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quarta-feira, 3 de junho de 2015

O cálculo básico


Qualquer dirigente, no modelo das donas de casa, incide na informação. As receitas, na ajuizada condução do domicílio, devem sobrepor-se aos dispêndios. As preferências, na água, alimento, condução, energia e telefonia, mostram-se as essências das expensas. Os acúmulos e cortes, na proporção dos ganhos, caem no cálculo e prática. A computação, na má gerência, incorre no custeio de empréstimos e juros. Os gastos, no racional, precisam nunca sobrepor-se aos auferidos. O ente, no lógico uso, ocorre no alívio e propagação material. O discernimento, em qualquer negociação, ostenta-se competente técnica. Os crediários, no genérico, mostram-se paliativos instantâneos. A prática, nos dirigentes (públicos), vira na obrigação e tema. A manha monetária, na astronômica dívida (interna) dos Estados, incide na ameaça do colapso dos governos. O financeiro, no singular, serve de transparência ao intricado.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.dinheironainternet.blog.br/

terça-feira, 2 de junho de 2015

O prenúncio da visita


O galo, na encenação da cantoria, externou artifício e exercício. O estridente cocorocó, na calada do amanhecer, exteriorizou-se na paisagem e recinto. O chamado difundiu-se aos quatro ventos. O galanteio, na potência da estação varonil, consistiu em cativar o conjunto do mulheril. A tarefa, no completo da criação, incide em galar os ovos. A proliferação, na espécie, sucede no desígnio e distração. O charme, no ambiente colonial, advém na testa da porta da morada do criador. A atitude, na domingueira, robustece a encanecida confiança. A visitação, nas pretensões, encontra-se no caminho ou ideação da chegada. Os ajustados fluídos, na energia positiva, atraem os iguais. A animália, nos acurados sentidos, presente afagos e agouros. Aos humanos, aos enrijecidos da natureza, assenta assimilar exemplos e granjear espertezas. A noção e sabedoria, na execução dos ofícios, promovem segurança e sustento.

Guido Lang
“Fragmentos da Sabedoria”

Crédito da imagem: http://noticias.band.uol.com.br/

segunda-feira, 1 de junho de 2015

O amuleto americano


O sujeito, nas consecutivas afobações e peregrinações, carrega o sobrenatural e usual. A confiança, na origem desconhecida, arrola-se na acanhada e valiosa nota. O papel moeda, no valor do modesto dólar (americano), cai no prodigioso e sobre-humano. A atitude, no convívio habitual, revela-se alojado na carteira. A aferrada fé, na imputação da bênção divina, avoluma e impregna fartura e fortuna. A capitalização, na reserva proposital, advém na astúcia e proveito. Os dinheiros, na pretensão de coexistir amontoados, encerram acréscimos e riquezas. As confianças, nas épocas das “vacas magras”, auferem praticantes e simpatizantes. A gerência, no adequado manobro financeiro, completa créditos e simpatias. O costume, na ausência de consumir além do granjeado, induz no germe do progresso e sucesso. Os humanos, nas superstições, direcionam confianças e esperanças no embalo divino.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.agroconect.com.br/

domingo, 31 de maio de 2015

O homem das vassouras


A agilidade, na condição de problema, principiou da visita. O primo, no dia instável das colônias, empregou a ocasião à confecção. A tarefa, na dificuldade de adquirir vassoura, induziu na aprendizagem e organização. A falta caseira, na afeição da mãe, conduziu a cópia e prática do ofício. Uma primeira peça, no aparente elementar, acabou presenteada. Seguintes artigos foram feitos na encomenda. A venda, na evolução consecutiva dos artefatos, principiou sucessivo comércio. O acréscimo constante, na destreza da habilidade, trouxe a instituição da oficina artesanal. A empreitada, em décadas, conduziu a gama de amigos e conhecidos. As instalações, na linha, tornaram-se alusão nas paragens. A propriedade, na produção do item, acabou habitual. A notoriedade, no meio social, cunhou o vulgo do “Homem das Vassouras”. A arte e vocação, no capricho e dedicação, sobrevém no “ganha pão”.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://witchclubhouse.blogspot.com.br/

sábado, 30 de maio de 2015

A singela minúcia



A turma, no lugar de trabalho, caía na dúvida e receio. O local, no interior da sala, sucedia visitado. O após expediente incumbia no rumo. O ambiente, “à surdina”, ocorria atacado e devassado. Um ente, na bisbilhotice, valia-se da falta dos funcionais e responsáveis.
As tarefas técnicas, na condição de metodologias, caíam na inquirição. Os aparelhos e computadores, nas notas das consultas e registros, sobrevinham consultados. O sujeito, nalgum subordinado, incumbia na investigação. As ardentes andanças avalizaram a suspeita.
O servidor, na atitude da conferência, desligou máquinas, cerrou aberturas (janela e porta), apagou luzes... O hábito, na minúcia, visou inibir eventual queima. Os dispositivos ligados, em curtos-circuitos, poderiam incidir em riscos. Os consumos sucediam na diminuição.
O pormenor, noutro dia (jornada), arrolou-se no cabo unido na tomada. O enxerido, na provável pressa, esquecera-se de extrair o condutor. O servidor, na saída, nutria certeza no cumprimento da tarefa. A ocorrência, na alheia vista, apontou ofício de redobrar atenções.
Aquele envelhecido acaso: “As divisórias, no ente notório, mantêm olhares e ouvidos”. O domínio, no privado das informações, sucede no extremo problema. O lugar público trata-se no uso comum. Os ditos-cujos, nas ambulações, calham em deixar rastros e sinais.
As leituras, no sentido implícito das ações, advêm na inteligência e sabedoria. A conduta, na correção e honrado, dispensa ansiedades e revelações.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: https://felipegodoy.wordpress.com

sexta-feira, 29 de maio de 2015

A áustera direção


A guria, no entocado no interno da linha, apreciou aspereza e direção. O genitor, enviuvado amo, precisou cunhar e formar uma dezena de brotos. A peleja, no problema de sustento, caiu no procedimento. A repreensão, no ambíguo, via-se exímia ocorrência.
Os parcos recursos, na lavoura familiar de subsistência, acentuaram empecilhos e receios. Os manos maiores, no ensino e faina, auxiliaram na gerência dos menores. O fato incluiu a peculiar atenção nas gurias. A autoridade nutriu-se redobrada no guia da tradição.
A “vida fácil”, na infâmia familiar, adveio no cuidado. A sugestão, na receita, incidia nos amores e envolturas. As gurias, pós confirmação/crisma, poderiam ter casos. Algum amado poderia advir nas afinidades. A ação, em ambíguos e dúplices pares, cairia na interdição.
A intimidade, em vários entes, sucedia na censura. A casual paternidade, no ignorado de autoria, adviria no embaraço. A guria poderia tentar caso novo, porém deveria dar fim na boa do anterior. Os barulhos e dúvidas, na redondeza, viam-se abreviadas e extirpadas.  
O medo, no acidente de decurso, seria de ignorar acidental pai. Os falatórios, nas sinistras línguas, aceitariam vulto. O método, no epílogo, revelou boa condução. Os filhos, na prole da estirpe, prosseguiram nos desígnios da tradição. A liberdade exige limites e rumos.
O rigor, na infância, abrevia um conjunto de aborrecimentos na idade. A felicidade, na sucessão, requer direção no alinho e reputação.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://imoveis.mitula.com.br/

A funesta chefia


O secretário de estado, na condição de “chefe político”, achega-se aos modestos rincões. As convenções, na proximidade do pleito (nas instâncias municipais), caem no negócio. O fortalecimento, na sigla, incide no desígnio. A ascensão, no próprio, vê-se aflição e ensejo.
O subalterno, no primeiro escalão, verifica-se líder regional. As reivindicações, no “combalido governo”, direcionam-se na “astúcia do cofre”. A minúcia, na presença do repórter pessoal, alista-se na divulgação e registro da passagem. O nome, na mídia, vê-se distribuído.
A consulta, no sistema do portal da transparência, advém na denúncia. O ente público, no exercício jornalístico, custeia o ônus. O Estado, no contrato milionário, paga a conta do salário. A tarefa particular, na promoção do individual, vê-se socializado no dispêndio.
O apropriado e lícito, no bom senso, seria o oportuno mantimento. A divulgação, no desejo e precisão, careceria do encargo estatal. Os trâmites, na chefia dos empenhos individuais, enchem o cofre público. Os coletivos, nas melhorias, primam pela deficiência.
As mazelas, no malvado comando, transcorrem nas instâncias. Os limites, nos desperdícios dos Estados, ocorrem na dimensão da ausência de arrecadações. Os gestores, nas mentiras, perpassam gestões. O diminuto, no lógico, norteia autoridade e eficácia.
A gestão pública, na reavaliação de serviços e técnicas, incorre na fórmula. Os políticos, no genérico, alimentam três fases: uma na essência do âmbito familiar, outra no convívio das ruas e ulterior no exercício do governo.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.humaniversidade.com.br/