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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

A explicação do sonho

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O sujeito, na agitação e mutação dos horários, acorre no péssimo sono. O cansaço, no continuado, coexiste na presença. A minúcia, na insônia, liga-se nas aparições e sonhos. O pesadelo, na feição de aranhas e cobras, acode no convívio e vista. O interpretado, em maus agouros, cai em intrigas e traições. Os achegados, em amigos, parentes e vizinhos, andariam nos criticáveis boatos e comentos. As concorrências, em bens, filhos e ofícios, calhariam na censura e conduta. O subconsciente, no conectado (dos eventos), esquadrinha avisos e dados (dos detectados). As entrelinhas, nas vivências, delineiam caráter dos racionais. As pessoas, na extensão do êxito, apelam aos ciúmes e invejas. As armas, em “fracos d’alma”, acodem em intrigas e mentiras. A inflexível fé, na guarida do Criador, brinda contra maus juízos e predições. Os inimigos, em ditos lógicos, sobrevém nos próprios iguais. A pessoa, a que mais se ajuda, é quem acaba pior falando do indivíduo. Amor e ódio, nas afinidades sociais, andam de acopladas mãos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://sonhosesimpatias.com/

A fala dos números

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O colonial, em chamariscos e ofertas, adentrou na “conversa e onda do banco”. O empregado, na comissão e salário, comerciou alinhado crédito. O agricultor, na obsessão por trator, “entrou na prosa” (da compra). A máquina, na falta de utensílios, assistiu-se financiada na oferta. O serviço, no parco tempo, apontou diferença (em pesos e medidas). Os juros, no diário, avolumaram-se na conta. O lavrador, na produção, incorria na baixa cotação ou estagnação dos itens. A farta safra, em excepcional, caía na falta de consumistas. O maquinário, na depreciação, semelhava “corroer rápido na ocasião”. A compra, em dezena de ano, calhou em sucata (no “contraído em peso de ouro”). A faina, no intento da cobertura, absorvia feriados, folgas e noites (adentro). O endividamento, em estratosférico juro, roía fainas e fazendas. O efeito, na falha da sabedoria financeira, auferiu em “cavar própria cova” (da falência). O cliente, em rejeite das paixões, norteia-se pelos cálculos e dados.
Guido Lang
“História das Colônias”

Crédito da imagem: https://www.chapeco.org

O remorso da venda

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A família, no módico lote rural (em três hectares de terra roxa), caía em empobrecida e sofrida. A fome, no unido, apontou instalada e prolongada. O chão, no ardente desleixo e pastio, acorria em lavado e improdutivo. A água, em vários valos, compôs fendas e voçorocas. A casa, em colonial, advinha tomada de goteiras...  A oferta, no ajuizado vizinho, constituiu em adquirir propriedade familiar. A compra, em “duras penas”, resultou na precisão (de investimentos e reformas). A morada, na vasta melhora, caiu no feitio. A terra, em amanho e pousio, auferiu recuperação. Os valos, em serviços de retro, apontaram alisados (com curvas de nível)... O cenário, no parco tempo, reformulou paisagem e riqueza. A antiga tapera, em campo brioso, apareceu implantada no meio. Os velhos patrões, no restaurado, submergiram na inveja e lamúria. O comprador, no descaso do dispendido, viu-se achacado em aproveitador e oportunista. O fato reforça: O solo, no agrário, confere-se na maior fortuna.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.trural.pt/

Imagem meramente ilustrativa.

25 frases de Donald J. Trump sobre negócios

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  1. Já que você tem que pensar de qualquer forma, pense grande.
  2. Seja obcecado por soluções, não por problemas.
  3. Só trabalhe com os melhores. Não se trata dos melhores em termos de curriculum vitae, mas sim, daqueles com a atitude correta.
  4. Escuto com atenção a gente que acha que tem a razão, porém prefiro seguir a gente que tem os resultados.
  5. Quanto mais cedo se compreende o valor do dinheiro, maior é a probabilidade de que se venha a ficar muito rico.
  6. Dedique-se a algo que você gosta. Não tarde você será um vencedor!
  7. Um homem de êxito se recupera rapidamente de uma queda.
  8. Está comprovado que o marketing de rede é uma fonte de renda viável e gratificante.
  9. Aprenda algo novo a cada dia: lê, informa-te, aprenda, conheça as regras do negócio, domina o que você faz.
  10. Vencedores vão em frente, então faça o que você fizer, nunca desista.
  11. Não deixe que os títulos sejam a única referência que as pessoas têm do seu talento.
  12. A intuição é um atalho da sabedoria. Fruto de um trabalho prévio intenso.
  13. Mantenha a concentração em seu negócio e em tudo que você faz.
  14. Os negócios de boas raízes são o melhor investimento que há.
  15. Saía da sua zona de conforto: nunca te conformes com o que tens, sempre veja por mais.
  16. O êxito dificilmente chega de um momento ao outro, para alcançá-lo necessita-se de tenacidade e paciência.
  17. Aprenda a negociar: cada coisa que queiras ganhar, sempre demandará que sejas um bom negociador.
  18. Seja teimoso quando necessário: não abandones até que você tenha esgotado todas as possibilidades de sucesso.
  19. Aprenda tudo o que podes sobre o que você está fazendo.
  20. Mantenha a visão da globalidade enquanto atende aos detalhes cotidianos.
  21. Sem paixão você não tem energia. Sem energia você não tem nada.
  22. Encontre gente que se adapte ao seu estilo de fazer coisas, e você terá muito menos problemas com que lidar.
  23. Tento aprender do passado, mas planejo o futuro focalizando exclusivamente no presente.
  24. Não deixe que a tristeza atrapalhe seus sonhos e objetivos.
  25. Não importa o quão bom você é, não importa o quão você pensa que conhece o seu negócio, tem de permanecer vigilante o tempo todo.

Reunidos por Júlio César Lang em 13-11-2016.

Crédito da imagem: http://drrichswier.com/


domingo, 13 de novembro de 2016

O banal desperdício

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O consumo, no exemplo do pão, caía no baixo preço. A farinha, no subsidiado, incidia no moderado valor. Os pães franceses (“cacetinhos”), em passadas horas, assistiam-se descartados (ao alimento humano). Os perpassados, em inúmeros lares, incorriam no trato animal. Os cachorros e gatos, no pão seco e velho, acudiam na indigesta ingestão. O curioso, em esfomeados animais, era recusar alimento? A crise econômica, em alquebrados cofres públicos, redimensionou costume. As mercearias e padarias, no posterior das dezenove horas, escasseiam do item. O encalhado, na demasia de produção, advém na avaria dos negociantes. O dinheiro, na parca venda, obrigou reavaliar atitudes. O idêntico, no abjeto custo, ocorria na energia e gás. Os consumidores, na falta da “dor no bolso”, desperdiçam artigos e serviços. As falências, em épocas e proles, acodem em ensinos e experiências. O mercado, no livre exercício, corrige anomalias e desperdícios. O consumidor, no desprezo do pouco, repele o muito.            

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”


Crédito da imagem: http://www.tele-amigos.com/


sábado, 12 de novembro de 2016

O desleixo residencial

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A exata estirpe, no seio da colônia, acresceu bens e reuniu economias. A construção, na casa rural, assumiu fato (no domínio). A mansão, no juízo (dos construtores), perpassaria estações e sucessões. O legado, na biografia, geraria alusões e reflexões. A realidade, em três gerações, delineou descuido e tristeza. Os pais, em duas décadas, usufruíram dos aconchegos. Os filhos, no espólio, adentraram na ambição e desacordo. O imbróglio, no inventário, originou dispêndios e problemas (no amparo). Os netos, na falta de inclinação e memória, ansiaram estupidez e separação (em velharia). O saldo, no avultado (de suadas poupanças), caiu em custo e empecilho. O epílogo, em três quartos de século, acabou no abandono e demolição. O fato, no banal dos herdados, esboça: Os bens materiais, no desgaste, acabam em obrigações e rejeições. As sucessões, no preferencial, prezam grana e novel. Os legados, no próprio (de épocas e gerações), sobrevêm em descaso e descarte (dos herdeiros).

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://g1.globo.com/

O receio do vínculo

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As tarefas, no contexto do sítio, avolumaram-se na precisão. As estações, no ciclo do tempo, exigiam afazeres e manutenções. Os matos, em antigas lavouras, tomavam ampliação e invasão. A estrada, na roça, admitia brenha e evadia circulação. A produção, na real, perdia encanto e expressão... O dono, em empregado urbano, atendia misteres mínimos (nas folgas). A contratação, em ajudante, acudia em diárias (no casual). O receio, em definidos dias, caía na “criação de direitos”. A contratação, no efetivo, acabaria em perda. Os retornos, em dispendidos salários, careceriam do abonado em proveitos. O jeito, na avaliação, foi deixar “no deus dará” da natureza. O exemplo, no banal, descreve passagem rural. Os excessivos direitos, em vínculos trabalhistas, evitam acordos e serviços. O assalariado, no apelo da Justiça, aufere suplemento de direitos e indenizações. Os patrões, na precaução, inibem em empreender (do que contratar). Os ganhos, no trabalho, precisam corresponder na extensão dos frutos.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://finaldesemanaediadefotografia.blogspot.com.br/