As entidades,
disseminadas no interior das linhas, vivem no dilema da falta dos registros anuais.
Os acervos, em cadernos de atas e livros caixas, sumiram no ciclo das
diretorias. A deficiência, na bibliografia, ocorre na lacuna dos registros. A ocorrência,
no banal, inclui agregações esportivas, entes religiosos, sociedades de cantores...
A nacionalização, na permuta do idioma (alemão ao português), tem sido apologia
e evasiva. A nacionalização (1939) e Segunda Grande Guerra (1939-1945), nas medidas
de coação, tem acirrado as desculpas. A charada, na essência, liga-se a honradez
e nitidez. As diretorias, no fraquejo dos números (entradas e saídas), cometiam
no intento do extravio e sumiço. As crônicas, no empenho de componentes das gestões,
esvaneciam nas trocas das administrações. Parcas associações, na perfeição, orgulham-se
das totalidades dos legados e métodos. As pessoas, nos subterfúgios, justificam-se
das dúbias atuações e correções. A afeição,
no dinheiro, induz nos desacordos e mutações.
Guido Lang
“Fragmentos de
Sabedoria”
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