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segunda-feira, 6 de julho de 2015

A inusitada ocasião


A família, no interior das colônias, caía nas carências e dificuldades. Os confortos, na deficiência de estrada e força (luz), advinham no rural. A apreensão, na essência, versava em nunca faltar mantimento. Os filhos, no total de três, sucediam na melhor fortuna. Os cálculos e letras, na escolinha rural, sobrevieram no básico. Os tempos, no avanço das comodidades, induziram na experiência e investimento. O novato, no título de prova, auferiu exclusiva ocasião. A formação, na graduação, granjeou obtenção. O conselho, no expresso, consistiu da peculiar estação. O desleixo, no empenho, originaria exclusão. Os pais, na trajetória escolar, careceram de intervir ou requerer estudo. As leituras e tarefas, nas obrigações, calhavam na diligência e realização. A informação acontecia na aptidão e curiosidade. Os livros, no singular, amanharam acervos e coletâneas. Os resultados, em investimentos, exigem exigências e prudências.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://blog.maisestudo.com.br/

domingo, 5 de julho de 2015

O encravado ouro


A fulana, no débito dos crediários, tratou de “passar no troco”. A terra, no legado e riqueza dos antigos, acabou na oferenda e venda. O vizinho, na ampliação de campo, versou em adquirir imóvel. O dinheiro, no alento e reforço do cofre, restaurou alegria e consumo. As aquisições, nos itens do fausto, embelezaram ambientes e revigoraram ânimos. A grana, no modesto tempo, gastou-se na choradeira e desperdício. A extensão, no remanejo dos empregos, conheceu admirável e sublime lavoura. As culturas, no total das três safras (anuais), originaram frutos e serventias. As alheias utilidades, na deficiência das arrojadas percepções, levaram ao lamento e remorso. A riqueza, no “enterrado ouro”, fora repassada na ninharia e prosaico. A realidade, na carência da ciência, descreve banal e habitual sina. As pessoas, na carência do apego e gerência, perpassam dificuldades no assentado dinheiro. Os patrimônios, na adequada exploração, requerem investimentos em melhorias e obras.
                                                                                                                                                                   
Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://minhacuraestaaqui.blogspot.com.br/

A sublime ação


O sujeito, na laia de lavrador, comprou as exclusivas frutas. O verdureiro, na quinzena, afluía na delineada data. O ofício, na jornada urbana, transcorria no problema da produção e tempo. O conjunto, na banana, bergamota, laranja e lima, careciam do deleitoso caqui. O recurso, na inquietação de tomar os oportunos nutrientes, caiu na aquisição. O inicial ato, na ingestão, alistou-se a importância dos grãos. As unidades, na escassa presença, foram extraídas no esmero. As sementes, no canteiro das floreiras, saíram enfiadas. O cultivo, na contígua ação, externou o anseio da autoprodução. Os frutos, na dezena de anos, caíram na estável e farta produção. Os abastados, na ciência, buscam ajustar e perpetuar patrimônios. Os bucólicos tempos conferem ensejos ímpares de alargar e aprimorar dons. A pessoa, em quaisquer situações, necessita priorizar a nobreza das ações.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://pt.dreamstime.com/

sábado, 4 de julho de 2015

A razão da existência


A família, nas décadas de vivência, avolumou patrimônios. As propriedades, em abrigos e terras, estendiam-se pelas distintas paragens. A localização, no núcleo (comunitário), caía na criação de chácaras. A venda, na iniciativa imobiliária, incidiria na riqueza. O problema, na ausência de sucessão, derivou no desmanche e vazio. O tempo, no avanço da velhice, originou depressão e extinção. Os domínios, no júbilo de terceiros, foram adotados e gerenciados. Os bens, no bem dos “ditos filhos adotivos”, caíram na folia e venda. O lucro, no fortuito, calha no descaso e rejeite. As famílias, na falha da sucessão, sucedem na extinção. As referências, nas crônicas (bibliográficas), decorrem na ocasional nota. Os filhos, no chamego e união, advêm na razão das relações. O significado, na existência, incorre na permanência e perpetuação. As núpcias, no tema de casa, sobrevêm no serviço da geração dos brotos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://maisnova.com.br/

A economia de guerra


A energia, na luz, anda no abuso de encargos e preços. A arrecadação, no simples, beneficia a cobiça dos fiscos. O residente, na condição de filho das colônias, incide na derradeira poupança. A luz, no Sol, cai no maior proveito. A penumbra, no espaço, calha na aparição. O barato e desperdício, no decorrido da fartura, incidem na memória. A família, na alteração de usos, chega a atenuar consumos. Os itens, na falta de refrigeração, auferiram expressão. Os aparelhos, no integral, acham-se desatados nas tomadas. As luminárias, no gasto e número, foram reduzidas. O refrigerador, no baixo serviço, ganhou as momentâneas férias. O item luz, no valor de luxo, retoma praxes dos “tempos das cavernas”. Os reflexos, na deficiência de investimentos e má gerência, efetivaram tarifaço. A ganância, na receita pública, vem “goela fora”. Os abusos, nas contas, formam e reafirmam regras de economia.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://osacudidordepalavras.blogspot.com.br/

sexta-feira, 3 de julho de 2015

A peculiar plantação


O colonial, no lugar da rejuvenescida mata, estabeleceu suplemento e utilidade. O excêntrico, na semeadura da nogueira (pecã), instituiu-se no ambiente. As sementes, na essência da aferrada afluência, foram lançadas e inseridas. A germinação, no atapetado chão (dejetos), significa assumir aparências e pujanças de nativo. O utilitário, no tempo, incide em diversificar alternativas (alimentares e espécies). O sitiante, na adiantada idade, carece de auferir prováveis frutos. A sucessão, entre descendências e estranhos, advirá na adição e vantagem. A pessoa, na frenética passagem (terrena), absorve-se em materializar artifícios e exemplos. A virtude habita em fazer o bem sem olhar a quem. Qualquer situação, na alma do oportunista, advém na expectativa do negócio e proveito. A marca, na mescla do exótico e nativa, acabará encravada no sítio e tempo. O sujeito, na lida, convém deixar exemplos e sinais.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.jardineiro.net/plantas/nogueira-pecan-carya-illinoinensis.html

quinta-feira, 2 de julho de 2015

O brusco artifício


O arrojado, no ambiente da camaradagem e distração, deparou no lenheiro. O boteco, na domingueira, verificou-se convívio e descanso. Os cumprimentos, no aperto das mãos, exponham afáveis e firmes reverências. As conversas, nos interesses (da lenha em metro), assumiram contorno e nota. As lembranças, nas velhas jornadas e negócios, incidiram nas menções e proveitos. O proprietário, na laia de agricultor e silvicultor, oferta e paga cerveja. A amizade, na afinação e elegância, instituiu-se afiançada e renovada. A filiação, na associação, exteriorizou curiosidade. A razão, no imprevisto artifício, viu-se solicitada. A cobertura, no dispêndio, sugeria ser desperdício. O protetor, na usual astúcia colonial, externou a ciência do feirante. “Os ratos afluem e apanha-se na manha dos queijos”. Os cortes, na faina dos matos, advinham no arremate e vindouro. Os chamariscos, no benefício mútuo, atraem as partes no troço.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.northmagazine.com.br/