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sábado, 26 de julho de 2014

A diversidade de opiniões


Os velhos amigos e companheiros, no domingo de tarde, ajuntaram-se à rodada da conversação. O centro comunitário, aos filhos das colônias, advinha o melhor local!
Os temas, na diversidade das brincadeiras e gozações, mostraram-se discutidos e estudados. Estes, no universal, decorriam das criações, inovações, plantações...
A dezena de pessoas, nas declarações e opiniões, defendia os oportunos interesses e negócios. Os assuntos decorriam alterados. O difícil havia nas concordâncias das exposições!
Os dez, no geral, oito discordavam e dois concordavam entre si. A situação descreve o pensamento: a gama de ideias e sugestões. A diversidade representa a inteligência!
A padronização, nas tentativas dos mandos totalitários, procedeu em abusos e atrasos. A liberdade, entre acertos e desacertos, descreve avanços e conquistas da humanidade!
A uniformidade salienta-se nas espécies de definidos instintos. Os humanos precisam assimilar e conhecer as oportunidades nas dificuldades e problemas!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://mensagens.culturamix.com/frases/mensagens-sobre-diversidade-cultural-e-ambiental

A baixa natalidade


O casal, filho das colônias, trabalhou adoidado e delongado. O princípio, na intensidade das jornadas, incidiu em amontoar riqueza. Os receios moravam na idade!
Os solos, em imóveis, viram-se acumulados à produção agrícola. A miséria, no “inverno da vida”, sucedia nas preocupações. A beneficência, na indigência, incorria no rejeite!
Os dividendos, nos vários investimentos, constituíram o enriquecimento. A minúcia, na organização familiar, arrolou-se no número de filhos. O tempo caminhou parco em gerá-los!
A carência permitiu gerar exclusivo rebento. O sujeito, na abastança, assimilou a “fácil vida”. O dinheiro, no pedido de todo tempo, acabou curtido nos consumos e ostentações!
A velhice, aos progenitores, sucedeu-se no velado descaso. O remorso, no desfecho dos dias, estendeu-se na baixa natalidade. Os filhos deveriam ter sido no maior número!
“Um como nada, dois pouco e três o ideal” externou-se nos alheios conselhos. Os jovens, no círculo das relações, foram orientados na sugestão de excluir um “único rabinho”!
A pessoa, na corrida e curta vida, obriga-se a fazer escolhas. O cidadão enfatiza umas necessidades e desleixa outras prioridades!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://mamae-moderna.blogspot.com.br/

sexta-feira, 25 de julho de 2014

O peculiar modelo


O filho das colônias, a título de formação e trabalho, circulou assaz no amplo e envelhecido mundo. As cidades e lugarejos foram devassados nas informações e turnês!
As décadas, no dissimulado andarilho, abrangeram ambientes e ocorrências. A minúcia, na reparação da etnia, pautou-se aos conterrâneos e similares!
Os compatrícios, nas esquinas, linhas e vilas, abstiveram-se de serem vistos na mendicância. Esmolas e solicitados, na ideia peculiar, soam denegrir e macular a imagem!
A educação, na tenra idade, inibe os procedimentos. O sustento precisa advir do valor da faina. O sangue e suor verificam-se imprescindíveis à sobrevivência!
A confiança, na importância do trabalho, permite comprar e satisfazer as obrigações. Os sobrados, nas reservas, sucedem-se na formação de investimentos e poupanças!
A honra e renome, no adequado conceito, compreendem-se como crédito e segurança. O sujeito, em resumo, precisa pouco à subsistência. O exercício perpassa o modelo!
Sensatos princípios, assimilados na meninice, perpassam a existência. As pessoas, no banal, têm aquilo que conquistam e merecem!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.portalnoticiaaqui.com.br/

Os bens culturais


O ancião, estudioso por natureza, possuía amor pelas publicações. Décadas foram sorvidos na constituição do acervo. Obras seletas eram “escolhidas a dedo”!
O idoso, no porão, acumulou centenas de almanaques, anuários, livros... Os volumes constituíram-se em qualificada biblioteca. Obras, em velhas edições, saíram resguardadas!
A ciência humana amontoada em impressos. O morador, na idade, acabou perecendo numa ocasião. Os herdeiros, no aglomerado de material, percebiam imundície!
Oferta inicial, na visão do descarte, foi abonada na venda. O comprador, possuidor de sebo, fez “festança no ganho”. As publicações, pós limpeza, foram alocadas na exposição!
Os livros, no encolhido, foram comercializados a colecionadores e leitores. A receita, na oportunidade, acabou multiplicada na proporção dos dez. “Entulho” resultou no bom lucro!
As pessoas, no universal, consagram insignificante estima aos patrimônios culturais. Bibliotecas, no agrado dos sábios, caminham em baixa conta!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://prosamagica.blogspot.com.br/2012/06/tradicao-e-o-charme-dos-sebos.html

quinta-feira, 24 de julho de 2014

A acentuada premonição


A criança, filho das colônias, possuía particular dádiva. A pessoa, no herdado divino, entendia-se como predestinada. A profecia fluía como sabedoria dos lábios!
O dom de prever o amanhã advinha na ciência. Os sagrados, dentre bilhões, nasciam predestinados no singelo dom. Os conselhos viam-se disseminados entre astutos e curiosos!
O menino, em certa ocasião, descontinuo outra premunição. O espectro, na previsão, tratava-se do óbito do progenitor. Um marasmo sucedido nos devaneios da noite!
O benfeitor, no desespero e receio do acontecimento, organizou-se na acidental partida. As veladas despedidas, entre amigos e familiares, sucederam-se na dor do coração!
A data, no pré-determinado, achegou-se no dia. A surpresa aconteceu na vizinhança: a morte sucedeu-se conforme o conjeturado. A vítima mostrou-se no achegado vizinho!
O artífice, depois de décadas, achou-se no decorrido. A veracidade, no andamento, vê-se decodificada. Os muito chegados costumam ser os principais infiéis!
As intimidades amorosas, nas aventuras e traições, integram o cotidiano das relações humanas. O indivíduo, no global mundo, força-se a suspeitar da própria sombra!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: https://moncoeursauvage.wordpress.com/tag/morte-anunciada/

A era online


A criança, nos aproximados seis anos, encontra-se no compasso de espera. A demora, próximo ao educandário, relaciona-se ao colega e obrigação. A meditação vê-se a máxima!
A intensa circulação, dentre pedestres e veículos, ocorre no conjunto. Os prédios, entre comerciais e moradias, sucedem-se no lugar. A cidade fervilha na agitação e barulho!
O pequeno, na própria ocasião, mantém-se na total indiferença. A concentração aconteceu no atualizado telefone. Os dedinhos mexiam e remexiam estabanado o teclado!
O fone, no manobro do jogo ou informação, sugou o tempo. O procedimento reproduz a ficção. A tecnologia, na era da informação, aspira à essência das existências!
As pessoas, nos bons instantes do dia, vivem absorvidas no virtual. A coexistência, na brincadeira e conversação, caminha na escassa conta. Os contíguos tornaram-se minúcia!
A técnica adveio para alterar os comportamentos. Aparelhos permitem cuidar mais dos entes distantes do que dos próximos. As ideias acham-se apartadas dos focos!
Os indivíduos, cercados de semelhantes, convivem na solidão. As famílias, na ignóbil conta, conhecem a coexistência!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.newsrondonia.com.br/

quarta-feira, 23 de julho de 2014

O princípio da racionalização


O ancião dedicou a vida à fabricação. O filho das colônias, na propriedade de subsistência, encaminhou-se à ousada produção industrial. O empresário cunhou-se no meio!
O trabalho feminino assegurava a sobrevivência familiar. O masculino, no capital, economizou ao investimento. Os anos proporcionaram ímpar empreendimento!
A sólida empresa, na descendência e subsistência, tornou-se o patrimônio. O ancião, na avançada idade, dava-se a obrigação. A diária achegada concretizava uma incumbência!
O objetivo, na fiscalização dos materiais, consistia na visitação. As sucatas ganhavam a criteriosa revisão. Os desperdícios, no ensinamento e racionalização, viram-se tolhidos!
A ideia, na qualidade total, tomara ritmo nas empresas de fundo de quintal. O acúmulo financeiro, na arte de agregar valor e fazer sobrar, vira-se repassado a sucessão!
Sólidas firmas, na exclusiva geração, pipocaram entre linhas e vales. Antigas colônias, no escasso tempo, tornaram-se importadoras de mão de obra e embrionárias cidades!
A eficácia, na direção e supervisão, torna briosas as principiantes iniciativas. O bom exemplo decorre da efetiva prática!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.oquevocefezpeloplanetahoje.com.br/minha-casa/