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sábado, 27 de setembro de 2014

O bom humor


O estranho, na segunda, aconchega-se cedo ao posto. O abastecimento e conferência, na água, gasolina e óleo, ocorriam no cálculo. O veículo, na condução, exige hábil conservação!
A atenção, em aborrecimentos e transtornos, ocorre na economia. “O homem atento, na sensatez, vale redobrado”. “O dono, na mania, zela pela qualidade dos artifícios!”
A moça, na natural elegância e sorriso, efetua serviços e recebe dispêndios. A virtude, na serenidade de coração, alenta retribuição. O singular, nas saudações, acontece no tempo!
A interrogação advém na razão. A explicação sobrevém da alegria no acolhimento. Os indivíduos, no começo da fecunda semana, encetam apatia e obrigação no corriqueiro!
A correta recepção, no caráter e coração, exige a autêntica limpidez. A ocorrência, no contento e disposição, institui conveniência. Problemas angariam e vislumbram horizontes!
O sorriso, no bem estar, exterioriza ânimo e nobreza. A alegria, na modéstia, descreve-se bênção e fortuna. A existência, aos abençoados e afortunados, apresenta-se breve!
O bom humor, no destino, vê-se fundamental nos relacionamentos. A pessoa, no mundo, aufere aquilo que assenta. A envergadura perpassa atividades e hábitos!
O sujeito, na repartição de elegâncias, ganha equivalência. A sã consciência, no mundo competitivo, entende-se pérola!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://fmanha.com.br/

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

O princípio dos antigos


Os filhos das colônias, no círculo familiar, desprendiam-se de conchavar e pactuar na malandrice. A correção e integridade admitia apropriado sono na saudável consciência!
A confiança, no apego ao trabalho, admitia íntegra subsistência. A adequação, no sincretismo dos costumes, angariou vícios. A noção, nas sucessões, produziu espertezas!
O suscetível escambo, nas contínuas eleições, atingiu a força do voto. Autoridades, no mando público das gestões, disseminaram favores e mimos. Ganhos induziram compras!
A situação, nos pleitos, sobrevém em benefícios, máquinas, materiais... O argumento, na distribuição de renda e incentivos fiscais, direciona preferências e resultados das urnas!
Os favorecidos, no uso da máquina pública, “vêem-se ‘situação’ até debaixo da água”. As maracutaias incorrem na elevada conta. O interesse incide no particular acréscimo!
A ideia incorre “em deixar escamotear na medida de ganhar o próprio”. Famílias, no procedimento político, andam divididas e distinguidas. A lambança afrontou a democracia!
O cidadão, na pátria, pensa na evolução das instituições. A limpidez norteia a soberania popular. Descontos, na alta carga tributária, incorrem na equivalência de serviços!
O estadista administra no benefício dos contribuintes. O político gerencia no interesse da camaradagem. O gerenciador prima em cuidar do dinheiro público mais do que o próprio!
As reeleições, no uso do cofre público, agridem o princípio da equidade de condições. A reputação eleva-se acima do monetário!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://pt.wikinoticia.com/

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A diferença de ratos


Os roedores, nos depósitos e residências, são visitas inoportunas. Os dejetos, exalados nos recintos, estragam ambientes e propagam doenças. Sujeira lê-se negligência!
A minúcia relaciona-se a buracos. Qualquer espaço serve de refúgio. A sobrevivência incorre na acirrada caça. Os gatos, na agilidade, afugentam e justificam presença!
Os impróprios, na finura, assimilaram lições. Humanos, no encosto dos malandros, verificam-se exemplos. O sustento, no alheio suor, incorre no interesse. Ente coletivo é o alvo!
Os “ratos de arquivo”, na evolução na obstinação, debruçam-se no cultivo da ciência. Os escritos, na papelada e publicações, apontam devassados e esmiuçados nos celeiros!
Os “ratos de igreja”, no escambo da fé, auferem a existência. A apropriação, no serviço, sucede-se no farto consumo. O acúmulo transparece nos bem nutridos elementos!
Os “ratos do Estado”, no ardil público, dominam aparelhos estatais. O servidor, no dilatado ganho, sucede no cálculo. Os salários, nas diferenças, criam castas no aparelho!
Os barnabés, na base da boa fé e índole, custeiam os ofícios. Os embustes, na destreza da soberania popular, decorrem na falta de opções nas escolhas. O Estado cunha classes!
Os antigos, na ampla esperteza, diziam: “O sujeito avalia o semelhante na medida do alcance dos olhos”. Ciências e gerações alternam no enfoque; espírito humano perpassa ileso!
O tempo, no convívio com idênticos, conduz ao aborrecimento e frustração. As alocuções, na artimanha, testam conhecimentos e inteligências!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://mg.quebarato.com.br/

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A dispensável preocupação



O sujeito, na qualidade de cidadão urbano-rural, ausenta-se quatro dias dos sete semanais. O trabalho, no serviço urbano, requer decisão na supervivência!
A família, no ínterim, reside no interior. O deslocamento, na ida e volta, assume três centenas de quilômetros. A desordem, na agitação e correria, desafia a existência!
Amigos e companheiros, nos variáveis ambientes e recintos, externam admiração. A implicação, na acumulação das forças, advém nas razões. Atípica condição rui na verificação!
A conversa, no comum, incide no regresso. A intimidade adviria na altiva conta. A ausência, na carência, ruía no acolhimento. O parco tempo arrastaria na pressa e sacrifício!
A patroa, na alheia alegoria, incidia na carência e problema. O acúmulo, na obrigação, ocorreria no desagrado do acolhimento. A falta incidiria na apatia e impaciência!
A chacota acontecia na constância das palestras. As intimidades, nas espécies, caem na sucessiva inquietação e proeminência. Os esforços, no estoico, elevam-se aos prazeres!
A agilidade, no ardiloso, versa harmonizar o afável ao benefício. A sobrevivência aloca desafios. A manha, no meio termo, reside na opção de “nem o céu e nem a terra”!
As essências, nas obrigações, verificam-se a primazia dos enfoques. A inquietação, nos estranhos problemas, desvia aplicação e esquecimento dos oportunos!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://pit935.blogspot.com.br/

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Os arrepiantes berros


Agosto, mês do cachorro louco, achegou-se na paisagem colonial. A primavera, nos agouros, brota do avigoramento da insolação. As espécies convergem à reprodução!
As fêmeas, nos gatos, ficaram engravidadas. A gravidez, no anseio ou força, ocorreu na incumbência masculina. Os machos, na ação da perpetuação, comportaram-se adoidados!
Os fortes, no concurso, acossaram as fêmeas. A cobertura, na mudança de climas e estações, instalou o aniquilamento. Os machos fortes e maduros aniquilam fracos e imaturos!
Os aguerridos, na triagem natural, guerreiam ao extermínio. Os jovens e velhos, nos alarmantes berros, executam confrontos inesgotáveis. A seleção mira resguardar a qualidade!
O desígnio, no descontrole populacional, vê-se imperativo. A energia direciona-se a gestação. A tenra vida, em semanas, sói surgir. A natureza efetua a inexaurível renovação!
O análogo, no camuflado jeito, confere na natureza humana. Os varões, no vacilo da razão, instituem seleção. O exemplo, nas depravações, motins e tráficos, delineiam o destino!
O sujeito, nos muitos e vários convites e dilemas, obriga-se as escolhas. O abrigo, na prevenção, incide em esperteza. A idade, nos irrequietos tempos, decifra-se sabedoria!
A natureza, na anarquia irracional, institui e restaura inícios e preceitos. O Homem, no crédito da ciência e técnica, avalia-se ausente aos desígnios naturais!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.mundodastribos.com/

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O sucesso familiar


A fulana, ao jovem, relatou o sucesso familiar. Os altos cargos, nos elevados ganhos, ocorreram nas instâncias da República. O aferro, na afluência, foi razão da atração!
O finado esposo atuara na instrução superior. Os filhos, nos concursos, acabaram conceituados servidores. Os mandos, nos empenhos, acresceram obrigações e salários!
Os derivados, nas adições e pagamentos, auferiram fortuna. A melhora permitiu “fácil e privilegiada existência”. O ente público, no imperioso da papelada, exigira burocratas!
O contribuinte, no encargo tributário, abonava os cargos. O universitário, no dilema do sucesso, ansiava a ciência do caminho. O exame, na rapidez, ocorreu na indevida interrogação!
A mulher, no inusitado e singular, alterou as costas. O interrogador discorreu só. O contexto, no retardamento do horário, despontou justificativo. O adeus sucedeu na conversa!
O mistério, no provável êxito, incidiu no conhecimento. O duro estudo, no refinamento, exigia afeição, leitura e titulação. Anos foram aplicados aos bancos escolares!
Sensatas perguntas, no suscetível, adquirem ares de ofensa. Quem diz regalia acresce conto. As alocuções, no imperativo do colóquio, costumam atraiçoar os segredos!
As pessoas, na concorrência, omitem mistérios do ganha-pão. Os sujeitos, no geral, carecem de expressar o fidedigno pensamento: desfalcam conversa e interesse!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.brokerdirecto.es/altos-cargos.php

domingo, 21 de setembro de 2014

A mexida no celular



A motorista, no desordenado e engarrafado centro, dirigiu no pico. A agitação, entre pedestres e veículos, sucedeu-se no espaço. A afobação via-se uma constante correria!
As longas filas, na alternância dos semáforos, abarrotaram o lugar. Os estacionamentos, nas laterais, infernizaram a circulação. Conduções haviam por todos os lados!
A guia, na traseira, sentiu a mexida. O veículo, de trás, bateu no descuido. A situação repetiu-se no parado trânsito. Outro acidente de percurso somou-se nas rodovias!
O causador, no desejo da liberação da rua, pediu de estacionar lá na frente. A vítima, na confiança, acatou o pedido. A preocupação primeira foi anotar placa e tipo de carro!
O motorista, na lei do esperto, escapou da situação. O desejo havia de repassar danos e prejuízos. A ocorrência policial viu-se necessária. O reparo, no processo, será na Justiça!
A causa, no relato de testemunhas, consistiu na mexida ao celular. A desconcentração, na direção, sucedeu-se no ínterim. A malfadada ideia de ocupar-se no paralelo de tarefas!
A direção e telefonia, na pressa do deslocamento e dinheiro, andam em imprópria parceria. O trânsito, no compasso da confusão e espera, descreve exercício de inteligência e paciência!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://corporate.canaltech.com.br/