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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

A preocupante situação

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A jovem, em anos de curso, finalizou instrução. O estudo, em afamada e distante universidade, acudiu em rica e variada vivência. O convívio, em mudável grupo humano, formou preceitos das relações. A família, em economia, investiu suados bocados. O tempo, em refinamento (direção), doutrinou cátedra. Os colegas, em distintas afinidades, advêm de afastadas paragens. A conclusão, em profissão, instituiu novo rumo. A formatura, em caro e soberbo evento, expôs preocupante situação. A cidadã, em formada, sai de “mãos abanando”. A recém-absorvida universitária, em baque, acode em “desempregada funcional”. Milhares de peritos, em “falados formados”, assistem-se “jogados no mercado”. O trabalho, em “auferir lugar ao sol”, incide no dilema. O negócio, em aturado de diplomados, recai em baixas remunerações. As escolas, em novas admissões, catam conservação (“lavam mãos no ganha pão”). A pessoa, em sucessivo, define uma charada e, em conjunto, cria novo problema.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://englishlive.ef.com/

O insano epílogo

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O ancião, em encanecido festeiro (colonial), achou-se na festa. O baile, em acalorado ambiente urbano (em afamado clube), caía na domingueira. O público, em variável, afluía das distantes paragens. O prazer, em bebidas e chamegos, ruía na intensa conversa e melodia. O vivente, em múltiplas cervejas (pagas), custeou outra rodada. A companhia, em jeitosa e jovem madame, merecia alegria e apreço (da ocasião). A contenção, em parcos anos de vida (em expectativa), findou esquecida (em sabedor). A fala, em compatrício, foi: “Os folgados, em herdeiros, desfrutarão do despojo. O ente, em finado, acaba velado e enterrado no apressado”. O juízo, em presentes do ritual, incide na avaliação: ‘Outro a menos para atrapalhar e incomodar em avançada idade’. A bonificação, em infeliz epílogo, calha em cheia pá de terra. A pessoa, em relações sociais (em parco tempo), decorreu em contumaz esquecido. O exemplo, em sábio, profere próprio modelo. A vida, em bons tempos, vale pelo vivido.

Guido Lang
“Histórias das Colônias” 

Crédito da imagem: http://oblogdojoseandantas.blogspot.com.br/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A fixação de norte

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Os filhos, em ímpetos da mocidade, externaram excessos. A atitude, em família, caía na falta de ignóbeis atribuições. As alcunhas, em abjeto jargão, acorriam aprendidas do convívio colegial. Os progenitores, em circunstâncias, caíam em imputações deselegantes. O pai, em “fixação de norte”, desenhou limites. As pertenças, em convivência familiar, seriam suprimidas. As represálias, em insistências, proviriam nos “preceitos usuais da origem”. Uma tunda, em progredida idade, cairia no inadequado. Os provedores, em “cama e mesa”, calharam em inaceitáveis títulos. O criador, em possível idade, consertou ordem e respeito. O diálogo, em afinada aclaração e paciência, incidia no inicial modelo. Os escárnios, em brigas e intrigas, acabam em recíprocos insultos. As rédeas, em afrouxadas ou relegadas, tornam difícil restituição. Os limites, em afável convívio, vigoram vínculos. As colônias, em disciplina, careceram de cunhar bandoleiros e foragidos. “A pessoa, em pequeno, torce o pepino”.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://magiaproibida.blogspot.com.br/

Os acanhados desvios

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O camarada, em feitio de boa gente, auferiu confiança e emprego. O prestativo senhor, em contratado de empregado, cairia na gerência. A tarefa, em “quebra galho”, acudia em múltiplos ofícios. O motorista, em entrega de materiais, ocorria na madeireira. O serviço, em bobeada e descontrole, dirigiu na célere e imediata execução. O servidor, em desonesto, marcava horas em excesso. As entregas, em alargados expedientes, regiam em desvios. Os materiais, em madeiras, foram desviados (ao próprio domínio). As construções, em abrigo e casa, foram restauradas. A obra, em auxílio paterno, ruía nas folgas. O patrão, em aclaração, levou tempo. O dano, em perda, fora amplo. A prova, em falta, conduziu no “deixa pra lá”. A demissão, em compensação, aspirou ulterior fatia. A firma, em descontrole, conduziu na quebra. As pessoas, em retidão, andam no baixo cômputo. O abonado, em múltiplos negócios, perpassa furtado (no velado). As acanhadas subtrações, em contíguo, acendem rompo.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.br.all.biz/

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A troca de vigia

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A família, em residente do interior, caía na ciência e destreza. O espaço, em morada no domínio, afluía na fecunda função. A criação, em galinhas caipiras, acendia na fácil e rápida ampliação. A abastança, em comida, desenvolvia ágil reprodução. O problema, em famoso criador, acorria em salientes sumiços. As unidades, em largadas livres, esvaeciam no adoidado. Os animais, em silvestres, acudiam na imputação da suspeita. Os cães, em cordiais e vigias, pintavam domados (no excessivo). A velha expressão: “Amigo de todos é amigo de ninguém”. A opção, em experiência, foi alterar guarda. Outro canino, em atiçado e treinada besta, assistiu-se largado no pátio. A ocasião, em falta proposital, conduziu na aclaração. O ladrão, em velho conhecido, ajuizou tratar-se dos iguais. O canídeo, em fuçador, deslumbrou ação e autoria. O malandro, em ameaça, conheceu homília. A próxima, em velada invasão, calharia no indigesto acolhimento. O ofício, em tapeador, incide igualmente em problemas.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.portaldoscaes.com

As velhas origens

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O ilustre, em ente folclórico, achou associação (em avançada idade). A mutação, em campo-cidade, caiu na alegria e direção. A usual casa e linha, em proveitos, ficaram na espera. O sujeito, em asilado (no teto da consorte), parecia “acima da carne seca”. A amolação, em solidão, sepultou careza. Os amigos, em contratantes e sócios, surgiram esquecidos. A ideia, em rejeite, caía no fito (em anistiar débitos). As dívidas, em mal pagante, pareciam na cadência do “Seu Nunca”. O convívio, em dois anos, aprontou brusca rescisão. As poupanças, em guardas, tinham sido corroídas. A mulher, em pobre atirado, optou no descarte. A saída, em “uma mão na frente e outra atrás”, versou em retornar às origens. Os encanecidos amigos, em momento, foram procurados e requisitados. A área e casa, em legado familiar, foram salvação (em excluir outro sem teto das favelas). Os achegados, em ajuda, deram donativo e trabalho (ao recomeço). O chão e mansão, em espólio (no interior), advêm em amparo e segurança.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://mg.olx.com.br/

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A esdrúxula petição

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O senil, na qualidade de defunto, afluía em velório. O funeral, em concisa hora, incidiria no rumo (do último descanso). Os filhos, em meia dúzia, avolumaram-se em reunião (de acertados). O certo momento, em esdrúxula petição, decorreu em obra. Os componentes, em encerro (da porta da casa mortuária), solicitaram ocasião (em particular). A exótica conduta, em repelidas visitas, despertou indiscrição. A execução, em artifício, sobreveio no reservado. O procedimento, em inusitado, constou na extração. Um filho, em arranque (de resguardado alicate), exteriorizou ação. O finado, na extração (dos dentes de ouro), despontou deduzido. Os íntimos, em “violação do jazigo”, receavam caso. O metal, em riqueza familiar, calhou no negócio de esperto. O miserável, no desenlace, aflui no melhor repouso. O dinheiro, em jogo, externa conduta. Os humanos, em demanda grana, prestam-se ao insonhável e saque.

Guido Lang
“Histórias do Cotidiano Urbano”

Crédito da imagem: http://www.historiadetudo.com/