O morador, na
condição de estranho, contraiu sucesso e suspeita. As incursões, em alheios
domínios, disseminaram-se pelas linhas. Os artefatos, em especiais maquinários,
acorriam surrupiados. As invasões, em casas (desocupadas), incidiam na primazia
e rotina. Os procedimentos, em seguranças e vigilâncias, redobraram na
comunidade. Os boatos, em atrevido e exímio ladrão, correram “lábias e
paragens”. Os intuitos, em “alocar ratoeira”, advinham na fantasia (da desforra).
O apanhado, no flagrante, incorria no demorado ou inviável. A pilhagem, em vários
anos, despontou nas vizinhanças. A acertada obra, em incursão em residência,
conduziu na brusca queda. O ferido, na coluna, deduziu no fecho das empreitadas.
O avultado, em décadas (de rapinagem), completou gasto (na cura). A invenção,
no indevido, originou enormes aflições e reflexões. O exame de consciência, na
paralisia, ocorria no disponível tempo. A
pessoa, nas ações e obras, presta contas (na justiça divina).
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