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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O relativo ressarcimento

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O colono, em dinheiro parado, deu ação na aplicação. Os adubos, em adquirido em granel, caíam na falta do ressarcimento. A saída, em inicial chance, afluiu no aproveitamento. A natureza, em “humores de São Pedro”, adentrou na atenção e extensão. Os fertilizantes, em adubo, calcário e ureia, atenderam quesitos da umidade. As cercanias, em pés de aipim, banana e milho, auxiliaram no avigoro do chão. A surpresa, em seio da tarefa, sucedeu em achado. O cacho, em banana, assistia-se incógnito na folhagem. A maturação, em ausência de venenos, acudia na alegria e bênção. A achada, em pequeno valor, caía em infame compensação. O fato diz: Os dividendos, em brotados, escorrem na extensão do capricho. A natureza, em fruto, bendiz no alcance do ânimo. A espera, em certa altura, faz-se forçosa e parece demorada. Os dividendos, em ceifa, multiplicam-se nas dezenas/centenas (no confrontado às cultivadas unidades). O afeiçoado, em natureza, capricha no detalhe e ofício.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.lideragronomia.com.br/

A atípica variedade

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O agregado, em plantador de milho (de forragem), acudia no descuido e economia. As plantas, em genéticas, precisavam da necessária ureia. O cereal, em aspecto amarelado e unidades miúdas, contrastava na paisagem. O diferencial, em boa distância, delineava negligência. O apuro, em falta de tempo, caía em argumento. O dono, em indireta, discorreu da especial visita. Os técnicos, em peritos da genética (gênese das sementes), teriam achegado ao domínio. O interesse, em arrumar atípica variedade, incidia no intento. O plantador, no baque, compreendeu escárnio. O plantio, em semelhança ao animal, requer afinados cuidados e tratos. A produção, em acidental (coleta), aflui na dificuldade e raridade. A agricultura, em intensiva/jardinagem, achegou-se no conjunto das colônias. A tecnologia, em adubos e genéticas, tornou-se imprescindível (na obtenção de artigos). As obras, em conjunto, refletem atuação e vocação do proprietário. “Ao bom entendedor, meia palavra basta”.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.diariodopotengi.com/

Imagem meramente ilustrativa.

sábado, 31 de dezembro de 2016

O arrojo natalino

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O Papai Noel, em celebrizado bom velhinho, achegou-se na agitada folia. O baile, em fins dos comércios, incidiu na achegada e apresentação. O serviço, em variável público, adveio em “casa cheia”. O afamado clube, em horário de acalorado clima, contratou peculiares serviços. A tarefa, em delicadezas e saudações, iniciou em apinhados clientes. A guloseima, em bala e pirulito, via-se ofertada. Os calejados, em afeiçoados pedintes, estendiam atitudes e olhares. O abraço e beijo, na mulherada, graduaram afeição e contato. O ensejo, em vista do folclórico cristão, consistiu na anunciação. A programação excepcional, em “Noite de Natal” e “Virada de Ano”, foi apregoada aos ventos. O esdrúxulo ente, em veste sufocante, arriscou em sensata altura “pé na dança”. A música, em compasso da “dança do bugio da Serra”, via-se afinada no arrasta-pé. A bela dama, em associação, acordava cobiças e requeria zelos. O comércio, em anseio do lucro, cunha novas e quebra paradigmas.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: https://inglesnarede.com.br

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

A compensação social

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Inúmeros filhos das colônias, em facilidades de estudo, enveredaram na formação universitária. Os cursos, em ligados no setor primário, entraram na constituição profissional. O curioso: vários entes, em “casta pensante”, estudaram no intento de virar assalariados (servidores concursados). Poucos, em “apuração nos dedos”, advêm no pensamento de melhoria das propriedades e na formação de firmas. O princípio, em “acumuladas ciências”, calha na ambição da venda das noções. Resultado: As linhas, em troca, acumulam parcas melhoras (no fruto do ensino). A debandada, em morar na cidade, sucede no alvo e voga. O barro, em indigesto, calha em estorvo e rejeite. A universidade, em função social, deveria estimular e incrementar empreendedorismo (em dano do ócio e parasitismo). O investimento, em limitados e suados recursos, verificam-se amplos, porém equivalência em compensações mixos. A qualidade de vida, em detrimento dos conturbados centros urbanos, transferiu-se ao interior.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: https://sescap-pr.org.br

O deplorável corno

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O colega, em antigo parceiro de serviço, achegava-se na frequência da morada. A amizade, em reiteradas associações, extrapolou dimensões e funções. As convivências, em ceias e conversas, sobrevieram no decurso do tempo. A esposa e enteado, em “fingida gente”, gostavam das aproximadas e incursões. A realidade, em certa altura, delineou passagem espontânea. A comparte e visitador, em apaixonados, abarcaram almas e “redimensionaram lados”. A separação, em “mulher exclusiva da vida”, aconteceu nas “dores do espírito e traição”. O fato, na falta da “namorida”, conduziu no “confuso e deplorável corno”. O rejeitado, em perdedor, custava acreditar no sucedido. O difícil, em nova associação, consistiu em recauchutar anseio e domicílio. O apelo, no abrigo da bebedeira, calhou na inicial consolação. A mulher, em união com amigo, acorre em órgão masculino e trajado de calça. O remorso, em confiar no errado e tragar ingratidão, amplia aflição e decepção.

Guido Lang
“História do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: https://www.mensagenscomamor.com

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O dorido entrave

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A guaxuma, em fadigosa daninha, convivia nas adjacências do pátio. A espécie, na ativa disseminação e intensa concorrência, acorria em aspectos de praga. A planta, em tempo de forte seca, partilhava berros e rogos. O anseio, em ressequido solo, caía em benzida chuva. O sol, em calor infernal, semelhava “tostar viventes”. As petições, em semanas, reiteraram-se aos “ouvidos de São Pedro”. O santo, em “provedor de chuva”, acolheu na incidência dos solicitados. As nuvens passageiras, em ativa chuva de verão, ruíram água e vida. O dilúvio, em súbito, adveio em cenário rural. A vegetação, no baque, ganhou alento e energia. A guaxuma, em revigorada, residia no afrouxado solo. O colonial, em agricultor, aproveitou propício da ocasião. As unidades, em apinhadas de floração, viram-se arrancadas na facilidade. O estrago, em escassa faina, ceifou acumulado de “pés” (plantas). Os viventes, em adequação dos fenômenos naturais, convêm em acordar sina. Os anseios, em descomedidos, calham em doloridos entraves.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Chuva_(gotas).JPG

O meteórico convívio

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As pessoas, nas cidades, delineiam típico fato. Os distintos, em casuais amigos, advêm em colegas. A amizade, na coexistência, calha na dimensão dos horários e negócios. O desligamento, em benefício, exclusão ou permuta, ampara na falta de contato. Os vínculos, em mantidos, incidem no problema da renovação. A pessoa, no parco tempo, insere-se em novo grupo. A passagem, em intimidades, aflui em casais. Os namoros, em ocasionais, cunharam analogias e ardores. A falta, em exercício, aparta espíritos e interesses. O tempo, em decurso, sustenta meras lembranças. O contato, em ocasiões, transcorre em meteórica saudação. Os entes, em meio de consumo, trasladam padrão funcional. O achegado, em imediação, vale na extensão da precisão. A imagem, em igual da espécie, ruiu no desuso e estorvo. O efetivo, em relações sociais, mantém-se entre pais e rebentos. As origens, em carnais, nutrem afinidades e proveitos. A conduta urbana profere: Um dia ativos amigos, outro belos forasteiros.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://correio.rac.com.br/