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domingo, 2 de abril de 2017

A obtenção de variedade

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O agricultor, em passeios, circulava em remotas paragens. Os experimentos, em vislumbrados, consistiam em exemplo e instrução. As inovações, em propriedades, advinham em adentradas. A distinta turnê, em certa estada, regeu na degustação de café colonial. A parada, em certa tenda, incidiu na oferta da especial variedade. A batata doce, em artigo de consumo, revelou-se disponível (à venda). A maneira, em velado interesse, consistiu em comprar item. O fruto, em deglutição caseira, apresentou-se peculiar. O modo, em difusão, foi talhar pontas. Os restos, em amanhado, suscitaram brotação. As mudas, em lavoura, calharam na introdução (na possessão). O método colonial, em bulbos e sementes, desponta em banal invenção. A transmissão, em espécies e variedades, adiciona-se ao esmero (da fertilidade e trabalho). A biodiversidade, em minifúndio de subsistência, expõe abastança de produções e recursos. O ministério, em quaisquer ocasiões, delineia aptidão e proveito.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.mundoboaforma.com.br

terça-feira, 28 de março de 2017

A clássica moderação

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A família, em filhos das colônias, convive na modéstia. A migração, em campo-cidade, nutriu costumes e preceitos (em vividos na infância rural). Os artigos, em uso dos cardápios, afluem naqueles do baixo custo e que foquem na qualidade. As ceias, em ingredientes, advêm no barato. Os itens, em abóbora, aipim, arroz, batata e feijão, caem na base do alento. Os supérfluos, em industrializados, acorrem na parca compra. Os produtos, em “impingido de impostos e tóxicos”, regem no intenso rejeite. A proteína, em carnes (brancas) e ovos, versa no consumido. Os itens, em principais, derivam da promoção (sacolões) e roça. Os plantios, em fins de semana, adotam vulto. As frutas e saladas, em vitaminas, vigoram saúde. A regra, em acúmulo, aconselha em ralar máximo e roer necessário. As receitas, em sobras, somam-se no tempo. As posses, em propagação de bens, acodem em prédios e terras. A bonança, em decurso, permitiu instrução dos filhos. A pessoa, em bens, peleia para fazer jus ao avultado.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: https://pt.wikipedia.org

sábado, 25 de março de 2017

O comércio familiar

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O pai, em assimilado dos antepassados, perpassou exemplo aos filhos. Os artigos, em produção (da agricultura familiar), incidem na ativa venda. Os frutos, em moldes do feijão, ovos e mel, assistem-se oferecidos. Os amigos e conhecidos, em comento, alargam solicitados e sucessos. Os residentes, em encravado no espaço urbano, escasseiam dos produtos naturais. O comércio, fora de expediente de trabalho, ocorre em pedidos. O utilitário, em valor agregado (nos itens), liga-se nos reforços de renda. O contraído, em consecutivo, acumula bom ganho (no contíguo). Os mimos, em receita extra, permitem certos contraídos. A prática familiar, em transcorrido de gerações, tornou-se marca. O sujeito, em venda informal, cobre encargos dos deslocados. A oferenda, em perspectiva de tenda, carece em ser infâmia. A qualidade, em itens naturais, honra sobrenome (nas relações sociais). O ativo mercador, em quaisquer ambientes e circunstâncias, enxerga ensejos de comércio.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://segredodaverdade.blogspot.com.br

sexta-feira, 24 de março de 2017

O desperdício de recursos

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O contribuinte, em espaço urbano, aprecia intensa circulação. Os moços, em instruídos e saudáveis, exercem função pública. O ofício, em guarda municipal, acode na tarefa. O pessoal, em ingressados no trabalho, sucede em acobertado ônus social. A fazenda pública, em título da segurança, custeia encargo. A alegria, em constância no cargo, assiste-se no exercício. O retorno social, em real geração de riquezas (materiais), calharia em melhor bonificação. Os entes, em “flor da idade”, deveriam estar armando estradas, melhorando redes (de energia), reparando edificações... A meia dúzia, em bandidagem, avaliza “aparato bélico”? O direito, em Direitos Humanos, vale tamanho dos encargos sociais? O despojado país pode dar-se magnificência do desperdício de recursos? O ladrão, em eficaz castigo, deveria prestar serviço comunitário (na cobertura da pena). O encarcerado, em situação ruim de aprisionamento, insulta verdadeira condição humana. A inversão, em crenças e valores, afere-se ampla e benéfica (para alguns).

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Político”

Crédito da imagem: http://serginhobueno.blogspot.com.br

quinta-feira, 23 de março de 2017

A imploração de compra

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O ancião, em perpassados sessenta anos, para diante da mansão. A petição, em “imploração de compra”, aflui em modestos panos de prato. O residente, em baixa qualidade, abdica do artigo. O senhor, em desesperança, semelha compuser pranto. O homem, em calejado ambulante, ouve situação. A progredida idade, em crise econômica e desemprego geral, carece de maior chance (em casuais contratações). O sujeito, em “flor da idade”, faltou em adotar atenções (da velhice). A compaixão, em brioso gesto (“não estar assaltando e roubando”), regeu na aquisição. O exemplo, em fim de auxílio, ordenou gasto. O problema, em “mundaréu de pedintes”, incide em amparar conjunto. O trabalhador, em decorridos dos cinquenta (anos), acode no imperativo de velho (ao ofício). A automação, em contínuo, reduz milhares de prezadas vagas. A obtenção, em ganho, transporta em grave dilema social. A pessoa, em um e outro, coopera na alegria e alento. O pão, em constante, aflui em desafio.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://maniadelimpeza.blogspot.com.br

quarta-feira, 22 de março de 2017

A compra da cera

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O apicultor, em afamado estabelecimento comercial, comprou cera (de abelha). O favo, em pré-fabricado, cai no gosto dos insetos. As caixas iscas, em caixilhos, convinham aplicadas em chamarisco (das colmeias). O cliente, em compra do artigo, acudiu na pesagem. O atendente, em astuto vendedor, pesou item (no plástico e produto). O valor, em balança (deveras precisa), apontou nas três dezenas. O freguês, em petição de licença, requereu para mexer no produto. O plástico, em invólucro, assistiu-se subtraída na pesagem. A unidade, em trinta, perpassou aos vinte e nove. O moço, em abano da cabeça, censurou ardil (na atitude). Os mercadores, em perpassar despesa (aos clientes), atentam na malandragem. O sujeito, em “análoga cara-de-pau”, deve perpetrar direitos (de consumidor). O acanhado, em trouxa, apronta alocado no revendo. O pouco, em cá e lá, dá assaz no agregado. O detentor, na grana, dá as laias das barganhas. A pessoa, em primar no pouco, avulta no muito.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: https://educacao.umcomo.com.br

terça-feira, 21 de março de 2017

A água quente

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A esposa, em cunhada nas colônias e genitora de família, coordena fogão. Os anos, em coexistência das cercanias da cozinha, adestraram velha sabedoria. O fogão campeiro, em aceso, transcorre na ocasião. O fogo, em brando, sustenta consecutivo cozido. A água, em cálida ou quente, calha em constante proveito. O artifício, em ambiente da propriedade, constitui relevante economia. O gás, fósforo e tempo, em tarefa, afluem em poupança. A lenha, em matéria-prima (farta nos domínios), carece de faltar no mato. Os cafés, em disponível água (quente), despontam no alcance da mão. O igual, em peças gordurosas, incide na fácil limpeza. A calefação, em invernias, absorve demasias na umidade... Os paus, em escora (na beira do cerne do fogão), consentem constante queima. As falas, em ocasiões (de folga ou tevê), ocorrem nos contornos. Os módicos aconchegos, em meio rural, impetram qualidade de sustento. O fogo, em costumes das colônias, expõe alento e conforto.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.revistadigital.com.br