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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

A enfocada direção


A senhora moça, no contexto do evento, mantinha focada direção. Os olhares, na discrição, sinalizavam primorosa direção. O sujeito, na medida, atiçava interesse e pretensão!
Os convites e propostas, na conversa e dança, advieram no cálculo. Os cavalheiros, na procura ao afeto e desejo, achegaram-se na abundância e frequência na concorrência!
A boa educação, na requisitada dama, caía na alegria das solicitações. O interesse, na afinidade e gosto, recaía na antecipada seleção. O sexto sentido induzia a premonição!
O forasteiro, no aspecto ardente e reservado, fazia especial diferença. A alegria e cortesia sucediam na achegada conta. Os sentidos mexiam no brio das íntimas necessidades!
O convite, na afinidade e cordialidade, estendeu-se no oportuno momento. O aguçado e regado beijo complementaram o abraço. O acobertado atiçou os aspirados anseios!
A proposta, no apreço, desenrolou-se no exato instante. O convite, na analogia das límpidas águas, fluiu na aproximação e desejo. A ternura conquistara a empedernida alma!
A réplica, no autêntico e largo sorriso, exteriorizou “em pensar bem no caso”. A despedida, no intrínseco, externou a antecedente aprovação. “A química incide no atraído”!
O tempo, na confiança, permite certas afabilidades e competências. Os olhares, na dissimulada administração, externam e prescindem o enamoramento!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.espacopamplona.com.br/

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

A conduta humana


O ancião, nos oitenta e cinco anos, anda solitário. Os filhos, no enviuvado genitor, dedicam escassa atenção e tempo. O sujeito, nos forasteiros, busca associação e divertimento!
As tarefas, no passado, ensinaram sensatos artifícios. O servidor, na classe de escrivão, obrigou-se aos fáceis e meteóricos relacionamentos. Pessoas incidiram na amizade e conversa!
A polpuda aposentadoria, nos milhares de reais, permite a tranquila subsistência. O detalhe, na fartura monetária, incorre nas variadas propostas. A bonança lê-se chamarisco!
Moças e senhoras, na extensão de dezenas, anseiam matrimônio. A nomeada, na extenuação vindoura, auferiria especial guarida. A tranquila subsistência adviria no destino!
A aliança, na oficialização na burocracia, incorre no grande agrado e interesse. Os direitos, na união, acabariam repassados na legislação. A execução, no estatal, caía na pensão!
O temor, nos conchavos, liga-se a insegurança. O “papel passado”, nas eventuais ambíguas transações, colocaria a “cabeça a prêmio”. O dinheiro atiça quadrilheiros e tramoias!
O contribuinte, na delongada cobertura, aprontaria afligido. O suor alheio adviria na particular vantagem. O dinheiro, no desejo do fausto e ócio, expõem as pessoas ao insonhável!
O casamento, na legislação, perpassa conceito de acobertado e formidável comércio. A conduta humana, no tempo contemporâneo, revela-se o “tudo por dinheiro”!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://ofsbc.wordpress.com/

terça-feira, 7 de outubro de 2014

A imponência espiritual


O filho das colônias, ao conterrâneo e estranho, externou amizade e polidez. A concessão, na ação e fala, caiu no agrado. Os exemplares dariam começos na atividade!
A promessa, no contexto do evento familiar, relacionou-se as unidades das galinhas (caipiras). Alguns franguinhos, na doação, produziriam exaltação e satisfação na criação!
O tempo transcorreu em bons termos. O estabelecido, a princípio, ficou na dívida. A época própria permitiu a reprodução. A ocasião, no grande, externou aviso da busca e visita!
Os quatro, três fêmeas e um macho, foram doados. Os anseios foram no pleno sucesso na iniciativa. A boa sorte, nas vontades, deveria acompanhar o presenteado de coração!
O preço, no vindouro, seria do repasse da elegância. Um terceiro, amante na inspiração, seria beneficiado. O sujeito, na natureza, recebe dádiva da afeição e aflição!
Os agricultores, nas criações e plantações, revelam-se mera ferramenta. Os frutos, na união água, luz e nutrícios, geram gênese das riquezas. O êxito advém na ciência e destreza!
As sobras, no compartilhado, caem no agrado e regozijo divino. O bem, na difusão, eleva contentamento e qualificação. A imponência, no espírito, ajuíza-se nos diários atos!
As dádivas, no sucesso das ações, geram adequados comentários e reminiscências. A grandeza, no amor e amizade, ignora o financeiro e material!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://inconstanciia.blogspot.com.br/

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

O imperativo da produção


O filho das colônias, na infância e adolescência, assimilou conhecimentos e habilidades campestres. A formação universitária, na certa idade, exigiu o abandono e descaso do interior!
A propriedade familiar, no imperativo da migração, ganhou reflorestamento. O trabalho, no expediente urbano, adentrou evidência. O filho apartou-se da identidade original!
A chácara, após décadas, procedeu na aquisição. A aposentadoria permitiu o retorno às origens. A calma e pacata vida, nas memórias, aconteceu no interesse e passatempo!  
Amplas terras, na exploração e ocupação da antiga propriedade familiar, exigiram produção. A viabilidade econômica precisaria advir no abundante e bom fruto!
O eucalipto, nas baixadas e encostas, assumiu espaço. A obrigação, na autoprodução, consistiu em “colher o aipim e feijão” (no mínimo). A produção avigorou o consumo familiar!
O alimento básico, no manejo do solo, precisaria advir no resultado. O vergonhoso, na morada do interior, consiste na inutilidade de plantio. Frutas e hortaliças advêm no intuito!
O filho das colônias degusta-se em mexer na natureza. Os frutos, na atividade, fluem na distração e vantagem. O ócio, no chão, transcorre na acobertada afronta e preguiça!
A labuta compreende-se como bem-estar e passatempo. A natureza, no contato e manejo, aflora e germina dormidos instintos!
                                                                                                               
Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://apubsaude.com.br/

domingo, 5 de outubro de 2014

O remédio divino


O filho das colônias, no braçal trabalho e excesso de peso, extrapolou os limites. As sequelas, no exagero, incidiram nas infindáveis dores. O organismo caiu na aflição e febre!
Os ossos e nervos, nas vértebras contemplaram o doloroso. Análises médicas e tratamentos, no contínuo, aconteceram no cálculo. Os remédios careceram da dissolução!
A curandeira, especialista em soluções naturais, aconselhou o singular. A argila, no aluvião do subsolo, assistiu-se extraída. Água e terra, no atributo, acoplaram-se numa pasta!
A aplicação, no amassado e imaculado material, sucedeu em cotidianas ocasiões. O material, na semanada, ofereceu alívio e extração. A dolorosa, na febre, brotou recuperada!
O alívio, no poder da terra, originou admirável solução. As tarefas, na “rotina de guri”, retornaram a sina. O banal despontou divino remédio. Soluções jazem na mãe natureza!
O chão, no conhecimento e tratamento dos achaques, oferece paliativo. Quaisquer plantas, nos cozimentos, surgem remédios. A dificuldade reside em ajuizar os proveitos!
O sujeito, no rico e vasto planeta, precisa saber acudir-se nos dilemas. Os recursos, no grosso das ocasiões, acham-se no alcance das mãos. A agudeza bendiz o corpo e a saúde!
A cura natural, na engrenagem produtiva, desinteressa ao sistema. O indivíduo, na manha e necessidade, precisa alimentar e “manter carta na manga”!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://essenciadanatureza.blogspot.com.br/

sábado, 4 de outubro de 2014

A cilada comercial


O adolescente, na necessidade da evolução tecnológica, pensou em comprar novo computador. O estudo, na eficiência e pressa (no instantâneo), exigia modernização!
O jovem, na virada do mês, achava-se com dinheiro na mão. A oferta, no último dia do mês, via-se anunciada no valor. A pesquisa online, na marca e preço, foi efetuada!
O detalhe, no primeiro do mês (imediato), revelou-se alteração no preço. A majoração, da noite ao dia, elevou margem no ganho. Uns quinze por cento, no artigo, foram inseridos!
O pagamento, nos primeiros dias úteis, acirrou a cobiça no jogo. O empregado, na fúria do consumo, “paga o pato” nas aquisições. A afobação insere encargos e ensejos!
O moço, na valorização do cofre, nutriu prudência. Os afoitos, no bom grado, puderam avantajar-se na fila. O possuidor, na posse do dinheiro, estabelece inícios e regras!
A compra e venda, no comércio, assemelha-se a “caça do gato ao rato”. O lojista procura ganhar o máximo e o consumidor pagar o mínimo. O bom censo determina o negócio!
O consumidor esperto faz valer o suado dinheiro. O mercador encontra-se pressionado pelas múltiplas obrigações. O bom negócio, na diluição de encargos, sinaliza “via de mão dupla”!
A esperteza, no azar dos ingênuos, eleva margem nos ganhos. A economia, na valorização da grana, permite avolumar trocas e volumes!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.consultoriamauroribeiro.com/

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O singular capricho


O morador, na alameda, avistava o capim e o mato tomarem conta. As margens, na rodovia, caíam na negligência. O município, no argumento da falta de recursos, incidia na deficiência!
O filho das colônias, no decurso de centenas de metros, assumia ares de desleixado e desinteressado. A fauna, no resguardo, efetuava casuais agressões (em criações e plantações)!
A conjuntura, em diferentes gestões, arrastava-se na localidade e tempo. O nativo, na agricultura familiar, aborreceu do caso. O recurso, nos tocos e troncos, foi executar faxina!
As beiradas, no açoitado chão, viram-se abertas no rumo. O potreiro e plantação auferiram aparição e limpeza. A arborização, nas ornadas plataneiras, ganharam brilho e lugar!
A esposa, nas milagrosas e operosas mãos, cultivou flores e folhagens. Os afazeres familiares, nas alusões e execuções, integraram-se na companhia e consorciação!
As solicitações, no desperdício da condução e momento, foram cultivadas na própria economia e recurso. O aferro e trabalho perpassaram como princípio familiar e singular!
A pessoa, no ambiente comunitário, necessita enaltecer e perpetrar diferença. Arrojados e ousados, no orgulho e satisfação das singulares saídas, carecem de humilhar e impetrar benefícios e regalias!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.pedal.com.br/