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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A curiosa avaliação


O camarada adora o baile das quartas-feiras. O hábito afeiçoa na repetência. O indivíduo, neste horário, vê-se “plantado” no ambiente!
O pessoal, nos amigos e companhias, aconchega-se à festa. Os flertes, nas bebedeiras e danças, incidem na procura de afinidade!
As conversas, nas brincadeiras, externam camaradagem. O sujeito, na caminhada de anos, observa o genérico detalhe!
O bailado, na agilidade, revela-se uma paixão. As damas, “tarimbadas nas pistas”, costumam no geral estarem bastante “rodadas”!
A habilidade, na atitude, revela “passagem por múltiplas mãos”. Os varões, na pretensão, aspiram e procuram as “menos manuseadas”!
As boas e interessantes amizades revelam-se divina bênção. O astuto, no habitual das vivências, acerca-se de parceria que soma na união!
A vida, na ocasião, ensina os encantos e exemplos. Ao indivíduo convém aprender no alheio experimento!

Guido Lang
Crônicas das Vivências

Crédito da imagem: http://www.espacointegracao.com.br/

terça-feira, 5 de agosto de 2014

O valioso ensinamento


Os avôs, na coexistência, ensinaram o valor do dialeto dos ancestrais para a neta. A conversa, na obrigada persistência, sucedia-se no linguajar!
A menina, no contínuo, assimilou os idiomas familiar e oficial (português). Os anos decorreram. As necessidades educacionais ocorreram!
A língua, no alemão, tornou-se segunda escolha. A facilidade, nas falas, levou a especialização. A inclinação consentiu “a viagem no estudo”!
A fulana, na especificação, formou-se em conceituada universidade. A professora de línguas apreciou vários convites e propostas!
O trabalho, no ensino de idiomas, adveio na peculiar conta. A eficiência transportou a gerência da rede. Os altos ganhos foram incentivos!
O trabalho, na premiação, levou ao aprimoramento na velha Europa. A turnê, no retorno à terra dos ancestrais, revelou-se ímpar refinamento!
A boa formação costuma perpassar certas famílias. A história familiar, no legado de gerações, sedimenta a grandeza e orgulho do sobrenome!
Quem conhece dois idiomas assimila duas culturas. Qualquer ciência, na aflição, amplia chances e soluções!
                                                                                                   

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.jornalemfoco.com/2014/top-10-idiomas-que-estao-em-extincao-mundo.html

A guerra dos sexos



O cheiro espalhara-se no ar. Os machos, no instinto da sobrevivência, entraram no alvoroço. As brigas, nas caladas das noites, importunaram o sono dos entorpecidos viventes!
Machos apareciam no toque de mágica. O desígnio visava satisfazer os instintos. As fêmeas necessitaram do cruzamento. Elas, no cio, sinalizavam a época da procriação!
Agosto, no “mês do desgosto”, achegara na paisagem. A vegetação dava sinais da brotação. O aquecimento induzia as reproduções. A renovação sucedia-se na sobrevivência!
Os duelos, na guerra dos machos, estendiam a bestialidade. Os estridentes berros, na distância, ouviam-se no conflito. As fêmeas, no desejo ou força, viram-se obrigadas as relações!
O mundo animal, na semelhança dos humanos, externa aferradas rixas. Os instintos, em situações, extrapolam as normas. A vida, na perpetuação, aponta a guerra!
Cheiros, no alimento, dinheiro ou sexo, criam reboliços. A arte da sedução, na necessidade da reprodução, externa-se na variada forma!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.animale.me/como-apartar-brigas-entre-gatos/

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O acobertado sentimento



A mãe deu a luz ao alegre e belo menino. A genitora, conceituada funcionária nos altos escalões e gabinetes da República, carecia de tempo. A família ficou na acessória preocupação!
A mana, tia da criança, assumiu a incumbência da criação. Os ensinamentos, na convivência, sucederam-se na função de segunda mãe. A progenitora transcorreu como nota!
O curioso, no tempo, viu-se nos presentes. O rapaz, forte homem (na adolescência), diferenciava os mimos. A tia, no despercebido detalhe, assumia os carinhos da real mãe!
Os presentes maternos, no segundo intuito, viram-se guardados. Os brindes da tia, no vestuário, eram usados no aconchegado. Os cuidados redobravam-se nos próprios!
O impulso, no subconsciente, relembrava a primeira criação. As experiências, na infância, prevaleciam na real memória. Os impulsos descrevem as adormecidas crenças!
A vivência, na tenra idade, mostra-se a primazia da formação. Os pais, na psicologia da educação, revelam-se os capitais amigos e companheiros dos filhos!
As repetências criam as atitudes e usos. Mãe, na sabedoria popular, revela-se quem cria (não quem gera)!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://mdemulher.abril.com.br/

A nobre explicação


Os filhos, brotos das colônias, entraram na universidade. Os conhecimentos, na boa concepção, apontaram o princípio capital. A esperteza leu-se sinônimo de inteligência!
O estudo, na finura, verificou-se alheio a cobiça fiscal e ousadia dos larápios. Os “coloninhos”, na atmosfera urbana, depararam-se no dilema da escolha ou rejeição!
A bebedeira e fumo, no banal dos camaradas, foi contada ao pai. O protetor, na lição e sabedoria, pediu aos herdeiros o favor. A exigência, na necessidade de papel, viu-se solicitada!
O ofício, na divisão do espaço, ganhou a fileira das negações e proveitos. A inicial transcorreu no registro da abundante conta. O bom, no particular, apontou a insignificância!
O efeito mostrou-se na sucessão. Os filhos e netos quiseram distâncias da podridão. As modas, nas muitas efêmeras idiotices, rolaram na baixa aceitação particular!
A poupança familiar, na aguçada economia, agradeceu no bolso. A explicação, no real convencimento, suprime aborrecimentos e impedimentos!
A constância, na decisão dos princípios, revela-se coragem dos potentes. Seleções determinam trâmites existenciais!
                                                                                                             
Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://hypescience.com/

domingo, 3 de agosto de 2014

As ignoradas chamadas


A fulana, na calada da noite, deixou o celular no silencioso. As chamadas, na aparência de desligado, aconteceram nas matinais horas. A história prossegue a quaisquer ocasiões!
A caixa de mensagem angariou vários recados. A bisbilhotice, nas mensagens, levou a imediata conferência. A autoria levou a reflexão: Qual a necessidade? Quê solicitado?
A cidadã revelou-se estabanada para abraçar e ouvir os estranhos problemas. O acontecimento bom advém no baixo cálculo. A ocorrência ruim decore em primeiro interesse!
As pessoas, na inocência, arrumam-se os problemas. Os celulares, na conferência e facilidade, tornaram-se acirrado vício. As irreflexões externam-se nas imponderações!
As minúcias, no cochilo, acabam discadas e comunicadas. Os dispositivos, nos contínuos momentos, trazem ansiedades. O longínquo supera o próximo nas atenções!
Os sofisticados telefones revelam-se símbolos da atualização e ostentação. Valioso tempo acaba diluído na descontração e minúcias. A telefonia mostra-se uma “epidemia”! 
Alguns, no corriqueiro, dispensam o valioso tempo. A pessoa granjeia aquilo que aperfeiçoa!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://indice7.com/

O acobertado sentimento


A mãe deu luz a alegre e belo menino. A genitora, conceituada funcionária nos altos escalões e gabinetes da República, carecia do tempo. A família ficou na acessória preocupação!
A mana, tia da criança, assumiu a incumbência da criação. Os ensinamentos, na convivência, sucederam-se na função de segunda mãe. A progenitora transcorreu como nota!
O curioso, no tempo, viu-se nos presentes. O rapaz, forte homem (na adolescência), diferenciava os mimos. A tia, no despercebido detalhe, assumia os carinhos da real mãe!
Os presentes maternos, no segundo intuito, viram-se guardados. Os brindes da tia, no vestuário, eram usados no aconchegado. Os cuidados redobravam-se nos próprios!
O impulso, no subconsciente, relembrava a primeira criação. As experiências, na infância, prevaleciam na real memória. Os impulsos descrevem as adormecidas crenças!
A vivência, na tenra idade, mostra-se a primazia da formação. Os pais, na psicologia da educação, revelam-se os capitais amigos e companheiros dos filhos!
As repetências criam as atitudes e usos. Mãe, na sabedoria popular, revela-se quem criar (não quem gera)!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.gabrielfelix.com/a-inteligencia-do-coracao/