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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

A cota diária


O instrutor, no amor da leitura, encarou curiosidade e desafio. O livro, na seleção a dedo, mostrou-se obra de estudo e mérito. O utilitário, no exame, incide em instruir-se com terceiros. O volume, no total de novecentas páginas, incorreu no desafio da degustação. O material, na dimensão, assusta apreciadores no número e tempo. O sujeito, no calejado na arte das escritas, rala na manha da astúcia. Os dias, nas sequências, estabelecem leitura de exclusivo capítulo. A dedicação e disposição, no andamento, acham-se destinados à missão. A tarefa, no tópico (diário), avança firme e rápida. A admiração, na evolução da tarefa, acontece na quantia de páginas. A pessoa, na cota habitual do pouco, edifica obra insonhável. O autor, na vida, mostra-se capaz de arquitetar pirâmide. O encargo calha na ajustada disciplina e inclinação. A pessoa, no ofício terreno, necessita perpetrar sua parte. Os distintos carecem de fazer, advém no peso da consciência. Os empenhos, nas prestezas, removem cerros e matas.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://se.freepik.com/

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Os empilhados registros


O escritor, na feira dos livros, manteve-se atento e observador. A paixão, em obras, adveio na análise e avaliação. A experiência, nas muitas feiras, aferiu conduta do público. As pessoas, na arte do celular, reúnem primazia das atenções e inquietações. As facilidades, nas consultas do instantâneo (internet), relegam no acessório as publicações. Os livros, na apreciação e leitura, caem no empenho dos estudados e seletos. Os incomuns, na distração da apropriada e interessante publicação, cultivam ciência e tempo. As pessoas, no comum, dão-se ilusório tempo no vislumbre dos títulos. Os sebos, no livro do baixo custo e usado, convergem no sentido da morte ou mudança. A família, na biblioteca, quer ver-se livre do material ou o dono perdeu interesse nos escritos. Numerosos entes, na alongada vivência, perpassam em jamais terem lido produção. Livreiros, em hábeis feirantes, convivem na falha da apreciação da leitura. Os livros, na assimilação e venda, são o ofício de aferrados e atrevidos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://marcosfmatos.blog.uol.com.br/

terça-feira, 3 de novembro de 2015

A apatia ao dinheiro


O forasteiro, na condição de visitante, advém no anseio de conhecer o pacato lugarejo. O município, no encravado da oscilação de aclives e descidas, assemelha-se ao semiesquecido. A alusão, na mídia, verifica-se no ocasional das ocorrências. O estranho, na pergunta dos pontos turísticos, institui conversa. Os pedestres, na via, conferem-se parados e sondados. A modesta vó, na associação da filha e netos, aparece afável e polida. A principal referência, na queda d’água, verifica-se explicada no acesso e localização. O curioso, na aparente amizade e diálogo, externa tom de brincadeira. A análise, na imprecisão, versa: “Advim na imagem dos residentes simularem apatia ao dinheiro!” A habitante, no instante, abrilhantou olhares. “Ah! Aqui as pessoas andam deveras endividadas. A grana, na propalada crise, anda escassa e procurada”. A passagem, na ânsia do gasto e alto juro, externam os reflexos dos fáceis créditos e débitos. O bucólico, nas confissões, decodifica os acobertados e maléficos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.pirenopolis.go.gov.br/

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Enunciados fúnebres

ANNILDA STRATE

“Na minha angústia clamei ao Senhor e ele me ouviu”.

Nasceu em 24/09/1917, na Boa Vista do Meio/Estrela/RS, filha de Frederico Strate (1886-1964) e Erna Jasper (1891-1970), avós: Karl Heinrich Strate (1859-1905) e Lisette Schröer (1862-1944), Wilhelm Jasper (1862-1930) e Augusta Brandenburg (1869-1938). Casou-se com Lothário Lang, mãe de Dário Frederico, Glaci e Guido. Foi agricultora e moradora da Boa Vista Fundos/Teutônia/RS, falecendo em 17/06/2007, por Insuficiência Múltipla de Órgãos na residência.

            “Descanse em paz junto aos seus ancestrais! Acreditamos no reencontro vindouro na eternidade! O teu exemplo norteará nossas ações e gerações”.


LOTHÁRIO LANG

“Tudo tem seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo dos céus”.

Nasceu em 19/04/1927, na Boa Vista Fundos/Estrela/RS, filho de Frederico Carlos Lang (1886-1950) e Paulina Eggers (1896-1933), avós: Frederico Guilherme Lang (1857-1936) e Regina Stahlhöfer (1867-1933), Heinrich Wilhelm Eggers (1865-1909) e Katharina Bock (1864-1910). Casou-se em 09/07/1949 com Annilda Strate e teve Dário Frederico, Glaci e Guido Lang como seus filhos. Foi agricultor e morador na Boa Vista Fundos/Teutônia/RS, falecendo em 24/11/1990 por Insuficiência Ventilatória Aguda no Hospital Redentor (Canabarro/Teutônia/RS).

            “A gente não morre quando deixa exemplos e ideias. Descanse em paz e tenha certeza de missão cumprida”.


Nota do Autor: Annilda e Lothário encontram-se enterrados no Cemitério Evangélico da Comunidade Betânia/Boa Vista/Teutônia/RS.



A casual seleção


A mulher, na azucrinação da casa, entrou na comum ação e limpa. Os felinos, no acumulado de fêmeas, caíram na perspicaz proscrição. Os gatos, no contínuo, solicitavam atenção e trato. A ração, na repetida compra, parecia continuamente escassa. A gestação, na dispersão da superpopulação, ocorria na morada. Os animais, no devotado, circulavam entre pés. As janelas, nos silêncios (amanheceres), viam-se invadidas no interno. O próximo, no combinado forasteiro, versou em dar jeito. As vítimas, no mansinho, apreciaram batidas (golpe) da clemência. Um par, no amostra da espécie, ficou no papel de afastar e inibir ratos. O curioso, nas iniciais horas, ligou-se na extremada astúcia. Os sobreviventes semelhavam ostentar consciência do aniquilamento. O casal agitava em avocar pelos fenecidos. O derradeiro receio, na amizade do amo, sucedeu na avaliação. As ninhadas, no profícuo, tornam a espécie praga. A seleção, na abusada dispersão, encerra na prática e rotina rural.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.panoramio.com/photo/40304936 - Foto de Evandro Oliva

domingo, 1 de novembro de 2015

O protótipo dos sabiás


O colono, no todo da propriedade, observou a agudeza e artifício do sabiá. O pássaro, no meio natural, trata de diversificar seleções de consumo. O alimento, na base de frutos, trata de diversificar aos fins. A fortuna, na supervivência, calha na diversidade. As várias estações possuem reservas e saídas. Os itens, no molde, podem incidir na ingestão de abacates, araçás, bergamotas, cerejas, laranjas, limas... O alimento, em aranhas, lavras e insetos, complementa sustentos. O rural, no padrão, inspirou-se nas explorações e produções do domínio. A variedade, no prejuízo da monocultura, sobrevém em batatas, canas, carnes (aves, bovinos e suínos), mandiocas, milhos... O prático, no consecutivo, sucede em ostentar coletas e farturas. O negócio, nos perenes e singelos ganhos, sobrevém em livrar-se dos humores do comércio. A exclusividade, nas agitações da economia, incide em bancarrotas e colapsos. Os protótipos, no calhado da experiência, servem de lição no atualizado.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://radiolabomba.zip.net/arch2013-09-01_2013-09-30.html

sábado, 31 de outubro de 2015

O flagelo natural


São Pedro, na aura das estações, apareceu desumano nos humores. O tempo, nos intensos torós, encheu córregos e valos. O clima, na desdita dos granizos, raios e ventos, auferia época propícia aos sapos (na avaria dos humanos). As estradas, no chão alquebrado e batido (linhas), sofreram os desgastes. As intempéries externaram problemas nas corrosões e luxações das conduções. O fato, na má sorte dos residentes, revelou-se alegria dos prestadores. Os apadrinhados, no exemplo, ligaram-se aos borracheiros, maquinistas (retros), mecânicos, transportadores (saibro)... Os profissionais, na cancha e destreza, celebraram ganhos nos ofícios. Os afazeres, nos restauros, permitiram extras nos horários e salários. O quadro, na manha da capitalização, retrata: “a adversidade de uns incide na prosperidade de outros”. A roda, na economia, circula em quaisquer circunstâncias. As receitas, na dor dos afetados, pedem serviços. O ente (público), no divulgado das assistências, careceu dos abatimentos dos artigos aos reparos. A sabedoria instrui: Faça que eu digo, porém não faça que faço.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.influx.com.br/blog/2011/05/30/como-se-diz-granizo-em-ingles/