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domingo, 19 de julho de 2015

A boa aparência


O companheiro, nos comércios, auferia o “ganha pão”. A faina, no ofício de ambulante, advinha na lábia das esquinas e ruas. As vendas, na agitação da inflacionada economia, caíam na situação do parco troco. Alguma tática, na sobrevivência, necessitou ser conjeturada no trato. A conversa, no habitual do amigo, ocorreu na ocasião e reflexão. O receio, na baixa venda, exigiu rearticulação de jeitos e práticas. O alarme, na impossibilidade de honrar os encargos, induzia na agonia e atuação. O amigo, no conselho e sugestão, sucedeu na análise e juízo. O comparte, no descarte da barba e bigode, incidiria na melhora do aspecto e retrato. O aconselhado, no desespero, auferiu experimento e expressão. As vendas, no imediato, reagiram na qualidade e quantidade. O cuidado, no oportuno corpo, lança alinho e autoridade. O indivíduo, no aceitável e honrável, obriga-se a cultivar capricho e organização. Os pormenores, no banal, registram aguçadas diferenças no universal.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.alemdaidade.com/

sábado, 18 de julho de 2015

O abjeto paliativo


O sujeito, na “cantada” da filha, carecia da folga e tempo. A persistência, no abuso e continuado, assumiu feição de afronta e lorota. A menina, na ausência do gosto e negócio, queixou-se ao pai. O caboclo, no ardil e perito das ervas, recorreu ao fecho e remédio. O mate, na pedida, auferiu atração e corpo. O dito cujo, no arrojo do genitor, achava “rolar chamego”. O teor, na inclusão da infusão, caiu na planta. As duas folhas, no afamado umbu, foram acrescidas. O cozido, na anomalia diurética, caiu no efeito e suprimento. O resultado, nas iniciais cuias, produziu alagação e desespero. As tripas, no ligeiro, pareciam exceder nas funções. A ocasião, no proposital entravado sanitário, viu-se breve. As precisões, na indigesta diarreia, findaram aliviadas na vestimenta. O tipo, no definido, sumiu do sítio. O colírio, no infame paliativo, virou alusão e conto. As elegâncias, no excessivo, ocultam segundas intenções. As pessoas, em ocasiões, soem-se atrozes. O sujeito colhe aquilo que planta.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.umpedeque.com.br/

sexta-feira, 17 de julho de 2015

O valor da prosa


O ajustado, na conversa informal, estendia-se nas semanas. O grão, no cultivo da invernia, caía na demora e precisão. A dificuldade, na falta de mão de obra, advinha na tarefa. O receio, no tardio, incidia no atraso. O chão, no banhado, sobreviria no atolado do utensílio. O tempo, na índole dos sinais, predizia chuva. O dono, no meeiro e sócio, versou em externar alocução e inquietação. A referência, na proposital visita, incursionou no enfoque da tardança. A saída, na divisão das cargas, adveio no igual dia. O patrão, no primeiro período, constituiu manual semeadura. O parceiro, na gradeação, entrou na sequência. A tarefa, no antecedente ao toró, auferiu acumulação e efetivação. O modelo, no exercício, descreve a importância do bate-papo. As pessoas, na troca dos dados, acham saídas e soluções. O dito-cujo, no apelo das ações, recorre nas definições da chefia. Os subordinados, nas funções, sucedem na execução das resoluções. O olho do patrão, na ciência e destreza, enobrece o domínio e fortuna.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://vestibular.brasilescola.com/

quinta-feira, 16 de julho de 2015

A instituída aptidão


O filho das colônias, na procura por terras, mudou-se às distantes paragens. O cenário, no domínio dos campos, adveio na compra e melhora. O domínio, no aspecto das devolutas terras, entrou nos olhares e ponderações. A faina, na afeição e arranjo, causou assombro e prodígio. Os naturais, apegados na habitual pecuária (bovina e ovina), contemplaram a “ilha de diferenças e mudanças”. O empreendedor, no parco tempo, alardeou ganho e saliência. O espaço, em ascensões, instalações e plantações, conheceu anomalia das funções. Os achegados, no espanto do hábito, repararam singular afeição e constância. O exótico, no anseio e distração, incidia na obsessão e paixão do trabalho. Todo tempo, na extensão do viável, sucedia na produção e variação. A vizinhança, na gentileza e surpresa, alimentou amizade e estima. A envergadura, no ofício, transparece na magnitude dos resultados. A aptidão, no afeto e ciência, altera fundos e mundos.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”


Crédito da imagem: http://hypescience.com/

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A expressa advertência


O motorista, na classe de andarilho, retorna dos alongados ambientes e paragens. A falta, em semanas, origina dificuldades nos afetos. As distâncias, em casa, caem em aborrecimentos e depressões. O domicílio, na falta do varão, advém na solidão e visita. O mal, na incursão do “Ricardão”, incide na ocorrência. A companheira, na falha da companhia, incorre no abuso e uso. A apatia, na carência afetiva, sucede na indisposição. O sujeito, no prestativo vizinho, sobrevém no flagra. O marido, na cara metade, a encontra absorvida e ocupada. O amante, no leito, vê-se repreendido. A limitação, no receio, conduziu no ultimato. “Não vou te fazer nada! Tu porém vai assumir as obrigações. Exijo, na beltrana, separação dos choros e lamentos. Maus tratos, na advertência, advirão no acerto das contas”. O cara, no presente grego, muniu alento e sustento. O bem bom, no porvindouro, representa agonia e obrigação. As mulheres, no matrimônio, requerem afeição e atenção.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: https://fearlessluisa.wordpress.com

terça-feira, 14 de julho de 2015

A sensata ocasião


O gambá, no exercício da bulimia, precisou “colocar o pé na estrada”. A dor, na fome, obrigou a sair do refúgio. A toca, no calor e garantia, viu-se abandonada e vazia. O passeio, na obrigação, induziu no habitual horto. O crepúsculo, na fragrância das frutas, induzia ao convite e ousadia. A prática, em consecutivas semanas, caía na facilidade e fiança. Os cães, na junta de novos, pareciam inativos e tontos. A surpresa, no instintivo, adveio na sensata ocasião. As bestas, no cheiro, descobriram ação e ocupação. A raposa, no clássico “dá em nada”, aprontou achada e provocada. Os latidos, na inquirição do amo, dirigiram ao achado e extermínio. O idêntico, no abuso da segurança, calha no trânsito. Os riscos, nalgum tempo, terminam na tragédia. Os falcatruas, na pilhagem dos cofres (entidades), são descobertos e denegridos na imagem. A pessoa, na sobrevivência, carece da precisão da apropriação do imerecido suor. A elegância, no sossego da consciência, sobrevém no artifício e referência.
                                                                                                                                                       
Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.teucorpo.com.br/

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A manha dos dedos


O galanteador, no exercício da força dos dedos, externa afeto e vontade. A encenação, nas segundas pretensões, acontece no bucólico e imaculado abraço e saudação. A agilidade, no toque das partes ardilosas e sensíveis, advém na chance e ocasião. A massagem, na carência afetiva, admite jeitão de canção e sugestão. A moça, na notícia das pessoais, “circula livre e solta nos climas propícios”. A energia, no carnal toque dos artifícios, anseia atiçar “ponto e pretensão”. A ofuscada toada, na prática usual, induz a “prestação de serviço”. O negócio, no mútuo interesse, sucede na dimensão das condições e estações. As ingênuas ações, na casta de exímios, acirram e escondem astúcias e interesses. Os amantes, no “anseio e idolatria da fruta”, compreendem “meios jeitos e intentos”. As conveniências, no momento e tempo, favorecem e incitam ações e exercícios. As pessoas, no sensual, separam no momento o essencial do inerte.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://assimeugosto.com/