Translate

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Thomas Jefferson

  1. O adiamento é preferível ao erro.
  2. Uma pequena rebelião agora e depois uma grande coisa grande.
  3. Não gastes o teu dinheiro antes de o teres na mão.
  4. A aplicação das leis é mais importante que a sua elaboração.
  5. Revoltar-se contra a tirania é obedecer a  Deus.
  6. Deus que nos deu a vida, deu-nos também a liberdade.
  7. Os anúncios contém as únicas verdades que merecem crédito em um  jornal.
  8. Quantos sofrimentos nos custaram os males que nunca ocorreram.
  9. Eu temo pela minha espécie quando penso que Deus é justo.
  10. As religiões são todas iguais isto é fundadas sobre fábulas.
  11. Gosto mais dos sonhos do futuro do que da história do passado.
  12. A geração que começa uma revolução dificilmente a completa.
  13. Fundamental é aplicar a lei igualmente a homens de todas as condições.
  14. Acredito muito na sorte; verifico que quanto mais trabalho mais a sorte sorri.
  15. Quando um homem assume uma função pública, deve considerar-se propriedade do público.
  16. Não é a riqueza nem a pompa, mas a tranquilidade e a ocupação que dão felicidade.
  17. O espírito egoísta  do comércio não conhece países e não sente paixão ou princípio exceto o do lucro.
  18. A política é uma praga tal que eu aconselho todos a não se meterem nela.
  19. Não mordas um prazer antes de ver se não há algum  anzol escondido nele.
  20. Os momentos mais felizes da minha vida foram aqueles, poucos, que pude passar em minha casa com a família.
  21. Sempre que fizer algo, mesmo que ninguém venha a saber, faça como se o mundo estivesse olhando para você.
  22. O mais valioso de todos os talentos é aquele de nunca usar duas palavras quando uma basta.
  23. Quando os homens são puros, as leis são desnecessárias; quando são corruptos, as leis são inúteis.
  24. A árvore da liberdade deve ser regadas de quando em quando com o sangue dos patriotas e dos tiranos. É o seu adubo natural.
  25. Quando estiver zangado, conte até dez antes de falar; se estiver muito zangado, conte até cem.
Obs.: Thomas Jefferson (1743-1826) foi o terceiro presidente dos Estados Unidos.

Crédito da imagem: http://www.slate.com/articles/health_and_science/science/2012/09/thomas_jefferson_s_moose_how_the_founding_fathers_debunked_count_buffon_s_offensive_theory_of_new_world_degeneracy_.html

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

O segredo das fontes


As famílias, na proporção das ausências das redes comunitárias (de água), construíam as moradias próximo as fontes. Elas eram consideradas e procuradas como um tesouro no interior das propriedades. A existência, em muito, elevava o valor monetário do imóvel. Espaços, bem abastecidos com olhos d’água, eram considerados ambientes privilegiados no cenário colonial/rural. Lugares continuamente úmidos, no interior de matos e roças, cedo viam-se achados e cavoucados (com  razão de conhecer os reais mananciais de líquido).
A necessidade de água, um recurso imprescindível à vida, levou a cuidados essenciais com fontes/poços. Elas, volta e meia, viam-se limpadas e reparadas. Eventuais caranguejos viam-se combatidos (com o acréscimo de algum punhado de sal ao ambiente). O acesso de animais via-se impedido (na proporção de haver consumo humano). A canalização, mesmo de forma rudimentar, era uma realidade. Um processo improvisado dado as carências monetárias e recursos disponíveis no comércio. Uns furavam taquaras e utilizavam as varas como canos; outros adquiriram sólidos cubos de ferro para conduzir o valioso líquido (de forma perene às instalações). O líquido, como bálsamo da vida, fluía na direção de reservatórios (edificados no pátio). Deixar a fonte coberta/tapada mantinha-se uma primeira postura com vista de evitar acúmulo/decomposição de restos vegetais ou eventual invasão/putrefação animal (nalgum eventual inconveniente afogado  no reservatório de sucção do líquido).
Os colonos, destes os primórdios, mantiveram outro cuidado essencial. Este relacionava-se no frescor d’água assim como a manutenção de veios. Estes, com as sacudidas dos trovões, poderiam deslocar-se no interior do subsolo. Criaria-se problemas de secamento e consequente desaparecimento. O cuidado/segredo, nas proximidades, consistia em cultivar uns bons taquarais. Eles, na atualidade, denunciam, a longas distâncias, a presenças das fontes/veios d’água.
O significado vegetal consistia em manter o ambiente fresco e úmido (à plena brotação do cristalino e puro líquido). Os taquarais, conforme os relatos orais, mostram-se imunes a ação de raios. Os poços, em função da água, poderiam conter energias antagônicas e oferecer perigos nos instantes da fúria da natureza. O ambiente fresco manteria o vigor da fonte assim como a qualidade da água (mineral). Os problemas poderiam advir nos dias mais cruciais do verão (do período das estiagens). Árvores frondosas/volumosas eram evitadas na circunvizinhança (em função do poder das raízes de invadir o interior). Poderia-se deixar crescer algum capão de mato ralo como reforço à manutenção dos veios. As raízes dos taquarais não tinham tamanha ganância pela água, por isso protegiam o ambiente.
A sabedoria colonial desconhece a origem do hábito dos taquarais. Uma criação autóctone provável dos colonos ao contexto da adaptação à realidade dos ambientes americanos. O hábito criou-se/instalou-se junto às primeiras fontes (nos primórdios da colonização) e estendeu-se sucessivamente ao longo do processo civilizatório. O vegetal mantém-se ativo em inúmeros locais. Os nomes dos reais plantadores, na edificação dos primeiros solares, encontram-se num aparente desconhecimento. Estes pioneiros descansam nas cinzas da eternidade, porém suas singelas obras perpetuam-se no tempo.
Segredos, crenças duma época e geração, fazem-se presentes no cotidiano da vida. Inúmeros poços, abandonados e ignorados, denunciam-se e perpetuam-se pela presença dos taquarais. Os ventos da modernidade, com a história da saúde pública, levaram ao abandono das fontes (porém trouxeram a inconveniência da água clorada e permanentes taxas de uso). O registro da história visa mantê-lo resguardado do esquecimento, para que a memória comunitária tenha relatos das suas odisseias do passado.

Guido Lang
Livro “Histórias das Colônias”
(Literatura Colonial Teuto-brasileira)

Crédito da imagem: http://canto-cigano.blogspot.com.br/2012/07/planeta-aguaby-dany.html

Se um cachorro fosse seu professor


Se um cachorro fosse seu professor
Você aprenderia coisas assim...
Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear de carro.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre-se aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado... volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente.
Seja leal.
Nunca pretenda ser o que você não é.
E o mais importante de tudo...
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.
A amizade verdadeira não aceita imitações!!!

E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE DIZEM QUE É IRRACIONAL...

Autor Desconhecido

Crédito da imagem: http://cidaderiodejaneiro.olx.com.br/filhotes-fox-paulistinha-iid-221093767

domingo, 25 de novembro de 2012

O Pai Nosso!


           
               Uns profissionais cedo reencontram-se nos eventos comunitários. Os jantar bailes, no momento, são os principais eventos nas localidades (junto às programações do esporte amador e encontros de corais). Afluem forasteiros e moradores das diversas e inúmeras comunidades. Verifica-se, na prática, uma espécie de troca de cortesias. As diretorias/sócios visitam as promoções alheias e, na data da local (na sua sociedade), recebem membros das entidades visitadas. Uma forma de intercâmbio e lazer com vistas de ostentar momentos comemorativos e fugir dos ambientes maçantes da rotina. Oportunidade ímpar de rever conhecidos, conversar com gente diversa, angariar dividendos...
            Um advogado, um corredor e um funcionário (policial) reencontraram-se num evento desses. Procurou-se, como velhos conhecidos, rememorar experiências e vivências da infância e adolescência. As conversas, a exemplo, versaram sobre caçadas, invasão de roças (a cata de melancias), pescarias, treinos esportivos, travessuras de bailes, artimanhas escolares... Assuntos e gargalhadas, depois de uns bons anos (sem maiores contatos), não faltaram. As convivências e necessidades, nestes anos todos, tinham ensinado lições aos cidadãos. A migração campo-cidade levara a novos conhecimentos e experiências assim como negócios e profissões.
A conversação, num determinado momento, encaminhara-se a falar do contexto social (das atualidades). Assuntos como bandidagem, oscilações econômicas, político-partidária, violência no trânsito... Dificuldades e problemas, como desafios existenciais, não faltariam no cotidiano da vida (de ninguém). Cada qual explanou histórias e preocupações. O advogado referiu-se aos interesses e incompreensões humanas. O corredor aos aparentes problemas insolúveis nos cortiços e periferias urbanas. O policial da ousadia da bandidagem e confusões de leis. As profissões, nas suas diversas esferas e funções, administravam problemas. A experiência, no cotidiano da convivência, tinha-os transformados “em macacos vacinados diante da astúcia alheia”. As informações privilegiadas, acumuladas ao longo das jornadas, tornara-os excepcionais especialistas/profissionais, portanto, dignos das  melhores renumerações.
Um quarto elemento, modesto agricultor e ouvinte das conversas, mostrou-se bastante inibido e tímido. Ele, como outrora colega de infância, manteve-se firme no grupo. Este, numa altura, explanou sua opinião (na sua tradicional franqueza germânica) diante dos “ditos doutores das universidades”. Procurou, na sua conclusão das conversas, falar: “- Vocês a cada noite precisam rezar um bom e piedoso Pai Nosso! Agradecer ao Todo Poderoso em função de não terminar com as brigas, carências, desperdícios, desavenças, intrigas!... Vivem dos ingênuos e trouxas desde mundo! Uns querem mostrar os seus direitos e recorrem a Justiça. Outros edificam mansões para serem escravos da sua manutenção! Alguns desonestos e malandros precisam de leis e mais leis, porém nada cumprem a contento!”...
Os parceiros arregalaram os olhos e sorriram diante da esdrúxula e franca colocação, porém certeira afirmativa. A aparente bonança advinha da burrice, desorganização, idiotice, malandragem... Um ônus deveras pesado à sociedade produtiva e os descasos com os próprios bolsos. Nada disso seria necessário caso houvesse o bom senso e o espírito cristão. Se o amor ao próximo, pregado pelos ditos cristãos, realmente fosse vivenciado. Haveria daí os problemas sérios da falta de empregos!
A verdade mostra-se uma pérola, porém poucos têm o bom senso de dizê-la (nos momentos oportunos). A bonança, de muitos, tem elementos escusos de arrecadação. Nunca é demais ouvir aquilo quem nem sempre agrada a contento. Aquela realidade: arruma uma coisa e desarruma a outra.

Guido Lang
Livro “Histórias das Colônias”
(Literatura Colonial Teuto-brasileira)

Crédito da imagem: http://blogpastoraanavirginia.blogspot.com.br/2012/07/nao-tema-luz-nasce-nas-trevas.html 

Oração da vida


“A vida é uma oportunidade. Aproveita! A vida é beleza. Admire-a! A vida é um sonho. Faça que se torne realidade! A vida é um desafio. Enfrente-o! A vida é um dever. Cumpra-o! A vida é preciosa. Cuide dela! A vida é riqueza. Conserve-a! A vida é um mistério. Explore-o! A vida é promessa. Cumpra-a! A vida é tristeza. Supera-a! A vida é um hino. Canta-o! A vida é um combate. Vença-o! A vida é uma aventura. Conduze-a! A vida é felicidade. Mereça-a! A vida é vida. Defenda-a!”

Madre Tereza (26/08/1910-05/09/1997)

Crédito da imagem: http://orarcommadreteresa.blogspot.com.br/2011/04/madre-teresa-de-calcuta-oracao.html

sábado, 24 de novembro de 2012

O livreiro


        
         “Entre os mais humildes comércios do mundo está o do livreiro. Embora sua mercadoria seja a base da civilização, pois é que nela se fixa a experiência humana, o livro não interessa ao corpo nem a nossa vaidade. Não é portanto compulsoriamente adquirido. O pão diz ao homem: ou me compras ou morres de fome. O batom diz a mulher: ou me compras ou te acharão feia. E ambos são ouvidos. Mas se livro alega que sem ele a ignorância se perpetua, os ignorantes dão os ombros, porque o próprio da ignorância é sentir-se feliz em si mesmo, como o porco na sua lama. É pois o livreiro que vende o artigo mais difícil de vender-se. Qualquer outra lhe daria maiores lucros. Ele o sabe e heroicamente permanece livreiro. E é graças a essa generosa abnegação que a árvore da cultura vai aos poucos aprofundando as suas raízes e dilatando a sua fronte. Suprima-se o livreiro e estará morto o livro e com a morte do livro retrocederemos à idade da pedra, 'transfeitos em tabuinhas, comedores de bichos de pau podre'. A civilização vê no livreiro o abnegado zelador da lâmpada em que arde e se perpetua a trêmula chamazinha da cultura”. 

Monteiro Lobato (18/04/1882-04/07/1948)

Crédito da imagem: http://veravilhena.blogspot.com.br/2010/09/livros-velhos.html

Tecklenburgueses vem para Teutônia/RS


      
       Teckelenburgueses vem para Teutônia. Pastor Kleingünther escreve de Porto Alegre no dia 2 de agosto de 1868, para o Pastor Hunsche, Linha Nova, o seguinte: 'Na sexta-feira, há 14 dias, vieram aqui os tão longamente esperados agricultores. São 41 pessoas juntamente com o professor Behne ao lado de sua esposa e seus dois filhos. O quão intensamente eu me alegrara ao poder receber e oferecer a minha mão de irmão a estas pessoas tão queridas, da inesquecível Tecklenburg, certamente nem saberia descrever-lhe aqui. Mas, por outro lado, maior ainda foi a alegria deles ao ver a minha presença. Em meio ao maior júbilo eles me estendiam a mão, e um bom tempo passou até que todos novamente se acalmaram de toda esta euforia. E, o perguntar, os cumprimentos e a admiração não cessaram. Somente com a chegada da noite toda esta confusão teve o seu fim. Na manhã seguinte, pude observar as mesmas cenas do dia anterior, tive que permanecer entre eles o dia todo. Foi, no entanto, na manhã de domingo que tive a grande alegria; pude ver a todos nos bancos da igreja e, à tarde, os homens vieram ter comigo na sala de minha casa. Também realizei o casamento de dois pares de noivos que em Hamburgo não encontraram tempo para isto. Na terça de manhã eles navegaram para Taquari e de lá foram para a colônia particular de Teutônia. Eu não possuo cartas de lá, mas sei que foram felizes em sua chegada e foram bem recebidos. Espero que, apesar das dificuldades e amargores encontrados no início desta jornada, estas queridas pessoas possam ter sido felizes e também espero que possam ter tido um futuro sem problemas'.
Numa outra carta do dia 8 de dezembro de 1868, dizia: 'Nossos agricultores de Teutônia estão bem. Há três semanas eu fui visitá-los. Espero que estas queridas pessoas continuem, no futuro, a gostar da mesma maneira do Brasil, caso contrário, jamais poderei retornar a Tecklenburg, pois os agricultores de lá estão sentidos comigo por lhes ter tirado estas pessoas. Mas, isto não me interessa muito, o que importa mesmo é pensar no bem-estar deles'.
Carta do dia 2 de fevereiro de 1869: 'Dos agricultores de Teutônia eu recebo somente notícias boas. Eles estão se sentindo bem aqui no Brasil. Isto me alegra, uma vez que na Alemanha dizem que eu os forcei a virem para o Brasil. Mas esta não é a verdade. Somente narrei e mostrei-lhes as relações de amizade que existem e deixei-os livres para escolherem. Tenho hoje ainda a surpresa em saber que estes agricultores estão melhor aqui do que em sua velha Pátria. Disso também falam – o Professor Behne assim o diz. Apesar das dificuldades aqui encontradas, estas pessoas reconhecem que suas vidas aqui são mais fáceis. Um deles escreve para a Alemanha: 'Vocês dizem que nós aqui entramos na escravidão, no entanto, eu saí da escravidão ao deixar a Alemanha, pois o Senhor Heuermann é um, verdadeiro escravo. Aqui sou dono de minha vida'. Assim podemos ler em cartas. Tudo isto faz com que o meu relacionamento com os tecklenburger e perante os pastores seja mais ameno'.
Numa carta do mesmo ano, 1869, escreve: 'Após longa mas bem sucedida viagem, vieram 35 tecklenburger ao Brasil. Eu os recebi e, à tarde, convidei-os para virem na minha casa para que pudessem contar as novidades da Pátria. Foi uma conversa muito, muito longa. Os agricultores me deram trabalho, mas também proporcionaram-me grandes alegrias. No domingo, todos vieram à igreja. Tanto a mim como a eles fez bem poder ouvir a Palavra de Deus frente a tantos amigos e conhecidos. Por este motivo fico triste em saber que na Teutônia eles ainda não têm igreja e ainda terão que esperar tanto tempo por seus cultos'.
Na carta do dia 11 de outubro de 1869: 'Ontem, há 8 dias, mais 27 tecklenburger vieram para Teutônia. Mais 97 estão a caminho e serão por nós esperados ainda neste mês. Dessa maneira a Teutônia já está uma verdadeira colônia. Os westfalianos já são elogiados aqui na cidade. Para um tecklenburger como eu, é uma grande satisfação poder ouvir: 'Os seus agricultores são os melhores e mais trabalhadores que aqui já recebermos''.
Dia 9 de dezembro de 1870, ele escreve: 'Estou voltando de uma viagem do Taquari e recebi informações de que os tecklenbuger estão todos bem. Os últimos imigrantes vieram tarde demais, de maneiras que não puderam mais fazer o plantio. Por isso, passaram por grandes dificuldades. O que é irritante é que entre estes últimos imigrantes há que trazem para o professor muitas dificuldades. São preguiçosos e falam mal do Brasil. Umas pessoas assim não progridem, é facilmente entendível'.

 (Extraído da Folha Dominical n° 34 de 25.08.1957)

(Livro/Fonte: Guido Lang. Colônia Teutônia – História e Crônica: 1858-1908, São Leopoldo, Sinodal, págs. 50 e 51).