São Pedro, na virada
das estações (inverno-primavera), mandou acentuados volumes de chuva. Uns, nas
conversas informais, “preocuparam-se em não virar perereca ou sapo”!
As enchentes, com as
intensos precipitações nas encostas e morros, trouxeram consigo enchentes nas
baixadas. O flagelo, com a invasão das águas, trouxe incalculáveis prejuízos!
Inúmeros moradores,
numa extrema imprudência, construíram suas moradias no leito maior dos rios. A
imprudência volta e meia causa tremendos temores e transtornos!
O ente público, às
pressas, precisa advir em socorro de muitos. Os abrigos, em espaços de
aparentados e públicos, revelam-se os refúgios. A caridade ajuda nas doações!
Um pacato morador,
como explicação à tragédia, desabafou: “- O religioso, lá de cima, arrebentou o
saco! Derramou, com os aproximados trezentos milímetros, além da conta!”
O outro, num reforço,
complementou: “- Este, para o azar alheio, tratou de viajar por dias. Os bens
apodreceram ou mofaram por falta de sol! Quê prejuízo impróprio e milionário?”
O indivíduo nunca
pode subestimar o poder da mãe natureza. Ela, nalgum momento, retoma seus
antigos espaços! A fúria natural define e remodela cenários e hábitos!
Os desastres e prejuízos inibem absurdos e exageros. O
empírico, num singelo palavreado informal, explica o complicado conhecimento
científico!
Guido Lang
“Pérolas do Cotidiano
das Vivências”
Crédito da imagem: http://www.allkart.net
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