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quarta-feira, 23 de julho de 2014

O charme na minúcia


O morador, na localidade, resolveu inovar. O embelezamento, junto à estrada geral, visava abrilhantar o espaço. A aparência vê-se o retrato do espírito dos moradores!
Os coqueiros e plataneiras, na mescla, ganharam fileira na estrada. As espécies, no capricho e detalhe, viram-se intercaladas. O espaçamento via-se melindroso nos seis metros!
A minúcia, na falha do exemplar da palmeira, sucedeu-se no trajeto. Um transplante “negou fogo”. A falha, por meses, atormentava o espírito do agricultor!
O colonial, na ideia da perfeição, deu-se a obrigação. A estação oportuna conheceu o replante. A empreitada, na metade, entendia-se na negligência. A requisição foi à própria sina!
O sujeito, na companhia do filho, finalizou a tarefa. O detalhe espelha o desejo de agregar virtude aos trabalhos. O “deixa deixa”, no tempo, implanta a ineficiência!
A obstinação, no jovem aprendiz, ganhou exemplo e mandamento. A perpetuação, nos fundamentos familiares, visa delegar afeição e paixão à propriedade!
O ambiente, no encravado, reflete a mentalidade dos idealizadores. O cidadão, na satisfação, precisa desenvolver charme a natureza e residência!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://pt.fotopedia.com/items/flickr-3672591078

terça-feira, 22 de julho de 2014

A sublime ciência


A filha das colônias, em função do casamento, tomou o rumo da cidade. O intenso trabalho manteve-se a compreensão de vida. A dezena de filhos exigiu aferro e afeição!
As necessidades familiares advinham na alta conta. O detalhe, na produção, mantinha-se na modéstia área. Os dois terrenos, na cercania da residência, ganharam aproveitamento!
As imundícies, na geração dos detritos orgânicos, conheceram a conveniência. A adubação, em canteiros e hortas, permitiu a produção. A plantação constituiu-se na obsessão!
As sementes, nos rejeites, ganharam especial estima. A multiplicação, na minúcia, fazia-se possível na produção de mudas. A abundância advinha na contagem!
A variedade de artigos, no exemplo das abóboras, alfaces, alhos, cebolas, feijões, milhos, tomates, viu-se na brotação e lavoura. Encargos, nas compras, viram-se diminuídos!
A prática, no resultado, atendia a essência do consumo. O intenso aproveitamento, na singela área, possibilitou inimagináveis volumes. A diferença decorria da sublime ciência!
Os dejetos, empecilhos e nojo nas imundícies, ostentam-se chances e lucros. Os profissionais, na percepção de sábios na vocação, propõem saber “extrair água de pedra”!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://outraspalavras.net/blog/2013/11/05/agroecologia-brotam-sementes-livres/

O retorno às origens


O filho das colônias, na adolescência, tomou direção à cidade. O estudo, na necessidade de formação, exigiu a urbanização. A especialização via-se a missão!
As décadas transcorreram no contexto da aprendizagem e trabalho. A profissionalização conduziu a ocupação citadina. A carreira mostrou-se a necessidade!
Os altos mandos e responsabilidades foram assumidos nas chefias e produções. Os conhecimentos e experiências, nos anos e décadas, acumularam-se no somatório!
O tempo, na certa altura, trouxe os benefícios da aposentadoria. A obra entrou na progressiva abjeta conta. Os dividendos, nos investimentos, complementaram a previdência!
O sujeito, na terceira idade, adotou o rumo da terra natal. O anseio, no término da vida, versou em morar no sítio. A mãe natureza alimentava a singular afeição!
A tranquila subsistência, diversa a outrora agitação e insegurança, curtiu na liberdade. O objetivo, no homem urbano-rural, consistiu em “ser dono do próprio nariz”!
A pessoa, na adiantada idade, retoma o trajeto lento às primeiras origens. As notoriedades e riquezas, avolumadas no sangue e suor, ostentam transitória constância e importância!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.cidadaodomundo.org/2012/05/o-fenomeno-cachoeira/

segunda-feira, 21 de julho de 2014

As dissimuladas técnicas


O ancião, na ativa vivência, acabou atraído às diretorias e entidades. O exame assimilou ardis e benefícios da direção. O comentário exteriorizou a dissimulada esperteza!
A alocução, em resumo, incidiu: “- As funções, no particular, visam galgar comandos. Os sujeitos enveredam para criar fama. O apego calcula o enriquecimento e promoção!”
O bom senso somou-se: “- O indivíduo, na política, sujeita-se as alianças. A fraqueza força a adesão aos fortes. A mudança é difícil diante da força da máquina do mando”.
A melhoria assistencial, no objetivo da criação das entidades, tornou-se acessório. Os entes, no exercício, servem de manobra aos espertos. As falações verificam-se embustes!
O fato, na prova, aclara o descaso das instituições. A descrença disseminou-se no seio das populações. O problema consiste em encontrar preocupados em ralar nas diretorias!
O indivíduo, no interesse de assimilar conhecimentos, obriga-se a escutar os calejados. O diálogo e exame, no comum das vivências, lê as dissimuladas técnicas!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.matutando.com/brasileiro-experto/

O excêntrico momento


O motorista, na intuição do escasso trânsito, inovou no horário. O deslocamento, na grande cidade e distância, sucedeu-se no singular tempo. A rapidez via-se a pretensão!
O jogo, na respeitável decisão da seleção, parecia absorver a população. A televisão, na transmissão, via-se promovida. As atenções eram sorvidos na atuação!
Os torcedores, no ordinário, viam-se afeiçoados na apreciação. O país, na economia, ensaiava breve estagnação. A folga e paixão assinalaram ajuntamento ao ensejo do futebol!
O frenético condutor, na comodidade e sociedade do filho, deparou-se na ilusão. A agitação e direção mantiveram-se firmes no movimento. Os sujeitos prosseguiram nos veículos!
Aplicados motoristas, no compromisso e ganho, conservaram operação. Autoestradas aguentaram corridas aos quadrantes. O sistema, no necessário, impedia o fausto da parada!
O caso, no exemplo, arrola a variedade das sentenças. A padronização, na classe e negócios, verifica-se impossibilidade. O livre-arbítrio expõe a riqueza da espécie humana!
O indivíduo, na diária e particular história, delineia uma odisseia. A psicose do tráfico, na infinidade dos veículos, traduz passagem do artificial e bizarro mundo!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://cerveramarca.wordpress.com/tag/viagem-de-carro/

domingo, 20 de julho de 2014

A indigesta AIDS


O indivíduo, na condição de abonado e conceituado cidadão, advinha como amistoso e galanteador. O esperto, no fácil e interessante discurso, alardeava o dom do convencimento!
A mulherada, na indiscrição e interesse, ensejava chamegos e peripécias. As trovas, na astúcia camuflada, resultavam nas “fugidinhas”. Os motéis facilitaram as familiaridades!
O inédito, na brusca doença, ocorreu na saúde. O galã, no feitio e peso, começou a deformação. O desespero, na indigesta HIV, afligiu o deprimido!
A correria, no tranquilo lugarejo, sucedeu às clínicas. O alarme, na dezena de prestigiadas damas, ocorreu na contaminação. O marasmo rondava as remotas companhias!
A doença, no aclaramento dos sucedidos, originou constrangimento. As senhoras, agora matrimoniadas e progenitoras, municiaram consultas. Consortes requisitaram explicações!
As brigas e intrigas, nos receios dos seios familiares, assumiram ponderação. A casualidade aplicou memorável e ousada armadilha. A veracidade registrara manifestação!
O inimaginável, na essência dos abrigos, emerge as alturas. As familiaridades, no global mundo, advêm no conhecimento e transmissão!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/vacina-contra-aids-em-macacos-pode-eliminar-o-virus-do-organismo

A funesta gerência


O colega, na má direção, andava na baixa conta. A ostentação, no custoso e oneroso automóvel, forçou o financiamento. O crédito originou considerável dívida!
O adiamento, em contínuos meses, acarretou a afluência aos bancos. Os juros, na exorbitância, instituíram bancarrota e obrigação. A insônia, na apreensão, tornou-se destino!
O paliativo, na crítica situação, levou a instituição do artifício. A cobrança, no processo, requeria plausíveis direitos. O empregador, no ente público, acabou executado na Justiça!
A indenização, na alegria e “ganha pão” dos profissionais do Direito, originou frutos. O dinheiro, na chantagem dos contribuintes, acabou debitado. Abjeto cômputo saiu coberto!
A população, na qualidade dos benefícios, permaneceu carente. O oportuno, na categoria de residente, auxiliou a abonar o bizarro. O sujeito extorquiu o próprio bolso!
A má administração dá resolução à curiosa apropriação. O benfeitor aceita prévia imploração por trabalho e conhece posterior ação de penalização em acidentais equívocos!
O cidadão afere no agora especial amigo e assume no amanhã singular inimigo. O dinheiro, nas atitudes e humores, acende as disputas e dramas!

                                                            Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://tijuca.nova-acropole.org.br/agenda/2014-05-23/palestra-cultural-justica