. A casual faina dava as folias. Os ricos viam-se absorvidos em contas e lavor. A vida requer escolhas.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://lepaysan.ci

segunda-feira, 17 de julho de 2017

O brio da descrição

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A mulher, na limpeza, advém na amizade e autoridade. Os colegas, em calejados ou calouros, admiram e confiam na associação. As energias, em exaladas em corredores e salas, imprimem bons fluídos. As tarefas, em execução, caem na cantoria. O guia, em ente público, incide em olhar e ouvir alheios. Os comentos, em público ou privado, despontam subtraídos. Os boatos e intrigas, em abolidas, aliciam afeição. “Em boca fechada não entra mosca”.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://novotempo.com

sábado, 15 de julho de 2017

O padrão colonial

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O sujeito, em antigo migrante, repete assimilado na infância. O trabalho, no diário urbano, aflui em intensa afeição e produção. O ofício, no geral, atende construções. As obras, em prédios, são espalhadas nas cidades. A grana, no auferido, completa acumulado. O medo, no desdita da idade ou oscilações das crises, demanda resguardo. O princípio assiste em “laborar nem rês e gastar que nem formiga”. O abonado abstém-se de luxos e gradua poupanças.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://imirante.com

quinta-feira, 13 de julho de 2017

O invisível espectro

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O beato, em cinquenta anos, esboçou molde na religião. A crença, em “negócio da fé” acumulou fausto. O ardil, em “homilias”, granjeou fácil vida. O procedimento, no lavor, acumulou afeições. Múltiplas almas, na admoestação, foram “ajustadas ao sistema”. Várias aptidões, em carolas, incidiram em oradores. O apregoado Deus, no entanto, jamais foi visto em matéria. A natureza, no sublime, conduz nas leis. Alguns, na aberração, auferem seu pão.
Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

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terça-feira, 11 de julho de 2017

A graúda imissão

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O empresário, em diversão, armou suntuoso recinto. O lugar, em distração, acolheria múltiplos clientes. Os gastos, em variáveis melhorias, absorveram economias. A circulação, em jovens, despontou acentuada. O aborrecimento caiu na drogadição. A contravenção, em disfarçado, abriu boca de fumo. A ação, na sucessão, lesou negócio. A denúncia cairia em revanches. As vistas grossas foram saídas. Quaisquer investimentos imputem riscos.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.mobilizadores.org.br

segunda-feira, 10 de julho de 2017

O tamanho das batatas

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O lavrador, em módico colonial, afluía invencível. Os ares, em “de medo de gente”, caíam nos juízos. As roubalheiras, em alastradas, ruíam na indiferença. O labor, na destreza, abarcava seu tempo. As ciências, nas tarefas, submergiam cerne das atenções. As criações e plantações, no meio, convergiam em belos frutos. O saldo, na afluência, acudia em enorme sorte. O dito fala: Em maior a tolice do lavrador, mais expressivo confere-se o tamanho das batatas”.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.hortifruti.com.br


quinta-feira, 6 de julho de 2017

O esquema milionário

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O moço empregou-se na ilustre firma. A função caía em varredor. A circulação admitiu acessos. A conversa, em turma, acorreu na achada. Veteranos, em desvio, acudiam em artigo. A observância, nos procedimentos, levou na aclaração. O medo, em “levar bala”, foi avisar no informal. O chefe, em principal, auferiu dado. O desmonte, no roubo, geriu demissões. O funcional, em tempo, viu-se “um grandão”. A retidão conduz na progressão das funções.
Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

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terça-feira, 4 de julho de 2017

O ajuste da ocasião

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O negociante, em módico comércio, caía na esquina (da agitada rua). Os clientes, na recessão, incidem nas miúdas compras. O artigo, em última hora, acaba vendido. A argúcia, no granel, encalça lucro. Os itens, em infames números, são oferecidos. As vendas, em caderno, resistem em distintos. O volume, nos fornecedores, cai fatiado no próprio ente. A mercearia, em referência, acendeu na idoneidade. O sujeito, no comércio, deve advir em mestre.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://revistapegn.globo.com

segunda-feira, 3 de julho de 2017

A direção própria

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A filha, em jovem, caía em visita. Os pais, no sustento, incidiam em domésticos. A ajuda, em mãe engripada, acorria em ínfimo. As reclamações, no constante, ocorriam no juízo. O pai, na lavada da louça, ouviu mais reclamos. O homem, em três mulheres no lar, calhava nas tarefas. Os afazeres, no pátio, assistiam-se relegados. A repressão, na hora, foi: “- Pega estrada e vai ao mundo. Busca lugar da tua sorte”. Alguém deve cunhar limites aos abusados.
Guido Lang
“Gotas  de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.garantearariboia.com.br

quinta-feira, 29 de junho de 2017

A paga de consórcio

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O moço, na burrice, acolheu apelo (da fome). A mulher, em “coroa”, caiu na camaradagem. A relação, em aventura, geriu gravidez. O jovem, em “pobretão”, exigiu aflição. A obra, em pai, acendeu obrigação. A genitora, em paga de pensão, convergiu na exigência. O folgado, em “saia justa”, acabou alocado. O cargo, nos vinte anos, calhou em consócio. Cada mês, em certa data, denotou pensão. Os atos, em instintivos, originam aborrecimentos.
                                                                      
Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://franzoni.adv.br

O excêntrico espectro

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A gestante, em início, achegou-se ao zoológico. Os macacos, em encarcerados, caíram na energização. Os olhares, em símios, foram centrados. A gestação, na obra, criou excêntrico ser. A conduta, em procriado, admitia exótico jeitão. O esboço, na barba e rosto, assumia simiano. O artifício, no mal-humorado, afluía na selvageria. O dito-cujo, em convívio familiar, acudia no vigiado. A gestante, no princípio (em antigos), assimila espectros dos idealizados.
                                                            Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

A azarada cruz

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O ancião, no infortúnio, perdeu filho. O acidente, em moto, ceifou jovem vida. O vivente, na perene agonia, delineou percepção. A pessoa, na disposição, parece dilacerado no coração. A angústia, no contínuo, perpassa lembrança. A alma, em constante tortura, acelera velhice. A vida, no desfecho, perdeu encanto. A pessoa, em concisa passagem, obriga levar azarada cruz. Os ausentes, em ascos e desditas, alevantam mãos aos céus (em gratidão).

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: https://blog.cancaonova.com

A mera calefação

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A moça, em bailes e festas, advém na ativa presença. O intuito, no achado de namorado, acorre em problema. O cobertor de orelha, em cooptação, advém na falta de interessados. O número, em presumível pretendente, atenua na via do tempo. A fulana, na calefação (do inverno sulino), cai no recurso do aquecedor. A espera, em encontrado (consorte e massagista), revigora no decurso das folias. O fácil, em uns, incide na dificuldade de outros.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

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terça-feira, 27 de junho de 2017

A destreza do ofício

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O docente, na destreza, exaltou os valores da civilização e socialização. Os conteúdos, nas ciências e relações, foram esboçados no ardor. Os jovens, em educandos, puderam granjear e praticar vocações. O instrutor, em dúvidas, buscou explicar e expor doutrinas e padrões. O saldo, em uns, alcançou total êxito. Outros, em feitios básicos, fizeram descaso. O fato diz: “O criador, no jerico, pode conduzir ao arroio, porém nunca coagir a beber água”.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.ultracurioso.com.br

As encanecidas mágoas

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O par, no consórcio, separou um bom tempo. As partes, no imaginável, apostaram em nova relação. As companhias, na conexão, deixaram da aparição. A circunstância, na velhice, consistiu em retomar velha adesão. O filho único, em boa causa, calhou na afluência. A relação, na confiança e paciência, faltou no usual encanto. As lembranças, em envelhecidas mágoas, abstraíam total doação. O consórcio, na ativa fascinação, aflui em exclusiva ocasião.
                                                            Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

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segunda-feira, 26 de junho de 2017

A mágica solar

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O obreiro, em brioso beato, cultiva milagroso. O religioso, em ação mística, encastela energia. A prática, na “rotina da oração”, nutre manha. As mãos, em abertas, recebem ativa insolação. O sol, em “gênese de vida”, cimenta eficácia. Os membros, na absorção de força, bendizem atuação. O hálito, na energia solar, incude maior ardor pastoral. Os benzidos, no acréscimo da fé, apreciam prodígios. Os doidos, em sagazes, convivem nos muitos ofícios.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

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