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sexta-feira, 10 de julho de 2015

O fruto da ocasião


O sujeito, no negócio e proveito, enamorou-se na filha e guria. O pai, na casta de endinheirado, advinha na bonança e opulência. Os domínios, em criações, instalações e terras, incidiam na avaliação e menção. Os jovens, na aliança, herdariam economia e riqueza. O patrimônio, no ciclo da família e tempo, caiu nas mãos da sucessão. O futuro, na convivência, trouxe infelizes resultados e vivências. O intruso, no atributo de sócio, repassou o dinheiro na farra e troco. O matrimônio, na geração de filhos, perpetuou contatos e lanços. A coexistência, na associação, formou decepção e frustração. Os arranca-rabos, no usual da união, faziam-se habituais e tristes. O carinho, nos chamegos e núpcias, requerem afinação e conexão. O acúmulo, nas abastanças fáceis, costuma ser repassado no baixado e trivial. As núpcias, na síntese da existência, desvendam-se no principal escambo. O dinheiro acaba gasto e o desgosto fica na casa.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://decorandocasas.com.br/

quinta-feira, 9 de julho de 2015

O ambiente propício


O abrigo, nos alicerces e divisórias, sobrevinha no peculiar negócio e primazia. As comunidades, nas colmeias de jataí (alcunha de notórios “alemãozinhos”), propagavam-se ativos e úteis no ambiente. Os ninhos, na dezena, entocaram-se nos materiais. A preferência, no arejo e heliose, advinha no decurso. A moradia, na encosta do cerro, incidia na inicial até a final insolação. A experiência, no ensino, escrevia ciência no sentido (implícito). O clima, na assídua presença, sobrevinha no agrado e cura dos humanos. Os insetos, na estadia milenária, dominam os mistérios do natural. A espécie, nas agitações do astro, incorre no desafio da supervivência. A ocorrência, na informação, ratificou o desejo da continuação no chão. A pessoa, no grande e pequeno mundo, convém zelar na conservação e permanência do lugar propício. O artifício, na ciência dos dito fracos, sobrevém na astúcia e sobrevida dos considerados fortes.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://redeglobo.globo.com/

quarta-feira, 8 de julho de 2015

O prenúncio da plantação


O agricultor, filho das colônias, visualizou horizontes e probabilidades. Os antigos, na observância cautelosa da progenitora natureza, conceberam ciência. O jerivá, no decurso dos veranicos (na essência da invernia), deu as caras do admirável florido. Os produtores, no aquecimento do solo, vislumbraram expectativa da produção. O milho, na plantação, incorria nos iniciais sinais do propício. A estação, no calendário (gregoriano), descreve somente época de junho. O inverno, no rigor, parece suceder no desfecho de julho (Hemisfério Sul). O fato, na zona subtropical, reforça a envelhecida dúvida. O natural, nos humores de São Pedro, caminha desajustado na direção e função. O aquecimento, na baixa compleição da friagem, incide na ocasião. Culturas tropicais, outrora ceifadas nas geadas das caídas, sobrevivem no ativo das baixadas. As espécies e técnicas, na lavoura, sobrevêm na avaliação dos roceiros. O sujeito, na condição de mentiroso, precisa apenas falar na mutação do tempo.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://brasil.cicloviajando.com.br/

terça-feira, 7 de julho de 2015

O bizarro procedimento


O dito-cujo, no ambiente coletivo, caía na evidência e petulância. A cobertura, na cervejada, acontecia na demasia e desperdício. Os achegados, na serventia, serviam-se da ocasião e posição. O sujeito, nas cantadas e danças, calhava no limitado convite e interesse. O boa pinta, no espaço (bailante e festivo), estabelecia aguçada diferença e saliência. Os alheios, na intuição nata de enxeridos, aguçavam comentários e olhares. Os desígnios, no dissimulado estudo (no outrem), advinham no definido insulto. As coisas, no plausível escuso, ocorriam no ato e exercício. O assanhamento, no genérico, sobrevém no “alerta dos gansos”. A discrição, no êxito e segurança, ocorre na esperteza dos mercados. A conduta, na destreza de polido, desperta dúvidas e suspeitas. As pessoas, em quaisquer ambientes e assuntos, exercitam o controle financeiro e social. O desperdício e opulência, aos improdutivos e privados, descreve afronta e convite.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.djlucianocoutinho.com.br/

segunda-feira, 6 de julho de 2015

A inusitada ocasião


A família, no interior das colônias, caía nas carências e dificuldades. Os confortos, na deficiência de estrada e força (luz), advinham no rural. A apreensão, na essência, versava em nunca faltar mantimento. Os filhos, no total de três, sucediam na melhor fortuna. Os cálculos e letras, na escolinha rural, sobrevieram no básico. Os tempos, no avanço das comodidades, induziram na experiência e investimento. O novato, no título de prova, auferiu exclusiva ocasião. A formação, na graduação, granjeou obtenção. O conselho, no expresso, consistiu da peculiar estação. O desleixo, no empenho, originaria exclusão. Os pais, na trajetória escolar, careceram de intervir ou requerer estudo. As leituras e tarefas, nas obrigações, calhavam na diligência e realização. A informação acontecia na aptidão e curiosidade. Os livros, no singular, amanharam acervos e coletâneas. Os resultados, em investimentos, exigem exigências e prudências.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://blog.maisestudo.com.br/

domingo, 5 de julho de 2015

O encravado ouro


A fulana, no débito dos crediários, tratou de “passar no troco”. A terra, no legado e riqueza dos antigos, acabou na oferenda e venda. O vizinho, na ampliação de campo, versou em adquirir imóvel. O dinheiro, no alento e reforço do cofre, restaurou alegria e consumo. As aquisições, nos itens do fausto, embelezaram ambientes e revigoraram ânimos. A grana, no modesto tempo, gastou-se na choradeira e desperdício. A extensão, no remanejo dos empregos, conheceu admirável e sublime lavoura. As culturas, no total das três safras (anuais), originaram frutos e serventias. As alheias utilidades, na deficiência das arrojadas percepções, levaram ao lamento e remorso. A riqueza, no “enterrado ouro”, fora repassada na ninharia e prosaico. A realidade, na carência da ciência, descreve banal e habitual sina. As pessoas, na carência do apego e gerência, perpassam dificuldades no assentado dinheiro. Os patrimônios, na adequada exploração, requerem investimentos em melhorias e obras.
                                                                                                                                                                   
Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://minhacuraestaaqui.blogspot.com.br/

A sublime ação


O sujeito, na laia de lavrador, comprou as exclusivas frutas. O verdureiro, na quinzena, afluía na delineada data. O ofício, na jornada urbana, transcorria no problema da produção e tempo. O conjunto, na banana, bergamota, laranja e lima, careciam do deleitoso caqui. O recurso, na inquietação de tomar os oportunos nutrientes, caiu na aquisição. O inicial ato, na ingestão, alistou-se a importância dos grãos. As unidades, na escassa presença, foram extraídas no esmero. As sementes, no canteiro das floreiras, saíram enfiadas. O cultivo, na contígua ação, externou o anseio da autoprodução. Os frutos, na dezena de anos, caíram na estável e farta produção. Os abastados, na ciência, buscam ajustar e perpetuar patrimônios. Os bucólicos tempos conferem ensejos ímpares de alargar e aprimorar dons. A pessoa, em quaisquer situações, necessita priorizar a nobreza das ações.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://pt.dreamstime.com/