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sábado, 19 de dezembro de 2015

O encastelado ente


O sujeito, na classe de bem aposentado, pintava “ausente e desaparecido das paragens”. As aparições, no espaço da morada e pátio, caíam na ressalva. Os vizinhos, na habitual visão, escasseavam de contemplar vulto. O recolhido, no hábito, incidia no preceito e regra. A interrogação, na bisbilhotice, calhava na ocupação e passatempo. O cidadão, na companhia exclusiva da companheira, pintava morar e resistir na solidão. A esposa, no interrogatório, exteriorizou diversão e obsessão. As filmagens, em vídeos, advinham na afeição. Os sonos, no delongado, envolviam tempo. As leituras, em azadas horas, enricavam experiências. As excursões, na direção dos centros, contemplavam gastos. As pesquisas, na Internet, solicitavam momentos... O mundo global, na distração e lazer, exterioriza gama de chances e situações. As pessoas, na extensão do sustento, podem absorver-se nas variadas dos deleites. A liberdade, no dono do oportuno nariz, acerta no dom e pérola.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://brasiliaconvention.com.br/

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

As mercearias ambulantes


Os comércios, na acirrada concorrência (urbana), incidem na parca venda. As consignações, no múltiplo, revendem diversificados artigos. Os módicos clientes, na apregoada crise, aferem competidos (preços). Os lucros, no desconto das obrigações, advêm no abjeto salto. Arrojados feirantes, no cerne das linhas, assumiram incursões. As mercearias, no ambulante e disposto em conduções, circulam entre casas e linhas. As moradas, na semana ou quinzena, conferem-se visitadas. Os artigos, na variedade, caem no armazém. O essencial, no pão a ração, aparece carregado e oferecido. O dinheiro, no benefício e ganho, afere-se dispendido. Os rurais, no resguardo, temem insegurança. Os estranhos, no abuso de ofertantes, temem delinquências. As visitas, no contínuo dos dias, inibem afazeres. A mentira, no despiste, sobrevém na falta de moeda. Os naturais, na acolhida, poupam saídos (cidade). As vias, no asfalto, alastram comércios e inserções. Dificuldades demandam novidades.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.castrolaboreiro.com/

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Os vivos mortos


A realidade, no ambiente urbano, retrata os reflexos da globalização. Os excessos, em informações e tecnologias, instituíram os desnorteados entes. As pessoas, na gama de ambientes e realidades, andam atrapalhadas e desligadas. Os dispositivos, nos múltiplos recursos, ostentam primazia das atenções. Os usuários, na convivência e trânsito, circulam apáticos e desatados. As conversas, no banal e simples, sobrevêm na pérola das relações. Os autômatos, na analogia dos zumbis, caminham quão vivos mortos. Os estudiosos, no aspecto das interações, despontam atentos e curiosos. O modismo, no vício das tecnologias, transita no permanente ou transitório. A alienação, nalgum instante, deverá chegar à saturação. Os humanos, no conjunto do racional, costumam inventar oportunas dificuldades. A seleção natural, no exagero do artificial e superficial, desempenha ativa compleição. As expressões, nas afeições e obsessões, incidem num singular custo e fruto.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.polotransitoseguro.com/

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

A contínua constância


Os exames, no achaque do pulmão, apontaram o impensável e irreversível. O tumor, no acirrado câncer, achara-se alojado nas entranhas. Os tempos, no decurso, deparam-se estimados no período da essência. Os clínicos, na esperança de cura, “atiraram toalha”. O paciente, no convocado divino, acorre nos principiais da fila... O filho das colônias, na aflição e apreensão, nutria-se ativo. As tarefas, no amparo das criações e plantações, conservaram-se no unido do hábito e obrigação. O contexto, no amor da faina, advém em esquecer e ignorar agonia. A ocupação, na dor, diminui açoite e inquietação. As despedidas, no velado, tomam vulto nos acolhidos e espaços. Os contados dias, no bem da produção, sobrevêm no administrado e instruído. As jornadas, no proveito, reiteram aptidões e costumes. A economia, na energia, incide no corpo e paciência. Os passatempos, na interina alegria e sorte, decorrem no convívio. O sujeito, no sensato tempo, incorre no acharque e dispensa.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://acilago.tur.br/

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

As ocorrências comunitárias


As vizinhanças, nas pacatas linhas, possuem casos de afrontas e estranhezas. Os episódios, no comum, cunharam-se no seio dos residentes. As conversas e reclamos, no peculiar, resultam em bate-bocas e intrigas. Os exemplos, no padrão de convívio, caem em boatos e rancores. Os lances, na prova, decorrem dos esdrúxulos fatos. As galinhas, na deficiência de trato, incorrem no convívio do alheio pátio. O gado, na deficiente cerca, invadiu lavoura do vizinho. Os cães, no brigado, injuriam abrigos dos contínuos. As pedras, na extração da roça, obstruíram caminho (de roça). A divisa, em marcos, foi corrompida na obtenção de metros... O efeito, no acerto das contas, desaba na usual cara virada. O curioso, no usual das diferenças, acerta na exclusão da polícia. As saídas, no desacerto, são resolvidas em receio (dispêndio e Justiça). Os esquentados, no bem material, alternam exteriores e gênios. O ajuizado, no resumo dos aborrecimentos, tenta relevar casos e situações.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://imoveis.mitula.com.br/

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

A última das aranhas


O rural, na essência, advinha na raiva e receio. A faina, no domínio, caía arriscada e infestada. As aranhas, no encravado, desfaziam caprichos e dedicações. As madeiras, em construções e empilhados, fincavam abrigos e ninhos. Os ambientes, no seco, ocorriam no amparo e gosto. A espécie, no conjugado das instalações, edificara teias e infestara guaridas. A pretensão, na probabilidade, havia em eliminar último modelo. O ônus, na efetivação do ato, poderia advir na precisão de percorrer infindáveis extensões e quilômetros. O esmago, na extinção, sucederia na regalia e serventia. O ofício, no tempo, caiu em confeccionar vassouras (palha). A produção, em variedades, instituiu “ganha pão”. O profissional, no amor e regozijo da algibeira, conheceu estima dos aracnídeos. As teias, no quinhão, eram ensejo da fabricação e receita. O amor, no acrescimento, elogiou arte e atributo. A pessoa, na análise, aprendeu encanecido adágio: “Deus, na amplitude do engenho, escreve certo em linhas tortas”.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito das imagens: http://ultradownloads.com.br/papel-de-parede/Teia-de-aranha--217295/

domingo, 13 de dezembro de 2015

O refino animal



Os coloniais, no ardil da ingestão (família), advêm na ciência e prática. As carneações, na ocasião dos consumos, sobrevêm na prosaica manha. As precisões, em carnes no domínio, caem em usuais abates. Aves, bovinos e suínos, em peças, apreciam “ação e tragédia da faca”. As carcaças, em parcos tempos, verificam-se cortados e retaliados. Os criadores, na qualidade dos produtos, enveredam nos cuidados dos abatidos. Os indicados, no conjunto dos lotes, apreciam carceragem e supressão. Os elementos, em antecipados dias/horas, ganham cubículo peculiar. As unidades, no alvo do refino, auferem fresca água e oportuno sustento. O trato, na base do cereal e raiz, cai no cardápio. O utilitário, no artifício, calha em suprimir inseridas imundícies e toxinas. Os artigos, na qualidade das banhas e carnes, assumem singular autoridade e sabor. A prudência, no alastrado dos hormônios e venenos, agencia acharques e riscos. Os humanos, no abuso dos consumos artificiais, caem na anomalia e holocausto.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://landmododever.blogspot.com.br/
Imagem meramente ilustrativa.