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quinta-feira, 16 de julho de 2015

A instituída aptidão


O filho das colônias, na procura por terras, mudou-se às distantes paragens. O cenário, no domínio dos campos, adveio na compra e melhora. O domínio, no aspecto das devolutas terras, entrou nos olhares e ponderações. A faina, na afeição e arranjo, causou assombro e prodígio. Os naturais, apegados na habitual pecuária (bovina e ovina), contemplaram a “ilha de diferenças e mudanças”. O empreendedor, no parco tempo, alardeou ganho e saliência. O espaço, em ascensões, instalações e plantações, conheceu anomalia das funções. Os achegados, no espanto do hábito, repararam singular afeição e constância. O exótico, no anseio e distração, incidia na obsessão e paixão do trabalho. Todo tempo, na extensão do viável, sucedia na produção e variação. A vizinhança, na gentileza e surpresa, alimentou amizade e estima. A envergadura, no ofício, transparece na magnitude dos resultados. A aptidão, no afeto e ciência, altera fundos e mundos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”


Crédito da imagem: http://hypescience.com/

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A expressa advertência


O motorista, na classe de andarilho, retorna dos alongados ambientes e paragens. A falta, em semanas, origina dificuldades nos afetos. As distâncias, em casa, caem em aborrecimentos e depressões. O domicílio, na falta do varão, advém na solidão e visita. O mal, na incursão do “Ricardão”, incide na ocorrência. A companheira, na falha da companhia, incorre no abuso e uso. A apatia, na carência afetiva, sucede na indisposição. O sujeito, no prestativo vizinho, sobrevém no flagra. O marido, na cara metade, a encontra absorvida e ocupada. O amante, no leito, vê-se repreendido. A limitação, no receio, conduziu no ultimato. “Não vou te fazer nada! Tu porém vai assumir as obrigações. Exijo, na beltrana, separação dos choros e lamentos. Maus tratos, na advertência, advirão no acerto das contas”. O cara, no presente grego, muniu alento e sustento. O bem bom, no porvindouro, representa agonia e obrigação. As mulheres, no matrimônio, requerem afeição e atenção.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: https://fearlessluisa.wordpress.com

terça-feira, 14 de julho de 2015

A sensata ocasião


O gambá, no exercício da bulimia, precisou “colocar o pé na estrada”. A dor, na fome, obrigou a sair do refúgio. A toca, no calor e garantia, viu-se abandonada e vazia. O passeio, na obrigação, induziu no habitual horto. O crepúsculo, na fragrância das frutas, induzia ao convite e ousadia. A prática, em consecutivas semanas, caía na facilidade e fiança. Os cães, na junta de novos, pareciam inativos e tontos. A surpresa, no instintivo, adveio na sensata ocasião. As bestas, no cheiro, descobriram ação e ocupação. A raposa, no clássico “dá em nada”, aprontou achada e provocada. Os latidos, na inquirição do amo, dirigiram ao achado e extermínio. O idêntico, no abuso da segurança, calha no trânsito. Os riscos, nalgum tempo, terminam na tragédia. Os falcatruas, na pilhagem dos cofres (entidades), são descobertos e denegridos na imagem. A pessoa, na sobrevivência, carece da precisão da apropriação do imerecido suor. A elegância, no sossego da consciência, sobrevém no artifício e referência.
                                                                                                                                                       
Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.teucorpo.com.br/

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A manha dos dedos


O galanteador, no exercício da força dos dedos, externa afeto e vontade. A encenação, nas segundas pretensões, acontece no bucólico e imaculado abraço e saudação. A agilidade, no toque das partes ardilosas e sensíveis, advém na chance e ocasião. A massagem, na carência afetiva, admite jeitão de canção e sugestão. A moça, na notícia das pessoais, “circula livre e solta nos climas propícios”. A energia, no carnal toque dos artifícios, anseia atiçar “ponto e pretensão”. A ofuscada toada, na prática usual, induz a “prestação de serviço”. O negócio, no mútuo interesse, sucede na dimensão das condições e estações. As ingênuas ações, na casta de exímios, acirram e escondem astúcias e interesses. Os amantes, no “anseio e idolatria da fruta”, compreendem “meios jeitos e intentos”. As conveniências, no momento e tempo, favorecem e incitam ações e exercícios. As pessoas, no sensual, separam no momento o essencial do inerte.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://assimeugosto.com/

domingo, 12 de julho de 2015

O arrojo pessoal


O marido, filho das colônias, incide no impróprio costume e mania. O sujeito, na demanda finanças, decorre no exclusivo do próprio bolso e negócio. A esposa, no espírito do “pão duro”, cai na carência dos afagos e mesadas. As tarefas, nos ofícios da residência, caem na ausência da equivalência. A mulher, no arrojo, formula ação e busca de complemento. O trabalho, na vila, ocorre na oferta e procura. As faxinas, no pré-combinado (horário e recinto), sucedem no emprego e receita. Os excelentes frutos, no ganho salarial (imediato), ampliaram afeições e perfeições. A dificuldade, na solução, procedeu no benefício familiar. O lavor, na aptidão, torna audacioso e brioso a pessoa. O sujeito valoroso, na variação de ambientes e experiências, soma na autoridade e ciência. O dinheiro, na correção e retidão, sobrevém na dignidade e virtude. As mulheres, nas singelas compras e mimos, renovam fortunas e humores.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: https://www.flickr.com/photos/criselidiaartes/5158401753

A briosa colheita


A ceifadeira, na seara do milho, excursionou na lavoura. A faina manual, no outrora banal, auferiu os feitios da mudança e revolução. A colheita, no grão, advém na agilidade e facilidade. A tarefa, no passado de semanas, viu-se realizada em parcas horas. A modernidade, nos filhos das colônias, adveio nas apertadas propriedades. O pormenor, no desperdício das espigas, incidiu no contratempo da colheita. A percentagem, em estimados dez por cento, ocorreu na perda. O plantador, no espírito austero, pôs mãos à obra. A coleta, no exercício manual, sobreveio na atenção e passagem. A porção, em dezenas de sacos, consentiu trato de semanas. O desperdício, no fruto maduro, caiu no artifício do choro e ultraje. As sortes, no homem afortunado, costumam ser avultadas nas ciências e ocasiões. O princípio norteador, no atributo, consiste em perpetrar muito no pouco. O econômico, no reduzido campo, torna viável o módico domínio. Mãos abençoadas, no prodígio, disseminam exemplos e riquezas.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://m.operamundi.uol.com.br/

sábado, 11 de julho de 2015

O sutil remédio


A família, no ambiente do pátio, assistia apatia e preguiça. Os forasteiros, na qualidade de andantes e próximos, achegavam-se na audácia e ousadia. A conduta, na alheia propriedade, sucedia como usuais. Os bens, na deferência, sobrevinham na casta de assimilação. A cachorrada, no ornamento, servia em auferir alimento. Qualquer vivente parecia velho conivente. O colonial, no prato (semanal), arquitetou sutil remédio. A pimenta-do-reino, no interno do sustento, desvirtuou a frieza do gracejo. A brutalidade, no efeito do veneno, criou receio e respeito. Os ladridos, na presença de intrusos, marcaram-se no domínio. Os guardas, na penugem, andavam enrijados pelo largo. O furioso, no temor das mordidas e sanhas, afugentou embusteiros e oportunistas. Os colírios, no paliativo, instituem técnicas de procedimento. Os cães, na afinação e atitude, ajuízam o estado íntimo dos patrões.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: https://br.groups.yahoo.com