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quarta-feira, 17 de maio de 2017

O exemplo de modéstia

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O moço, em jovem músico, achegou-se no suntuoso prédio. A garota, em grosseria, desfez estadia. A visita, no baque, assistiu-se enxotada. Os ares, em bermuda estriada, camisa fragata e chinelos havaianos, imitavam humildade. O pormenor, em viola dependurada nas costas, infundia “aspecto de vadio”. O comento, em posterior (junto à segurança), expôs classe. O estranho, em titular do imóvel, afluía na fortuna. O fato diz: Os reais aforados, em intento da caução, camuflam acastelados. A necessidade, em núcleo das atenções/atrações, oculta anomalia imaterial. O sujeito, em humano, vale pela devoção espiritual. As riquezas, em protegidas, caem na essência das querelas. Os excessos de bens, em conservação, incorrem em caros encargos e impróprios tormentos (na falta de tempo ao usufruto). A moderação, em atributo, calha na estima dos sábios. Inúmeros, em função do imediato, ignoram oportuna passagem do “cavalo encilhado” (da sorte). As avaliações, no geral, caem em ambíguos e falhas.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://musicabrasilis.org.br

O ensino na agonia

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O moço, em firme e forte, rala no funcional bico. A função, em ganho, cai no volume (do balanceio e geometria dos carros). O dinheiro, em ordenado, andou gasto na folia e encanto. O lance, na “flor da idade”, decorreu em soberbos tempos. A invernia, na friagem sulina (em efeito das incursões das frentes frias), achegou-se nas paragens. As agonias e gripes, na carcaça, alastraram-se nos recintos (cerrados). O ente, no instante, andou indisposto (na febre). O dinheiro, em falta de reserva, adveio na precisão. O crédito, em excedido, conduziu na negação (da petição). A penúria, em enfermiço, constrangeu na continuação do trabalho. A supressão, em renda, acarretaria na falta de comida. A lamúria, em meio aos caseiros (“outros afamados pelados”), sucedeu no inútil. A vida, no instruído (em amealhar na bonança com razão de ostentar na escassez), institui sublime lição. Alguns, em laia de ingênuos (entendem-se espertos), persistem em assimilar na dor da carne.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://familia.sbim.org.br

segunda-feira, 15 de maio de 2017

O momento dos contatos

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O pacato senhor, em filho das colônias, aproveitou oportuno convite (informal). O cerimonial, em festividade alusiva, ajuntou gente (em evento). O local, em espaço cultural (na alameda municipal), reuniu múltiplas gerências e lideranças. O pessoal, em munícipes ou servidores, perpetrou presença. O convívio, em ocasião ímpar, foi conhecer as “novas e velhas raposas” (da política). A alternância, no governo, adentrou novas chefias e perpetrou sobrevivos veteranos. Os conchavos, na “chefia do erário”, findaram revelados. O bate-papo, com profissionais (exclusivos e prestigiados), viu-se acessível e possível. Os intercâmbios, em contatos, abriram portas (nas relações comunais). Os partícipes, em “lances de interesses”, aferem-se conhecidos e reunidos. A realidade exibe: Os grandões, no molde dos humildes, apreciam e bajulam entre si (nas afluências e diferenças). As aparências, em elegâncias, esboçam e simulam casta social. Os políticos, em aspirações, põem-se nas mostras e relações.
Guido Lang

“Histórias do Cotidiano Político”

Crédito da imagem: http://noticias.universia.com.br

O interesse da continuação

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O cliente, em compras no estabelecimento, equivocou-se no recebimento do troco. O dano, em acanhada soma, afluiria na evolução do lucro. O patrão, em atendente de caixa, fez questão da correta restituição (da alheia grana). A transparência, em comércio, avultou crédito e estima. A sobra, em distinto artigo, completou fornecida (na mercearia). O propósito, na retidão, consistiu em atender bem e conservar freguês. O sujeito, em contínuas compras, multiplicaria seguramente dividendo. A módica soma, em arrecadação e saldo, calharia na insignificante diferença (na receita do dia). O esperto, no sistema econômico (das acirradas concorrências), prioriza manutenção da clientela. O serviço, em efetivo préstimo, precisa ser auferido e remunerado. O sábio, nas relações humanas, inspira confiança (na razão de colher maiores granéis no porvir). A pessoa, na demasiada cobiça, cava própria bancarrota e desdita. O brio, em gênero humano, conhece-se na ação e caráter das maneiras.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano"

Crédito da imagem: http://www.fatosdesconhecidos.com.br

domingo, 14 de maio de 2017

A analogia nupcial

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O casal, em namorados, caía na dificuldade do convívio (diário). O cônjuge, em apartada cidade, exercia ocupação. A consorte, em serviço, morava noutra paragem. Os encontros, em presentes tempos (de aturada urbanização), ocorriam nos finais de semana. A peleja, na sobrevivência, acode no dilema da renda. Os empregos, em assalariados, andam escassos (no consecutivo). A robotização, no sucessivo, abarca ofícios. O bêbado, em calejado sujeito, transcreveu analogia nupcial. A metáfora, em sinopse, sublimou ocasião. A orelha do boi, no molde, completou externada. O item, na associação, fica “perto do chifre e longe do rabo”. A manha, em “chacota de botequim”, consegue aclarar preceito (o difícil em simples). Os racionais, em deslealdades, coexistem em uniões. As camaradagens, em associações, perpassam recintos e volúpias. A prática, em vivências, enfoca causais traições (em fraquejo das confianças). O caso, na aliança, alude: O ente, em associação, confia na desconfiança.
Guido Lang
“Histórias das Colônias

Crédito da imagem: http://dicionarioportugues.org

O inseto bisonho

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O ente, no item episódios comunitários, caía no afamado bisbilhoteiro e mexeriqueiro. As ocorrências, no seio dos residentes, acudiam “fisgadas no armazém”. Os informados, em comentos (com esposa), assumiam “notórios noticiários”. O ardor, em afazeres do domínio, assistia-se nas abelhas. As colmeias, em abrigadas, residiam nos cantos e recantos. A dupla, em velhos amigos, ajustou-se em “materializar trote”. O aforismo, na alocução colonial, incidia em “aplicar relevante cachorrada”. A ciência, em aprofundados estudos, teria arquitetado bisonho inseto. As abelhas, em cruza com vagalumes, brotariam na astuta “vagabelha”. A inovação genética, na produção melífera, afluiria em maravilha. O benefício, no noturno, ocorria em ter luz própria (assim tornar possível contínuo lavor). O esforço, em dia e noite, duplicaria exploração humana. O colonial, no baque, aspirou introduzir comunidades. A ocorrência, em inverdade, introduzia fantasia. Uns, no exagero da curiosidade, prestam-se ao burlesco.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://andrearoxa.deviantart.com/

terça-feira, 9 de maio de 2017

O indigesto negócio

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O agricultor, em vantajoso comércio, caía no ímpar criatório. As angolistas, cabras, galinhas e pombos, em indigesto negócio, calhavam geradas no ativo. A sina, em fruto, atendia mercado (em grandes centros urbanos). Os animais, em indefesos, incidiam contraídos no apinhado. O sacrifício, em altivo preço (unidades), advinha “no adereço dos rituais místicos”. O fato, no tempo, exibiu impróprios agouros. As energias, em repassadas, abarcaram família. Os membros, em azarentos, acudiam na saúde e trabalho. Os imolados, em antecipado, pareciam prescindir intuitos. Os transmitidos, na “energia dos desarmados”, conjeturavam “respingar nos envolvidos”. As cirurgias, em clínicas, absorveram dúbios lucros. A ciência, em ocorridos, conduziu na imediata proscrição (das criações). A pessoa, em práticas, precisa calhar em ferramenta do avanço (moral e social). O sujeito, no exato, necessita pouco para subsistir na vida. O ser, nas múltiplas circunstâncias, deve sobrevir em ações da evolução espiritual.
                                                                                                            
                                                                                                                              Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: https://www.altoastral.com.br