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domingo, 4 de outubro de 2015

A antiga alegoria


A meteorologia, na alternância das estações (inverno-primavera), caía no exagero das chuvas. Os ambientes, nos torós, advinham no mofo e umidade. As pluviosidades, em parcas horas, suplantaram as centenas (milímetros). Os “humores de São Pedro”, no apregoado das formigas, agradavam gregos e execravam troianos. A família, no fincado habitual (domínio e linha), norteou-se na manha dos antigos. Os afazeres, no começo dos plantios, apareciam acrescidos e fartos. A saída, na adversidade, versou em acautelar-se nas estações. As tarefas, na tambo e trato, caíam no ativo e cuidado. O lavado, nos frequentes aguaceiros, umedecia corpos e trajes. Os residentes, no apregoado dos velhos, versaram em aguardar melhoras. Os coloniais, na memória dos estrelenses (Estrela/RS), imitaram na lenda do usual. A espera, no compasso do aguardo das alterações, ocorreu na acolhida dos abrigos. A saída, no imutável, incide na calma e inteligência. O funcional, no camponês, ajusta-se as estações e situações.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://pt.dreamstime.com/fotografia-de-stock-cruz-na-parte-superior-da-montanha-image22964162

sábado, 3 de outubro de 2015

A insinuação da fragrância


A dita cuja, no clima dos bailados, avaliava aglomerado de aspirantes e parceiros. As vivências, na presteza da conversa e dança, criaram astúcia e instrução. Os conjugues, na dimensão de três, caíram na coexistência e experiência. Os másculos, no chamego e lábia, exteriorizaram apinhados e delirantes convites e mentiras. Os trajes, no exame, revelaram condição e cultivado. As peças, na exceção da regra, calhavam na denúncia e falação. Os sujeitos, no aroma do corpo e trajes, apontaram condição nupcial. Os embusteiros, na deficiência do amaciante e braseiro (vestes passadas), caíam na ausência ou desquite. A busca, no barato, sucedia em achar distinta concubina e consorte. A pretensão, no prosaico, incidia no risco do “artefato de cama e mesa”. O interesse, na faina gratuita, versa em fisgar alguma dócil e submissa associação. As mulheres, na antevisão, avalizam conhecimento e presságio. O apropriado par, na afinidade e companhia, harmonizam amor e interesse.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.dicasdemulher.com.br/

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

A clássica atitude


O sujeito, na laia de mercador e residente, instalou-se na pacata linha. Os coloniais, no estranho e vizinho, alocaram conversas e olhares. Os comércios, na ocasião, adentraram na avaliação e restrição. A firma, na cátedra de madeireira/serraria, acabou denegrida e devassada. Os falatórios, na cobiça e receio, assumiram fato. As mentiras, no mais abonado (no lugarejo), aferraram boicotes e ciúmes. O renome, no ambicioso e oneroso, difundiu-se na paragem. O enxerido, na imputação, juntou cartaz de buliçoso pagador. O vizinho, na menção, instituiu fama de mentiroso... O caso, nas colônias, delineia expressões da triste e velha sina. O progresso e sucesso, na acumulação (patrimonial), atiça arranca-rabos e rumores. O ativo, no olho gordo, vê-se avaliado e tratado. A expressão, dentre consanguíneos, incide em confusão e maldição. A arma, nos fracos de espírito, calha na falação e inveja. Os moradores, no acúmulo e atitude, aspiram no abastado e influente.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.sticmitapeva.com.br/

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

A singular observação


O consorte, no parar do auto, caía na análise e observação. A companheira, na suspeita, colocava olho na ação. O pensamento, no edifício, incidia na locação de morada. A ocorrência, nas subsecutivas semanas, arrastou-se na exceção e ocasião. A dificuldade, na alocação da anunciada e pretendida residência (cidade grande), incidia na certificação e comércio. O senhor, na alma de arranjado mascate, refletia no jeito e modo. A cedência, na quitinete, cairia na exclusiva função da imobiliária. A atitude, na ajuizada ponderação, cometia no preceito da persuasão. A predial, no lucro e intercessão, ansiou na ideia da eliminação. A preleção, na certeira lábia, foi meditada no conchego e explanação. A locação, no direto do possuidor, assumiu vulto no acanhado tempo. A consorte, no procedimento, sucedia no medo do agrado e troca. A assentada vizinha poderia adentrar no achego e inclusão. As palavras, no exato emprego, induzem achaques em benefícios.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.construarte.eng.br/

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A sutileza humana


O indivíduo, no item dinheiro, deve jamais desdenhar astúcia e crueldade humana. A precisão, na ambição, delineia artifícios apavorantes e impensáveis. O modelo, no decorrido, escreve bucólico ocorrido. A genitora, na ignóbil formação, incorreu na proposital ação e barbárie. Os vizinhos, no impróprio artifício, externaram aplicado e perpassado. O exclusivo filho, nos brandos anos, auferiu equivocada atenção e ingestão. O remédio, no usual, viu-se aplicado e misturado. O anseio, na consequência e doença, versou em granjear receitas e sobras. O acrescimento, na assistência (entidade pública), caiu no direito e obrigação. A falha, na dificuldade do coração, auferiu benefício e garantia. O paciente, nas contínuas décadas, arrastou-se no encargo e problema. A pessoa, na falta das provas (acusação), assenta em escutar e silenciar. O indivíduo, na sã consciência, olha estranhos caprichos e sentenças. Os Homens, no desígnio do dinheiro, bolam desordens e extermínios.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.lersaude.com.br/

terça-feira, 29 de setembro de 2015

A habitual reserva


A mulher, no ambiente caseiro, advinha no excesso das aquisições e atenções. Os artigos, nas compras (promoções), caíam no amontoado e apinhado. O refrigerador, no trivial, advinha limitado e recheado. O lugar, no bem, sucedia no excepcional. Os itens, no acúmulo e precaução (preços), calhavam no estrago e validez. A energia, no consumo e preço, entrara no despercebido e exagerado. A saída, na adequada ocasião, versou na avaliação da prática. O hábito, na era da carestia e inflação, exigia distinta fórmula. A realidade, nos itens usuais dos comprados (semanais), auferiram alterações e limitações. A dona, na avaliação, constatou benefício (financeiro). Os artigos, no fresco e novo, ocorreriam no melhor balanço. O dinheiro, no mais precioso produto, incide na apropriada contenção. O conveniente, no desfecho, consistiu em carecer de certos itens. As trocas, na cultura da inflação, exigem firmes ajustes e balanços. A grana, no capitalismo, decorre na essência das confianças e espertezas.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://youpix.virgula.uol.com.br/

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O ancestral costume


A família, na história, nutria regalia do cômodo e elevado sono. A qualidade, no alento, refletia no desempenho dos afazeres e lazeres. A noite, na deficiência, converte dia no exato inferno. O enigma, no modo dos imemoriais tempos, advinha do ensaio e erudição dos ancestrais. Os antigos, no jeito do leito, criaram escola. As camas, no interno dos cômodos, caíam no mistério do arranjo. A disposição, no típico, ocorria no sentido leste-oeste. A direção, no real, ajustava na rotação da Terra. O planeta, no rodízio do eixo, acontece no sentido anti-horário (oeste-leste). O sol, no levante, advinha na disposição da cabeceira. Os pés, no poente, incorriam no debaixo. A crença, no Antigo Egito e tradição cristã, sustenta analogia na ultravida. Os mortos, no análogo, conferem-se enterrados na direção. O Sol, na lucidez, desenha vida. As minúcias, em casos, perpetram extraordinárias influências. A pessoa, na ciência, ajusta-se aos desígnios do natural. “Cada louco ensaia suas manias”.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://br.distanciacidades.com/