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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A habitual fineza

O senhor, no acima dos sessenta anos, manteve clássica e sublime tradição. O cumprimento, no ambiente das multidões, manteve anomalia e exceção. O assimilado e ensinado, na branda idade, perpassou artimanha e vivência. Os idênticos, na assemelhada analogia e época, auferem cortesia e estima. A expressão, na cultura dos jovens, contrastou no “desvio dos olhares”. A prática, no filho das colônias, tornou-se ensaio de aproximação e conversação. A distinção, no instante, conduziu a meteórica explanação. “Sábio é quem tem privilégio de chegar na avançada idade. A maioria, na apregoada esperteza, tomba no meio da jornada. O encanecido, no agitado e conturbado mundo, constitui-se ciência e manha”. Os estranhos, na alegria e sorriso, reafirmaram desígnio de persistir na elegância e grandeza. A saudação, no ensino e fineza, abre portas e trilhas. Os novos, na flor da idade, ignoram de ficarem também envelhecidos. O gesto, no ajuizado exercício, custa bagatela e ornamenta espíritos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://isabelafreitas.com.br/

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

A briosa tarefa


O homem negro, na faixa dos cinquenta anos, achava-se atarefado no agitado e perturbado centro. O entulho e lixo, no “ganha pão”, advinham no arranjo e seleção. A carga, na condução, caía no módico reboque (bicicleta). As pessoas e veículos, na aturada circulação, perpassaram na pronta apatia e valia. A indiferença, no desvio dos olhares, caía instituída nas expressões e maneiras. O indivíduo, na condição social, foi elevado no atributo de excluído. O avultado, no acolhido metro cúbico de materiais, representaria módicos dinheiros. Os papéis e plásticos, na coleta e seleção, recebiam primazia. O filho das colônias, na consternação e instrução, viu-se especial e singular ente. O cumprimento, na amizade e simpatia, mostrou-se externado na viva voz. A admiração, no ânimo forte e faina honesta, externou-se no ofício. A pessoa, na condição de modesto, ostenta igual valiosa sabedoria. A grandeza, no gênero humano, externa-se pela nobreza da ciência e íntimo.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://augustodriver.blogspot.com.br/

terça-feira, 11 de agosto de 2015

A dissimulada orientação



A atendente, na condição de caixa de armazém, recebeu acobertada orientação. A fórmula, nos módicos centavos, cairia no troco de balas. Os clientes, no banal, aceitavam acanhada extração. As míseras frações, no genérico, pareciam indiferença. A mercearia, nas centenas de clientes, ampliava vendas e robustecia lucros. A beltrana, na classe de economista (autoditada), procurou assombrar e inovar negócio. Os parcos centavos, na gama de guloseimas, foram conservados e organizados no invólucro. A coleção, no fecho de semanas, somou dezenas no granel. O diário, nas compras, representava algumas unidades. A cidadã, na sensata altura, achegou-se no volume. As mercadorias, no habitual, foram apanhadas nas prateleiras. A cobertura, no caixa, tornou-se fábula. As balas, na condição de cédula, foram devolvidas. A auxiliar, no baque, relutou em acolher escambo. O artifício, no especial, finalizou no usual. Os cinco centavos, no privado, acabavam restituídos na moeda. Quem valoriza o pouco, angaria o muito.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://hypescience.com/

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A imprópria invasão


O agricultor, nos plantios, instituiu a exuberância vegetal. A adubação e limpeza, no decurso do ofício, requereram afeição e disposição. A promessa, no desenvolvimento, anunciava fartura. A ocasião, nos humores da meteorologia, parecia cooperar nos abundantes frutos. O lavrador, no costume, vistoriou cultivos. O princípio, no principal, caía no “olho do patrão em engordar produção”. Algum gafanhoto, nos parcos modelos, foi visto. As obrigações, na anomalia da moléstia, induziram pausa na inspeção. O rápido desleixo, no deus atenta, acabou instituído no súbito. A surpresa, na revisão, sucedeu no insonhável. A praga, em escassos dias, consumiu produções e vegetações. A voracidade, no singular da espécie, legou meras estruturas. O difícil, na economia, tempo e trabalho, foi refazer riquezas. O idêntico, em certos gestores e partidos, assemelha-se nas direções públicas. A prática, na autodestruição, revela-se acentuada na confiança e esperança. A gestão, na efetivação e inclinação, flui na experiência e manha dos incomuns.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.ruralnews.com.br/

domingo, 9 de agosto de 2015

A cobertura das obrigações


A senhora, na classe de aposentada, insistia na compra e investimento. A renovação, no carro novo, caía na aspiração e petição. O velho, no açoitado dos anos, advinha na péssima feição e ostentação. Os pessoais e vizinhanças, em condições econômicas inferiores, caíam em aprimores e belos. A circulação, no meio social, ocorria no aspecto de hierarquia e vitrine. O marido, na alma de poupador, incidia na direção do seminovo. A exigência, na confabulação, conduziu na aceitação familiar. O carro, no básico e popular, seria adquirido na renovação. O comparte, na aquisição, saldaria capital. A dona, na contenção particular, cometia nos custos da papelada e tributação. O presente, na condução individual, daria ares do conforto e riqueza. A renúncia, na deficiência do reservado erário, aconteceu na cautela e meditação. As pessoas, na atenção e crédito, andam nas finanças. Certos pedidos sobrevêm em ares de afronta e problema. O melindroso, no distraído bolso, incide em repassar cargas e perdidos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://exame.abril.com.br/

sábado, 8 de agosto de 2015

O inconveniente alvoroço


O bairro, nas parcerias e vivências, advinha no calado e sossegado urbano. O trânsito caía na baixa agitação e circulação. Os residentes, na dignidade e qualidade, incidiam nos desafios da supervivência. O morador, na esquina, irrompeu na habitual calmaria. A segurança, na cachorrada, largou introduzida. Os sete cães, na casta de pastores alemães, irromperam na agitação e fúria das madrugadas. Qualquer vira-lata, na passagem, parecia estourar grades e muros. Os alaridos, nos ensurdecedores ladridos, extraíam sonolência dos viventes. O amo, na parca constância, cometia-se alheio aos aborrecimentos. Os inocentes, na carência da ocasião, necessitaram tolerar as indiscretas grosserias. As conversas e reclamos entendiam-se na ingerência no direito. O patrimônio, no abrigado da bandidagem, completava consumido no custeio dos brutais. Os caninos e felinos, em certos lugares, são instituídos no encargo e maldição. O fato expõe: as pessoas, no comum, cunham os oportunos infernos e problemas.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.caesmania.com/

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

A gama de iniciativas


O sujeito, na condição de influído ao ambiente, dedicou-se nas múltiplas artes e comandos. A faina, na deficiência do alento, sobreveio na renúncia e rodízio. A amostra, no espelho dos exercícios, alastrava desleixo e penúria. As iniciativas, nas consecutivas décadas, envolveram multíplices experiências e ocupações. O improviso, no rodízio das profissões, tornou-se comentário e menção. O “entra e sai”, nas empresas e iniciativas, incorreu na sinistra fama e padrão. Os místeres, na destreza de carpinteiro, carvoeiro, jardineiro, lenheiro, pedreiro, sapateiro e tamboeiro, foram abrangidos no “ganha pão”. O fruto, na sucessão do tempo, sucedia no abdicação, desocupação, destituição e seguros (desemprego). O pormenor, no modo, incidia no desapego e restrição. A estima (lida), na má formação e instrução, caía na intuição de encargo e flagelo. O desejo, no parco esforço e produção, era auferir existência. O conto instrui: O desgosto, no trabalho, faz nenhum ofício e tarefa fluir na afeição e distração.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.lanafacul.com/