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quinta-feira, 11 de junho de 2015

O ensino dos antigos


A família, no acomodado do interior, sobrevinha na dezena de filhos. A concepção escolar, na distância dos trajetos e parcos rendimentos, caía no problema. A instrução, na essência da doutrina, advinha na gerência da lida colonial. Os afazeres, na gama de ciências, foram aclarados e ensinados. O exercício, na avaria da teoria, incidia na delegação. Os filhos maiores, na licença dos pais, auferiam os encargos difíceis e dispendiosos. Os menores, na instrução da supervisão, materializaram os modestos e prosaicos. Os tempos, na sequência, deram frutos e louros. Os membros, na destreza dos ofícios, incidiam operosos e ricos. As ofertas, em apreciados serviços, advinham pelas paragens. Os dividendos, no empenho das funções, fluíam na abastança e habitual. Quaisquer tarefas sobrevinham na aprendizagem e efetivação. O laborioso, na aptidão e formação, achega no proveito em qualquer ambiente.

Guido Lang
“Fragmentos de sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.escrevologoexisto.com/

quarta-feira, 10 de junho de 2015

As boas ocorrências


A família, nos prenúncios, saiu agraciada. A vida colonial, no meio rural, trouxe adição e alegria. O dia revelou-se benzido e único. O inicial ligou-se a choca. A galinha, na ninhada da dúzia pintos, afluiu dos matos. A criação, na sorte do domínio, caiu no ganho. O segundo adveio na súbita visita. O beltrano, na jura de tempos, cumpriu estabelecido. As notícias, no intercâmbio de experimentos, assumiram expressão de alegria e apreço. O terceiro, no devido de tempos, ocorreu no inesperado ressarcimento. O ilusório dinheiro, medido no perdido, aprontou pago no atualizado. Algum afago ou melhora, no contínuo das precisões, adentra no rumo. A antevisão, na intuição dos antigos, confirmou no exteriorizado. As ocorrências boas, no habitual das vivências, sucedem na dimensão dos três. As crenças, na ativa confiança, atraem e instalam riqueza. O três, cinco e sete incidem em dígitos delicados e mágicos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.paixaonba.com.br/

terça-feira, 9 de junho de 2015

A singular ciência



O sujeito, na condição de cidadão rural, mantinha sublime observância. O sucesso, na fertilidade, advinha na contínua safra. Os cereais, forragens, frutíferas e tubérculos caíam na farta colheita. A ajuda, na adubação orgânica, dava fundação e suplemento. O segredo, na incidência solar, acontecia no exercício do ofício. O comportamento natural, no estudo e observância habitual (nas notas do almanaque), informava das lunações, intempéries, plantios... A execução, na minúcia, fazia-se na extensão das tarefas. As jornadas, no encaixe, caíam na prática do anunciado. A diferença, no comparativo, acudia no exemplo do veículo colina abaixo e acima. “O santo auxilia no aclive abaixo e dificulta na ladeira acima”. A admiração e fama, nos pessoais, aconteciam na aptidão e fortuna colonial. O profissional, na destreza da sobrevivência, obriga-se a apreciar e ressaltar os mistérios da profissão.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://radios.ebc.com.br/

segunda-feira, 8 de junho de 2015

A imprudência do rabo



O gambá, movida pelo aroma e avaro, enveredou no copioso e majestoso horto. As bergamotas, laranjas e limas, no outono, caíram na fartura e variedade. A incursão, na imediação da morada, incidia no arrojo e risco. A cachorrada, adestrada no aniquilamento das raposas, estaria certamente acordada. A ocorrência, na imprópria auto fragrância, delatou presença. Os brutais, no trio, exteriorizaram alarido e exaltação. O morador, na sonolência, acabou acordado. A inquirição, na minúcia, denunciou o abrigo. O galho, nas alturas do tronco (árvore), viu-se oportuno ao abrigo. A dificuldade, na afobação e cochilo, arrolou-se na denúncia do rabo. O item, no implacável, incriminou o asilado ser. O igual, na malversação, sobrevém aos corruptos e trapaceiros: as rabeiras, nas trilhas, deixam rastros e vestígios. A correção e retidão, na placidez da consciência, advêm na alegria e fortuna.

Guido Lang
“Fragmentos da Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.panoramio.com/photo/7105411

domingo, 7 de junho de 2015

A essência do tempo


O adolescente, no sabor das dúvidas pessoais e profissionais, nutria aspirações e fantasias. A existência, na calmaria e simpatia, incidia na vontade. A aptidão, na afeição da ciência e estudo, perpetuava na afinação. As conversas, no oral, externavam dúvidas e pretensões singulares. As dificuldades, nas limitações e prescrições, faziam-se presentes. Os pais, na cancha dos dias, recomendaram o primordial. O principal, na condição de pedra angular, reside em vivenciar felizes tempos. Os compromissos e sonhos, no diário da existência, devem vir seguidos das alegrias e distrações. O resto, na peculiar dádiva, sobrevém na ocasião e situação. A explicação, no sinalizador, direcionou-se rumo ao “farol do agitado e ruidoso mar”. Os juízos, nos progenitores, fazem ativa diferença aos brotos. O sujeito, nas aflições e minúcias, desperdiça o essencial dos momentos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

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sábado, 6 de junho de 2015

A bucólica alegria



O morador, na condição de acanhado colonial, apresenta-se faceiro e realizado. A modesta aposentadoria, no módico salário (mínimo), acenda na doação e sobra. As parcas obrigações, no ambiente do domínio e linha, admitem digna supervivência. O comparativo, na penosa criação e profissão, confronta-se as peripécias dos ancestrais. Os pioneiros, na velha Europa, apreciaram fome, guerra, opressão... As carências, no abrigo da selva, sucediam na improvisação e promessa. Clubes, escolas, estradas e igrejas, na ausência, criaram-se na auto-instituição. A realidade, nas consecutivas décadas e gerações, introduziu avanços e confortos. Os asfaltos, ensinos, energias, seguranças, telefonias e transportes achegaram aos interiores. O sujeito, na ótica das funções e obrigações do Estado, anda avantajado nos benefícios. As leituras, na gama dos ambientes, pendem aos experimentos e tempos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

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sexta-feira, 5 de junho de 2015

A diferença de estilo


O empregador, nas fartas encomendações do Dia das Mães, avaliou a energia e finura dos funcionários. O beltrano, fulano e sicrano, no arranjo dos bolos, auferiram os idênticos elementos. Os ingredientes, no açúcar, farinha, fermento, nata e ovos, granjearam singular manejo. Os confeiteiros, na experiência de principiante, externaram inclinações e treinos. Os frutos, no saldo, apresentaram diferenças e distinções no paladar. Os clientes, na avaliação subjetiva, estenderam elogios e valores. O bom senso, na lógica, diria em três bolos iguais. O fato retrata as diferenças no estilo humano: cada pessoa tem sua forma singular de chegar aos similares saldos. A espécie, na padronização, incide na falácia e negação. O profissional, na avaliação, concentra-se na compreensão dos meios e utensílios. A afeição e vocação, no ofício, ostenta-se a chave do progresso e sucesso.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://ramuza.com.br/