Translate

domingo, 22 de maio de 2016

Os prantos


O funcionário, em ciúmes do ativo espírito do colega investidor, externou enxerida alfinetada. Os eucaliptos, na criada floresta do sítio, acudiam em carência de perspectiva da própria colheita. O dinheiro, na possível lenha, cairia na provável graúda soma. A implicação, no atraso dos fins, caía nas garras do “Ricardão”. O agricultor, na progredida idade, acabaria sepultado. A esposa, na sombra dos robustos troncos, acorreria no aconchegado choro. O clima fresco, no rigor do estio, traria lembranças. O intruso, no enxerto familiar, desfrutaria festança dos bens. O dito versa: “O burro, no esforço do cultivo da pastagem, carece de comer dos frutos”.

Guido Lang
“Artimanhas do Cotidiano das Vivências”

Crédito da imagem: http://fabiobauab.com/

A saudação


A senhora, na saudação máscula, atenta circunstância das mãos. Os homens, na inadequada mania, acodem na “atitude de pegar na ferramenta sexual”. Os membros, no acalorado ou frieza, esboçam conduta. O frígido, na condição da parte, cairia na deficiência das habituais pegadas. O animado, no bem asilado, calhava no presumível procedimento.  A esperteza, nas adversas, delineia “indicativa de pereba”. As coceiras, na repetida mexida e remexida, expõem preceito dos hábitos e higienes. A ocasião assinala ditado: “Diga com quem andas e eu te tirei quem és”. Os humanos, no sexo, curvam-se abaixo do nível animal.

Guido Lang
“Artimanhas do Cotidiano das Vivências”

Crédito da imagem: http://upanema.net/

A mensagem


O servidor, na mensagem de celular, processou descaso e marasmo no mérito público. A resposta, na pedida do painel, careceu de importância. A sabatina, na agilidade do interesse, caiu na acobertada fofoca. Os ordenados, no município, acudiam no provável parcelamento. O avisado, em cinco minutos, auferiu rebate. A afobação, no benefício próprio, advém no pronto acolhimento. O corte, na oportuna regalia, acende aflições e clamores. As pessoas, no habitual, cuidam do “próprio umbigo”. O fato sinaliza: os benefícios, em regalias, verificam-se de difícil eliminação. Os afeiçoados, nos ardis da comunicação, convivem conectados nos mexericos.

Guido Lang
“Artimanhas do Cotidiano das Vivências”

Crédito da imagem: https://www.epdonline.com.br

sábado, 21 de maio de 2016

O modelo do chupim


O pássaro, no espaço do arvoredo, cercava ocasião. O chupim, no instinto da procriação, buscava depositar ovo. O alheio ninho, no tolo tico-tico, auferia primazia e tradição.  A gênese, na obstinação de prole, transcorria no intento. A mãe, nas cercanias do ninho, tratava de enxotar indiscreto. A persistência, no intruso, conduziu na introdução do ovo. O cansaço, na guarda, inviabilizou rejeite. O idêntico, na expressão humana, sucede em sensatos aventureiros e oportunistas. Os sujeitos, na laia de híbridos e garanhões, ficam no aguardo dos momentos. As loiras e viúvas, no especial das filhas das colônias, verificam-se “exato prato”. Os encostos, na casta de desabonados, delineiam ascensão social. Inúmeras damas, na carência de opção no “mercado dos casórios”, acolhem chamarizes e convites. A cama e mesa, no acanhada faina, afluem cobertas no alheio suor. A nota, na circunstância, calha na insinuação de censurável. A pessoa, na vida, atrai aquilo que faz jus.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://animais.culturamix.com/

O exercício


O servidor, no exercício do encargo, expressa alegria e simpatia. O trabalho, no âmbito público, cai na afeição e vocação. O contribuinte, no concursado, advém na coberta do salário. O emprego, em síntese, calha em atender e instruir quem custeia pão. O néscio, no exercício da legislação, acorre em explicações e instruções. O fato, no espaço, delineia autêntica dimensão: O servidor, na função, ascende na casta de acobertado político. A primazia, em distintas ocasiões, aponta em modelo. A qualidade, na atuação, prioriza polidez e precisão. Servidor, na perfeição do termo, significa elevar decência de vida e espírito social.

Guido Lang
“Artimanhas do Cotidiano das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.velosodemelo.com.br/

A amizade


Os colegas, no espaço público, têm aguçadas cisões nos conceitos. Os juízos, nas percepções políticas, chocam-se nas ideologias e negócios. As discursões e implicações, na proporção dos fatos, caem nas divergentes interpretações. As partes, na fineza, apreciam-se nas contendas. As posições, em ataques ou defesas de assuntos, ruem na mútua evolução. As experiências, no desfecho do ofício, ganham no atributo dos afazeres. As pessoas, no culto e lavrado, nutrem acirradas contendas. O respeito, no exercício das lógicas, elevam ciências e espíritos. Os amigos, na perfeição das letras, conhecem-se nas adversidades e divergências.

Guido Lang
“Artimanhas do Cotidiano das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.elhombre.com.br/

A apregoada compra


O marido, na fiel senhora, estendeu pedida de compra. A chuva, na dolente invernia, acorria na abastança e frieza. O guarda-chuva, no envelhecido das obrigações, aparecia indiscreto aos eventos. Os amigos, em adoentado trio de anciões, auferiram dispensa (médica). Os recursos, na cura, fraquejaram na sobrevida. A morte, na iminência, cairia no alívio das moradas. O extenso e original guarda-chuva, em cerimoniais, incidiria no razoável proveito. O acaso, na afronta da vivência, acidentou desígnios. O possuidor, na queda de árvore, pereceu na inicial ocasião. O funeral, na cerimônia, decorreu em “ares de dilúvio”. O item, na intensa água, contou força e proveito. Os familiares, na esposa e filhos, acolheram-se no artefato (nos instante da “descida do esquife”). A essência, na certa situação, crava conto. O ente, na perspectiva da morte, necessita estar meramente vivo. A desgraça, na aberração, falece em adotar idade e situação. O subconsciente, em estações, prediz intento e ocorrência.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://ultradownloads.com.br/busca/guarda-chuva/2,,,,,11,2,.html