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quinta-feira, 8 de junho de 2017

O escape social

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O quarteto, em calejados anciões, justifica saída do lar. O jogo, em carteado, cairia na distração. A idade, em trabalho, rendeu oportuno e necessário. Os raros anos, em vida, fazem jus (no prazer). As consortes, em sofridas, parecem pactuar nas aventuras. As vistas grossas, em aspectos de alívio, ligam-se em “folga na concessão”. O passeio, em quartas, começa na usual janta. A pança, em cheia (na cerveja e comida), conduz na meteórica saída. A mulherada, em meretrício, completa frequentada. A alegria, em freguesia, calha em ganhos. Os tolos, no ativo gasto, despontam “ordenhados e saqueados”. A festa, na variação de par, calha em conforto e gozo. O constante, em “arroz e feijão”, requeria algum bife (em ocasiões). O orgulho, dentre colegas, incide em ser garanhão. A estirpe, na gastança, sofre contenção de consumo. O medo, em banais incursos, cai em “engrossar pestes”. As esposas, em dóceis, ocultam no ensejo (de atalhar brigas e serviços). As pessoas, em vários jeitos, nutrem impulsos a cerca das necessidades.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.casamentoclick.com.br/

quinta-feira, 1 de junho de 2017

A justiça divina

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O morador, na condição de estranho, contraiu sucesso e suspeita. As incursões, em alheios domínios, disseminaram-se pelas linhas. Os artefatos, em especiais maquinários, acorriam surrupiados. As invasões, em casas (desocupadas), incidiam na primazia e rotina. Os procedimentos, em seguranças e vigilâncias, redobraram na comunidade. Os boatos, em atrevido e exímio ladrão, correram “lábias e paragens”. Os intuitos, em “alocar ratoeira”, advinham na fantasia (da desforra). O apanhado, no flagrante, incorria no demorado ou inviável. A pilhagem, em vários anos, despontou nas vizinhanças. A acertada obra, em incursão em residência, conduziu na brusca queda. O ferido, na coluna, deduziu no fecho das empreitadas. O avultado, em décadas (de rapinagem), completou gasto (na cura). A invenção, no indevido, originou enormes aflições e reflexões. O exame de consciência, na paralisia, ocorria no disponível tempo. A pessoa, nas ações e obras, presta contas (na justiça divina).


Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://cescrista.blogspot.com.br

A chave da riqueza

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O leigo, ao calejado instrutor, indagou do segredo da fortuna. O labor, no vigor do braço, tornaria impossível o enriquecimento. O mestre, em perito das finanças, disse: “- Estás em equívoco! Busque, em suados centavos, investir na multiplicação. As aquisições, em fins de propagação, recebem primazia dos gastos. A capitalização, em singular década, assumirá altura de cerro”. A pessoa, nas ações e crenças, produz seus resultados!
           
Guido Lang
“Crônicas da Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.habitoevolutivo.com.br

terça-feira, 30 de maio de 2017

A ativa produção

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A dona, em filho menor, admitiu obrigação da renda. A venda, em “adulterado mel”, acontecia em bairros e vilas (na “afamada cidade dormitório”). A grana, em “repasse de dano”, obrigou instituir contravenção (em “extrair água de pedra”). O guri, nas andanças, consentiu revendo (em repentino camelô). Algumas famílias, em compaixão (da condição infantil), acudiram na compra do artigo (em título de cooperação). A suspeita, na qualidade, caía no item. O ancião, na curiosidade, inquiriu da safra familiar. A colheita, em produção de abelhas, teria ocorrido na fartura. O moleque, na falha (da “clássica manha dos adultos”), externou fato. “A mãe, em casa, persiste na ativa produção”. O componente, no legítimo, sucedia em cozido (na mistura de açúcar, limão e mel). Os clientes, no comércio da doçura, andam deveras desconfiados (das alterações). Alguns, em função de migalhas, estragam freguesia e nome. O comerciante, na continuação do ofício, obriga-se a prezar asseio e cliente.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: www.cliquefarma.com.br

Imagem meramente ilustrativa.

As sandálias da humildade

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Os novéis chefes, na alternância dos governos, achegaram-se na gerência. Os postos, em cargos (de bonificação e confiança), foram retribuídos nos papéis. O poder, na essência, exigiu alterações. O juízo, em alinho dos vícios, caiu em contenção. O pessoal, em técnicos, acolheu aceitável (da transição). As simpatias, em quadros, seriam da velha gestão. Os concursados, em reuniões, puseram comento (de “jogar no time da melhoria”). O dilema, em disposições, foi cumprir programo (nas resoluções de inábeis). Os veteranos, no implante dos definidos, requerem aclarações. As ordens, em falha do amparo legal, regeram na negativa das execuções. Os calejados, em peritos da legislação, deixaram de adotar conjecturas. A alteração, na legislação vigente, levaria em achatar jovens deliberações. A realidade, no cerne do mando, expõe em conhecer e daí gerir subalterno. O difícil, em inábil, acode em mandar perito. A humildade, no exercício do governo, acode em sobrevivência no mando.

Guido Lang
"Histórias do Cotidiano Político”

Crédito da imagem: https://juscelinofranca.blogspot.com.br
Imagem meramente ilustrativa.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

A inversão do expediente

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O vendedor, em morador urbano, rompeu na usual rotina (de trabalho). O sujeito, em horários nobres (próprios ao labor), conserva-se enfurnado (na cama e casa). A circulação, em público, aflui na total negação. A conduta, em “feitio de medo”, exterioriza presunções. As exposições, no eventual, contemplam-se na varanda (da morada). A cátedra, no desenlace da tarde, avulta movimentação e preocupação. O ente, na penumbra, vaga na competição e operação. Os motoristas, em belas conduções, buscam escambo e produto. O contato, no plausível, calha de ligações. As relações, em instantes, advêm em disfarçadas trocas. O expediente, no externo (atravessa noites), ocorre na esquina (em agitada rua). Os residentes, na ausência de contratempos, bancam vistas grossas. O ilusório profissional, em aberração de desempenho, distribui ilícitos. A drogadição, em negócio, abastece clientela. O submundo, no extermínio e roubo (no ardil econômico), abarcam abundantes serviços e rendosos negócios.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: www.alemdaimaginacao.com

A inconveniente troca

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O tolo, em filho das colônias, acolheu convite (do chamego e folia). A família, em esposa e filho (menor), foi abdicada (no domicílio). O convívio, em brigas e problemas, conduziu na aventura. A mulher moça, em jeitosa dama, externou carinho e namoro. A farra, na extensão da grana, nutria-se em alegria e associação. O sujeito, na economia (de duas décadas), torrou no singular ano. A festa, no embalo do convívio urbano, dirigia na exclusiva cobertura. Os bens, no divórcio, foram repartidos e vendidos. O auferido, em novel relação, consentiu dispendido. O namorido, na nova junção, estendeu-se na extensão das posses. O chute, na bunda, adveio na dimensão da falta de grana. O contragolpe, no retorno às origens, conduziu na morada de favor (em mano). A família, em original, recusou achegada e guarida. A roupa, no corpo, afluiu na exclusiva riqueza. As aventuras, no banal, demandam grana e tempo. Os bocós, na ação e sorte (dos ladrões), merecem jus a um Pai Nosso.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://ler-ler-e-escrever.blogspot.com.br